18-08-2026 - PARTE 3-6 - ASMR - GUERRA NO IRÃ. FALTAM 76 DIAS PARA A EXTINÇÃO DA HUMANIDADE.
18-08-2026 - PARTE 3-6 - ASMR - GUERRA NO IRÃ. FALTAM 76 DIAS PARA A EXTINÇÃO DA HUMANIDADE.
Hoje a medicina caminha para se tornar algo como a advocacia, um setor econômico falido, moral, intelectual e financeiramente. Era a última frente que faltava ser desmantelada na sociedade. E caiu. Juízes corruptos assassinos tornaram obrigatória uma vacinação experimental, ou seja, sem que a segurança fosse comprovada conforme as normas padronizadas de testes. E a parte da sociedade que se levantou corretamente contra isso foi censurada ou presa. Foi a maior das canalhices perpetradas por essa turba de juízes corruptos do STF, filhos da puta no mais abjeto grau, assassinos com mãos sujas de sangue. Chegou-se ao mais baixo nível de barbárie social, a ruína civilizacional completa. Por absurdos muito mais amenos a corte real absolutista francesa foi para a guilhotina em 1789. Embora a ditadura militar no Brasil de 1964 a 1985 fosse um movimento reacionário oligárquico fascista clássico, foi um mal necessário. Procurou-se evitar que a sociedade fosse rebaixada a este nível de lixo, a barbárie produzida por uma turba de comunistas vigaristas. O que hoje se vê é o que se procurou evitar em 1964. No fim o tempo mostrou que a tal "linha dura" tinha razão. A "linha dura" pretendia exterminar 100% dos terroristas comunistas. Mas os moderados da ditadura militar se impuseram, deixando viva uma parte do cancro civilizacional constituído pela vigarice comunista. O resultado desse erro está aí, seis décadas depois o país foi totalmente destruído de forma absolutamente irreversível. Aqui não temos militância política, temos apenas História, a história do desaparecimento da civilização. O mundo absolutamente inteiro seguiu por esta mesma trilha de autodestruição e chegou ao mesmo ponto de irreversível ruína.
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Depois de matar, roubar, fazer atentados terroristas, sabotagens, tudo corromper, arruinando tudo, a Esquerda vigarista mundial, neste mundo destruído, hoje só precisa de uma coisa seguir: cinismo. Com a população idiotizada, qualquer mentira que seja dita basta para que se rebata uma verdade. No vídeo abaixo temos um exemplo disso. Um dito comandante militar esquerdista diz que o Irã é uma democracia porque lá há "eleições". E que Arábia Saudita, Omã e Kwait não são democracias, são monarquias. O Irã não é democracia, assim com a Rússia, a China, o Brasil atual, a Venezuela, a Coréia do Norte, a Nicarágua ou Cuba não são democracias. Nesses lugares todos há "eleição", mas é tudo fraudado de forma ridícula. Não basta haver eleição para que haja democracia. A eleição tem de ser limpa. Com este meio-argumento de que "há eleição", o esquerdista de meia-tigela vem dizer que o Irã é uma "democracia". Confira no vídeo abaixo, que trata da situação em Israel:
RAFAEL GUANABARA - COMANDANTE BRASILEIRO FOI LONGE DEMAIS NESSA SOBRE O IRÃ
Da mesma forma cínica, a imprensa corrupta mundial, quando trata do escândalo do diário de Fauci, vem falar apenas das rebarbas da história, dizendo que o governo Trump não conseguiu provar as acusações contra Anthony Fauci - em vez de focar no principal: as contradições de Fauci consigo mesmo, que dizia uma coisa no diário (dizia que as hipóteses aventadas em "teorias da conspiração" eram as mais prováveis) e falava o contrário em público (que as hipóteses ditas mais prováveis que estavam em voga aventadas pelo público eram "teorias da conspiração"). É o método sofista usado nas cartilhas da USAID: inverter a realidade, bastando falar qualquer mentira, desde que todo o grupo fascista a repita também, ou seja, o político corrupto fala uma besteira e a imprensa corrupta inteira a repete como sendo a coisa certa, pois mais absurdo que seja. Uns se apóiam nas mentiras dos outros, com todo mundo mentindo.
