11 ABRIL 2026
04:59:23
INFORMATIVO - MATÉRIAS
30-03-2026 - PARTE 1-7 - O FIM DA UTOPIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO E A EXTINÇÃO DE MAIS UMA ERA DE CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA

30-03-2026   -   PARTE 1-7 - O FIM DA UTOPIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO E A EXTINÇÃO DE MAIS UMA ERA DE CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA

 

 

          No alto, em foto de aproximadamente 1960, uma criança à esquerda (hoje um adulto com mais de 70 anos, o primo do editor). Ao lado, o pai do menino, tio do editor, já falecido. Depois a avó do editor, a bisavó e a trisavó. Milênios se passaram, com a vida sempre do mesmo jeito, até o tempo da bisavó, chegando à atualidade apocalíptica do repentino desenvolvimento exponencial da ciência e da tecnologia usadas para destruição geral.

 

          Os recentes desdobramentos planetários mostram que se caminha rapidamente para a fase final de extinção de mais uma era civilizacional. Após Lemúria, Mu e Atlântida, chega ao fim a atual era humana. Após milênios de violência, o Estado Democrático de Direito emergido com o sangue derramado dos séculos mais recentes viveu um efêmero período de consolidação, em meados do século XX em alguns lugares do Ocidente. De lá para cá seguiu em progressivo evanescimento, chegando agora ao ocaso, com os últimos lugares do planeta ainda democráticos como Estados Unidos, Israel, Japão e um ou outro centímetro quadrado de terra a mais prestes a também colapsarem. Nas "mid-terms" de novembro, as eleições parlamentares bianuais nos EUA, deverá ser selado o fim dos Estados Unidos da América e a extinção da atual era civilizacional. O Estado Democrático de Direito foi uma utopia fracassada fundada numa displicência: consciência do povo livre. Povo tornou-se uma palavra pejorativa, indicando uma escória inútil e desprezível.

 

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          Fala-se que guerra sempre existiu e que por isso o Apocalipse Bíblico nada teria descrito de excepcional. Mas não. Numa houve, na atual era civilizacional, ciência e tecnologia avançandíssimas e numa houve uma quantidade colossal de pessoas em total dependência de produtos e serviços e alcançando toda a extensão da face da Terra. Do ponto de vista logístico e entrópico, há uma enorme novidade que distingue a época atual dos séculos e milênios anteriores. A catástrofe atualmente em curso é algo excepcional sim. Nunca tantos meios de progresso exponencial existiram, meios que estão sendo empregados para a destruição geral. E o principal alvo é o povo, que vem sendo massacrado em toda parte por ditaduras, num processo de remonarquização absolutista global da ordem social.

 

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          Há até um imbróglio espiritual, pois falar do assunto enseja tomar partido de um lado e tratar de tragédias que não serão superadas sem violência e mais tragédias. É como se, a partir de dado ponto, se tornasse impossível falar, pois o que quer que se diga envolve violência e guerra. Noutras palavras: tratar do assunto significa o cometimento de pecado, tratar de morte como solução final. Espiritualmente chega-se a um ponto em que se tem proibida uma discussão, pois não há solução pacífica imediata teórica possível. Do ponto de vista material, chegou-se ao colapso civilizacional e isso fatalmente envolve morte, as guerras atualmente em curso.

 

          Há pouco mais de um século atrás não havia uma lâmpada, não havia uma torneira, não havia um chuveiro, não havia um fogão, não havia uma geladeira, não havia um vaso sanitário. Cada um vivia no seu pedaço de terra e precisava plantar e colher, ou caçar, para ter a comida do dia. Por todos os milênios da eternidade anterior assim foi. Essas coisas são novidade desse tempo atual, um tempo diferenciado, excpecional. Na foto ao alto (aproximadamente de 1960), por exemplo, tem-se uma criança, o primo do editor à esquerda, hoje com mais de 70 anos, o pai dele (tio já falecido do editor), a avó do editor (nascida em 1909 e falecida em 2009), a bisavó do editor e a trisavó do editor. A bisavó era nascida no tempo em que não havia uma lâmpada e uma torneira com água encanada. Nós convivemos com pessoas que conviveram com pessoas que viveram no tempo da escravidão, da monarquia e da ausência de energia elétrica. Essa foto ilustra o que nós estamos dizendo. Estamos no tempo do apocalipse bíblico propriamente dito. Ele está em pleno curso, um tempo excepcional, inaudito, quando se analisa a linha do tempo integral.

