20 AGOSTO 2026
09:17:27
INFORMATIVO - MATÉRIAS
18-08-2026 - PARTE 4-6 - ASMR - GUERRA NO IRÃ. FALTAM 76 DIAS PARA A EXTINÇÃO DA HUMANIDADE.

18-08-2026   -  PARTE 4-6  -   ASMR  -  GUERRA NO IRÃ. FALTAM 76 DIAS PARA A EXTINÇÃO DA HUMANIDADE.

  

          Aqui uma interessante reflexão sobre por qual motivo os preços do petróleo não dispararam para níveis estratosféricos, replicando altas percentuais como as vistas nas crises de 1973 e 1979: países que muito dependem de importação de petróleo do Golfo Pérsico tinham estoques de emergência suficientes para alguns meses, não tendo sido afetados ainda severamente pelo fechamento do estreito de Ormuz. Um dos principais afetados é a China, que mantinha portentosos estoques. Mas esse refresco não durará indefinidamente e em algum momento em curto prazo a calmaria relativa no preço do petróleo irá acabar:

 

PROFESSOR HOC - A CHINA SALVOU O MUNDO! MAS NINGUÉM SABE POR QUÊ | PROFESSOR HOC

 

 

        Abaixo, um quadro geral do caos, bem suculento como sempre, com o professor já meio desanimado diante do cenário. A verdade mesmo é que não haverá "guarda-chuva" e nem "capa de chuva" suficientes para o que está por vir e não há "travessia". A alienação do povo espalhou-se como uma doença pelo planeta, ao passo que a corrupção ditatorial criminosa também se espalhou. Está faltando cair apenas os EUA, Israel, Japão e um ou outro pequeno país para que o mundo inteiro se transforme numa ditadura do crime organizado. Não há proteção contra o que está por vir, pois o patrimônio não terá proteção contra a expropriação monárquica absolutista fascista totalitária travestida de expropriação comunista. Ao mesmo tempo, o cidadão não terá proteção contra a violência pública num cenário de anarquia. Não há "travessia" alguma em curso. Caminha-se sem retorno para um abismo sem fundo, para um irreversível inferno. São essas as objeções que fazemos quanto ao ótimo vídeo abaixo:

 

PROF. LUIZ ANTÔNIO PEIXOTO VALE | XEQUE MATE GLOBAL - EFEITOS DO XMG: PERDA DE CREDIBILIDADE DAS AUTORIDADES EXPÕE DESPREPARO OU PLANO?

 

 

          A proteção seria o povo nos países que ainda estão por capitular armar-se até os dentes e se preparar para uma guerra civil, uma secessão, derrubando os governos corruptos ditatoriais que se instalarão quando o povo majoritariamente alienado entregar o poder de volta ao crime organizado. No caso dos EUA, quando o povo alienado der novamente maioria ao Partido Democrata no Congresso. Na verdade mesmo, no caso dos EUA, a solução não será derrubar o governo e sim fazer a separação, a secessão, com cada Estado de maioria republicana que ainda restar separando-se do resto do país, compondo um novo país com os outros Estados que se separarem ou formarem vários países. E a parte da população que ainda restar idiota nesses lugares terá de ser expulsa do território ou se submeter. É simplesmente o caos. Antes de toda esta tragédia, há ainda uma última oportunidade na urna, em 3/11, nas "mid-terms", as eleições de meio de mandato. O Partido Democrata precisa ser proscrito, deve ser escorraçado nas urnas, ou seja, deve ser rejeitado. Se isso não acontecer, os EUA continuarão na corda bamba, só que aí numa gangorra que vai pender para a destruição do país já ao longo do biênio restante ainda até as eleições de 2028. Não se pode contar com alguma lucidez do povo. Por melhor que seja a situação, os corruptos ditadores do Partido Democrata, a serviço da ditadura chinesa, ainda terão muitos votos, constituindo um cancro político que continuará sendo ameaça civilizacional. Além disso, o crime organizado opera também com os assassinatos. A sobrevivência da democracia e do Estado de Direito nos EUA segue por ora graças a uma frágil maioria republicana, precária maioria. No atual cenário de deterioração geral planetária, a tendência natural é o Partido Democrata ainda manter o fôlego, atraindo eleitores já empobrecidos ou em empobrecimento focados só no próprio umbigo. Aconteça o que acontecer, a realidade que é diuturnamente construída no chão da fábrica vai continuar empobrecendo as pessoas cada vez mais, mantendo vivas as bandeiras socialistas vigaristas hipócritas do Partido Democrata. Por mais que qualquer governo milagrosamente faça, a situação micro-econômica continuará deteriorando e isso levará à volta do crime organizado ditatorial ao poder nos EUA. Por isso a parcela da população ainda lúcida precisa se preparar para a secessão, com o máximo de armas e munições que puder. Mas não basta isso. Os próprios políticos precisam já se organizar também para a secessão, para não verem os governos municipais e estaduais submetidos a um governo ditatorial federal corrupto a partir de 2029. O placar das "mid-terms" agora em 2026 já é o "benchmark" para a secessão, que precisará acontecer já em 2027, não esperando mais o que será inexorável caso agora em 2026 Trump perca a maioria no Legislativo e tenha seu governo engessado.