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Como já exaustivamente comentado, a tecnologia e os avanços científicos atuais tornaram o conflito bélico convencional (com soldados, artilharia, tanques de guerra, aviação, marinha, etc.) ultrapassado. Mísseis e drones tornaram tudo isso obsoleto. Mas mais que isso. A automação com inteligência artificial e robôs tornou o conflito bélico uma insanidade na qual recursos financeiros seguem para o ralo por uma cachoeira sem que nada seja resolvido, estando os lados em disputa em pé de igualdade. Só tem a dianteira num conflito bélico quem está momentaneamente lançando mão de alguma novidade em se tratando de mísseis, drones e defesa anti-aérea, como se viu com a Ucrânia, surgindo a questão da assimetria de custos em que mísseis de milhões de dólares são lançados contra drones de milhares de dólares. Assim que a Rússia, se conseguir, igualar o grau tecnológico ucraniano ou conseguir anular por assassinatos seletivos a capacidade industrial ucraniana, tudo volta ao estado anterior, com as tropas encalhadas em trincheiras, seguindo a trolha em que dezenas de milhares de soldados morrem mensalmente (mas aí nesse caso a Rússia retomaria a dianteira no placar). Uma macabra visão mediúnica de anos atrás (no início da guerra) dizia que na Europa se veria uma carnificina com rios de cadáveres se acumulando, como se o lugar tivesse se transformado num enorme cemitério coletivo. É, enfim, o que tem sido (dezenas de milhares de mortos por mês). Pessoas, empresas, governos e países têm sido arrastados para um suicídio coletivo, num macabro processo de autodestruição inútil e sem sentido, um gigantesco hospício dentro do qual tudo segue numa montanha russa de euforia e depressão, com os ciclos se intercalando inesperadamente de forma cada vez mais abrupta e violenta, uma roleta russa na qual quem cai da montanha vai para a vala coletiva da demissão, da falência, do beco logístico do gargalo sem saída, do genocídio para manter o poder que está em vias de ser perdido (todos estão sendo tragados para um moedor de carne no fundo de uma tulipa que funciona como ladrão de uma represa e ao mesmo tempo em outra direção sendo tragados para um buraco negro gerador de antimatéria, um pesadelo "punk" onde "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come"). Neste cenário, as armas nucleares entraram agora em cena como a única maneira de resolver a parada da guerra. Foi por isso que a ditadura chinesa se antecipou, lançando o vírus de laboratório em 2019, uma arma de guerra, um atentado terrorista biológico planetário, em conluio com as ditaduras e governos corruptos nos Estados nacionais em todo o planeta (com o vírus, o inimigo, os EUA, foi derrubado sem que um tiro fosse disparado e sem que nada fosse destruído ou contaminado, a fraude eleitoral via correio impediu que Trump se reelegesse - apenas algumas pessoas morreram, algo irrelevante dado que o objetivo é a escravização geral mesmo). Outra alternativa no atual cenário serão as armas químicas, para restringir os danos colaterais no tempo e no espaço. Mas enquanto as guerras avançam para um grau apocalíptico, o mercado financeiro vive a iminência de um "reset" econômico. Os gatilhos para o "reset" estão presentes desde a crise do "subprime" de 2008 e nunca mais desde então saíram de cena. Mas com as ditaduras agora no mundo inteiro em periclitante situação (acossadas pelo governo Trump), uma das soluções de guerra de que se pode lançar mão - e se lançou - foi acionar os gatilhos para o "reset". Desde quando o Japão está capengando e imprimindo dinheiro (empurrando o "default" com a barriga)? Desde 1990. Mas só agora, porque é de interesse, forças de mercado forçam a barra para acionar o gatilho da destruição geral, fazendo a cotação do dólar perante o iene chegar a níveis recordes, acima de 160 ienes por dólar, fazendo assim os juros que estavam próximo de zero também subir para níveis recordes (em relação às décadas recentes). Objetivo? Insuflar o colapso do dólar. Na verdade, tal como aconteceu, basta fazer o circo balançar um pouco, mesmo que o pau da barraca não caia. Basta um ensaio de pânico e todo o esforço de guerra é congelado, para que o preço do petróleo não avance provocando uma escalada inflacionária que catapultaria os juros para a estratosfera, ignificando o "reset". Junto com isso surgiu a cogitação não confirmada ou refutada (como evidentemente nem poderia ser) de que o arsenal dos EUA teria chegado a um nível baixo crítico, tornando perigoso avançar na guerra (correria-se o risco de um vexame, ver tropas em terra ou porta-aviões sendo atingidos e abatidos por mísseis iranianos, o que constituiria uma capitulação vergonhosa dos EUA, um atestado público de impotência, fracasso e subjugação). Países do Golfo Pérsico (Kwait, Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes) queriam ter acesso a um "swap" cambial semelhante ao que foi feito com o Japão, para não serem forçados a vender títulos dos EUA e assim bancar temporariamente o colapso do comércio exterior por o Estreito de Ormuz estar fechado. Mas o "swap" foi negado. Foi negado para os países do Golfo Pérsico, aliados dos EUA, mas foi levado a cabo para o Japão, cumprindo uma tradição de várias décadas que vem desde o final da II Guerra Mundial em 1945. Assim, é possível que a história dos níveis críticos do arsenal seja em alguma parte uma cortina de fumaça para esconder o problema principal: o colapso financeiro. Nesta complexa confusão, há ainda mais: o socorro financeiro propiciado ao Japão objetivou (talvez preponderantemente em relação ao risco de crise em si) manter os esquemas de "carry-trade" que financiam a ciranda financeira de "Wall Street". O avião está despedaçado e em chamas na pista após um pouso forçado fracassado e os pilotos em vez de saírem logo do avião para escapar das chamas ficam lá dentro para ver o que encontram de valor entre os pertences dos passageiros que foram abandonados durante a evacuação. Não para salvar algo em prol dos passageiros, mas para embolsar uma vantagem a mais no meio do caos. Em meio a tudo isso, o colapso da civilização com a capitulação do Ocidente, ditaduras do Oriente Médio se unem e fazem um pacto militar: Arábia Saudita, Turquia e Paquistão (que tem armas nucleares) se unem para se protegerem contra a ditadura iraniana. E Israel, neste cenário, terá de lutar sozinho contra a ditadura iraniana, não havendo meios para se manter uma guerra convencional indefinidamente no tempo, ou seja, Israel terá de apelar para o uso de armas nucleares, pois não está em risco de sofrer mais perdas, está em dito "risco existencial", ou seja, risco de simplesmente sumir do mapa.
Sobre toda esta complexa confusão, temos os vídeos abaixo sugeridos:
HOJE NO MUNDO MILITAR - OS EUA GASTARAM TODOS OS SEUS MÍSSEIS EM 5 MESES DE GUERRA?
GEOPOLÍTICA MUNDIAL - O QUE ACONTECEU COM A PRODUÇÃO DE ARMAS DOS ESTADOS UNIDOS?
HOJE NO MUNDO MILITAR - O PACTO NUCLEAR ISLÂMICO: ARÁBIA SAUDITA, TURQUIA E PAQUISTÃO UNIDOS
HOJE NO MUNDO MILITAR - KIM JONG-UN FORNECE MÍSSEIS BALÍSTICOS A PUTIN: CORÉIA DO NORTE LANÇA FASE OFENSIVA CONTRA UCRÂNIA
REALIDADE MILITAR - NEM A OTAN ESPERAVA ISSO! EUA FAZEM ALERTA GRAVE SOBRE PUTIN
REALIDADE MILITAR - A RÚSSIA ESTÁ PRESTES A PERDER A CRIMÉIA... PUTIN JHÁ COMEÇOU A RECUAR
Sobre a inutilidade e a obsolescência dos meios convencionais de guerra temos o vídeo abaixo, um clássico exemplo de como a guerra moderna mudou com a inteligência artificial e os drones:
REALIDADE MILITAR - UCRÂNIA ENCONTROU O ÚLTIMO PORTO SEGURO DA RÚSSIA... E SOLTOU O INFERNO
Sobre este tema, temos também o vídeo abaixo, que resume bem a situação:
PROFESSOR HOC - OS EUA ESTÃO FICANDO SEM MUNIÇÃO | PROFESSOR HOC
A história é que, em resumo, a própria guerra com drones já se tornou obsoleta. É uma tecnologia simples e barata, bastando apenas a produção em massa para sobrecarregar o inimigo. Se o inimigo tiver igual capacidade de produção, o conflito torna-se apenas desperdício de dinheiro, tempo e energia, sem que se alcance resultado, pois os ataques serão iguais para cada lado, com ambos os oponentes caminhando juntos para a ruína econômica, militar, humana e logística. A guerra com drones, na verdade, é algo já superado. Os conflitos só serão vencidos por meio da guerra híbrida, com vírus de laboratório, cultura "woke" promovida por vassalos políticos corruptos subornados por ditaduras estrangeiras ou com sabotagens logísticas. Não sendo assim, as opções restantes são as armas nucleares, as armas químicas e as armas biológicas de letalidade máxima. Neste contexto, as armas químicas surgem como opção principal, pois os efeitos colaterais são os menores e não há o risco de se espalhar para além do alvo os danos. Essa é a nova guerra de agora em diante: destruição total.
Há um ano houve a ordem para que a produção de armas fosse quadruplicada nos EUA, mas mesmo assim há a cogitação em voga de que os arsenais estão num nível crítico por conta da guerra no Irã:
HOJE NO MUNDO MILITAR - EUA ORDENAM QUE FABRICANTES QUADRUPLIQUEM A PRODUÇÃO DE ARMAS "TEMOS DE NOS PREPARAR PARA A CHINA!" (29 set 2025)