 

          Sobre o colapso da economia japonesa, com os EUA resgatando o iene, temos os vídeos abaixo (o BOJ, banco central do Japão, chegou a um beco sem saída e a crise cambial e fiscal levaria ao colapso da moeda, levando junto em colapso o esquema de "carry-trade" que garante a ciranda financeira em "Wall Street", o que levaria, caso efetivado, a uma crise maior do que a de 2008  -  lembrando que a crise de 2008 não foi superada até hoje, o ponto de ruptura foi apenas postergado no tempo indefinidamente com a impressão de dinheiro, sendo a atual catástrofe iminente apenas uma continuação da crise de 2008, com o mercado financeiro mundial implodindo e levando todo o sistema financeiro global ao "reset"):

 

FERNANDO ULRICH - A OPERAÇÃO DE RESGATE DO IENE E DOS TREASURIES

 

 

FERNANDO ULRICH - O PLANO DO JAPÃO QUE PODE DERRETER SEUS INVESTIMENTOS

 

 

LUIZ FERNANDO ROXO - EUA RESGATAM O IENE! É O PRIMEIRO SINAL DO CRASH?

 

 

          No vídeo imediatamente acima trata-se a crise financeira sob uma ótica ortodoxa, seguindo-se com a idéia de que o dólar acaba sendo favorecido até pela própria crise, operando-se em qualquer cenário sempre uma dolarização crescente dos contratos, mesmo que indireta, ou seja, por mais lixo que o dólar seja ele sempre tende a ser cada vez mais usado nas negociatas envolvendo derivativos financeiros, a despeito de ser progressivamente menos usado como reserva cambial pelos Estados nacionais. Embora isso de fato exista, o tal "milk-shake" do dólar, a situação real caminha cada vez mais para a heterodoxia, ou seja, a palhaçada, a mentira, o faz de conta, a interferência artificial na qual a realidade é tampada com a peneira da ilusão cosmética engambeladora, com, por exemplo, o QE sem fim (impressão de dinheiro ou "quantitative easing"). Na história, a hiperinflação por mais que insuflada por forças de mercado só deslancha para valer com o disparo do gatilho principal, que é quando o governo joga a toalha e força ele mesmo os preços de tarifas públicas, sempre com os mesmos objetivos: gerar desvalorização real do montante de despesas de valor nominal fixo já orçadas como salários de servidores públicos e, principalmente, desvalorização real do montante de dívida pública prefixada. No caso brasileiro, o aumento do preço da gasolina via Petrobras foi sempre o carro-chefe da hiperinflação. A hiperinflação é sempre ocorrente por uma deliberação consciente de governos quase sempre corruptos. O fim do lastro em ouro do dólar em 1971 ocorreu por causa dos gastos com a guerra do Vietnã. Logo em seguida, em 1973, houve a crise do petróleo e quase ao mesmo tempo o acordo dos petrodólares, no qual o petróleo árabe seria vendido sempre em dólar. Daí em diante, em menos de uma década, em valores nominais da época não ajustados para os dias atuais, o ouro saiu de 35 dólares a onça-troy em agosto de 1971 para 850 dólares em janeiro de 1980 e o barril de petróleo saltou de 1,4 dólar para 18 dólares em 1973 e depois para cerca de 36 dólares em 1979. Nesse tempo, a parte de dívida prefixada dos EUA em elevação por conta dos gastos de guerra se transformou em pó. Na época não havia a montanha de derivativos do mercado financeiro dos dias atuais, com montanhas de negócios alavancados absurdamente. Outra era a situação e por isso o impacto de toda esta tragédia foi absorvido sem que o mundo tivesse acabado. Em 1971, com o fim do lastro em ouro, quase houve um "reset", um colapso total da moeda. Hoje outra é a situação. Há um gigantesco mercado de derivativos alavancados que funcionam como um paiol de nitroglicerina dentro de uma usina nuclear que também é um silo de mísseis nucleares ao lado de um laboratório de armas químicas e biológicas. A heterodoxia do cenário se manifesta pelo QE sem fim, que ciclicamente é intercalado por operações compromissadas normais, como operações de redesconto bancário, seguindo-se depois com novos QEs, quando nem as operações compromissadas são suficientes para estancar a sangria do mercado financeiro. O QE ocorre quando a dívida pública encalha, ou seja, quando no leilão não há compradores para os títulos públicos lançados. É basicamente por isso que ocorre o QE, a impressão de dinheiro, em que imprimindo dinheiro o banco central compra os títulos do Tesouro que ninguém quis comprar, rolando-se assim a dívida pública com impressão de dinheiro. A rolagem da dívida pública em si é um fenômeno "normal", ortodoxo, no qual a dívida nunca é paga, é só rolada, pois sempre há credores querendo fazer mais investimentos. O título que vence hoje é pago com o dinheiro que se arrecada com o título vendido ontem, com os colchões de liquidez que se formam durante os leilões. Na heterodoxia, ninguém compra os títulos lançados, o leilão fracassa, que é quando entra o Banco Central imprimindo dinheiro para comprar os títulos que ninguém quis. Antes que o leilão fracassasse, por conta do extremo volume de déficit público primário adicional a ser coberto (para resgates financeiros de bancos ou custos de guerra), vem o Fed e já faz um QE, com a desculpa esfarrapada de que é só uma "flexibilização quantitativa". O fracasso nos leilões de dívida pública é uma zona de transição entre a estabilidade fiscal e o "default". Antes do "default", da moratória, ocorrem os fracassos nos leilões de título da dívida pública. Se medidas sérias não forem tomadas, a coisa degringola para o "default". Nessa "transição" da estabilidade para o "default" já estão o Fed e o BCE desde 2008 e o BOJ desde 1990. Há anos a situação se arrasta, pois os montantes envolvidos são astronômicos e os investidores não têm opções que garantam retorno sem risco elevado. Confira abaixo como funciona na prática essa zona de "transição" para o "default", na qual a ditadura brasileira atual já esteve há uma década (na época da criminosa Dilma Rousseff) e que novamente está agora, com os fracassos em leilões de dívida pública (que aconteceram entre 16 e 19 de março de 2026 e em 22 de junho de 2026, antes que os leilões fracassassem eles foram cancelados  - o vídeo abaixo é o mais magnífico, sinistro e macabro retrato da retroação do mar antes de um "tsunami", o "default", o colapso):

 

GABRIEL MEDEIROS - GUSTAVO FRANCO: DÍVIDA PÚBLICA ENCALHADA E AS OPERAÇÕES COMPROMISSADAS DO BC

 

 

JEAN WALLY - LEILÕES DO TESOURO CANCELADOS. O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O BRASIL?

 

 

FERNANDO ULRICH - O GOVERNO NÃO CONSEGUE MAIS VENDER A PRÓPRIA DÍVIDA

 

 

          Assim como pessoas demoram vários meses empurrando dívidas de cheque especial e cartões de crédito com novos empréstimos, novos cartões de crédito e novos cheques especiais antes de quebrar e entrarem no SPC/SERASA com dívidas monstruosas que passam a ser objeto de calote, com os países acontece o mesmo, só que em vez de meses a escala temporal é de anos. Vários anos seguem a fio até que tudo exploda. É por isso que a crise de 2008 se arrasta até hoje, sendo este um dos principais fatores para a pausa na guerra do Irã, fora a questão dos arsenais em nível crítico. É e essa desmoralização das economias avançadas, em severa deterioração, empurrando dívidas com a barriga, que tem possibilitado a terras de ninguém, ditaduras de merda como o Brasil atual, sobreviver estando também no mesmo tipo de pântano financeiro, déficits fiscais primários gigantescos e dívidas públicas monstruosas e crescentes, sem que isso tenha até agora levado a um colapso. A coisa não desandou ainda porque grande parte do mercado é ocupada pelo próprio crime organizado nacional e no cenário externo a desmoralização é geral, com agências internacionais de classificação de risco e consultorias de auditoria desmoralizadas e criminosas, como se viu na crise de 2008 e também, ainda mais remotamente no tempo, no escândalo de 2001, da Enron e outras empresas. Enquanto isso, a ditadura brasileira segue arrancando o couro dos escravos, tudo para sustentar um reino de roubalheira, mais um vídeo com o nosso querido e magnífico Fernando Ulrich:

 

FERNANDO ULRICH - PIX DO IMPOSTO; UE QUER VIGIAR A TODOS; BRASIL AGUENTA +4 ANOS DE LULA?

 

 

           E não fica nisso. Todas as medidas da ditadura são sempre um ensaio para medidas ditatoriais totalitárias mais amplas a serem adotadas aos poucos:

 

BRUNO MUSA - O PRIMEIRO PASSO PARA O CONFISCO ACABA DE SER DADO: COMEÇOU?

 

 

FERNANDO ULRICH - BANCO CENTRRAL QUER TRAVAR CRIPTOS POR 24h, QUE HISTÓRIA É ESSA?

 

 

 CONTINUA NA PARTE 5/6

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