 

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          A profecia sobre esse tempo futuro foi acessada pelo médium apóstolo, mas com a visão de imagens de símbolos que, àquele tempo, seriam entendidos pelo apóstolo e que na atualidade têm signficado próprio. Por exemplo: Dragão refere-se à ditadura chinesa atual. Águia, refere-se aos EUA. Está em pleno curso. Assim como outros trechos proféticos, como o que trata de Gog e Magog (Apocalipse 20: 7-9).

 

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           Dito isto, vamos a uma maratona sobre a Guerra no Irã, em ordem cronológica. A ditadura iraniana praticou um VERDADEIRO GENOCÍDIO contra o próprio povo (revoltado contra o regime), com dezenas de milhares de pessoas sendo executadas a céu aberto, num verdadeiro massacre. O massacre contra o próprio povo (em manifestações) foi o estopim para o início de mais uma etapa da guerra EUA/Israel-Irã, pois se o regime faz isso contra o próprio povo, muito mais fará contra os inimigos de outros povos. A ditadura brasileira atual apoiou o massacre iraniano contra o próprio povo, pois no Brasil ela também massacra o povo: com censura e prisões ilegais. A etapa de genocídio virá também, quando chegar o tempo. Essa é uma rota de toda ditadura comunista que vai se aprofundando: censura, fraude eleitoral, perseguição política, condenações ilegais, prisões ilegais, assassinatos pontuais e... genocídio. E aqui não se trata de força de expressão, é crime de genocídio mesmo.

 

          O terrorismo não é uma criação do islamismo fundamentalista, é uma criação do COMUNISMO, um meio de ação, como a luta armada. Como vimos, a revolução teocrática de 1979 do aiatolá Khomeini no Irã foi na verdade uma armação soviética para derrubar o rei, o Xá Reza Pahlevi. O Irã não viveu até hoje, ao longo de toda a eternidade, um dia sequer de democracia. Não se sabe lá o que é isso. A revolução de 1979 em tese seria uma revolução democrática, mas ao final, como sempre no comunismo, os líderes revolucionários se transformaram em novos reis. E a plebe súdita continuou na miséria. Aiatolás seguem no trono como reis, até a morte, são vitalícios. Tudo foi estatizado no país, como numa revolução comunista. Mas os lucros do petróleo foram destinados ao sustento de castas de poder ditatorial que compuseram células autônomas de controle regional, tal qual aconteceria num comunismo, em teoria. Foi decepada a cabeça da serpente, o aiatolá Khamenei (sucessor de Khomeini), mas no lugar ficou uma hidra com várias cabeças que se regeneram e são continuamente decepadas. A atual fase da guerra se iniciou em 28 de fevereiro, com a eliminação seletiva de Khamenei.

 

          Daí em diante, apesar de todo sucesso militar israelense, segue-se num pântano que faz lembrar a guerra do Vietnã nos anos 60 e 70 e as guerras do Afeganistão, nos anos 80 (invasão soviética de 1979 a 1989 e invasão norte-americana de 2001 a 2021). Isso porque no regime comunista-terrorista o poder é formado por células autônomas que se substituem continuamente, caso seja necessário. Tudo dentro de um imenso território, formado por montanhas em toda parte, desde o litoral até o interior, formando o cenário perfeito para a guerra de guerrilha, para emboscadas, como se viu na II Guerra Mundial em 1942-43 em Stalingrado/Volvogrado. Ou como se vê em Gaza ou no Líbano. Um verdadeiro pântano, um atoleiro militar.

 

          A atual guerra é uma continuação, ainda em conseqüência, da luta entre o capitalismo e o comunismo no século XX. O comunismo soviético criou a revolução teocrática iraniana de 1979. A     Guerra Irã-Iraque de 1980 a 1989 foi uma continuação da guerra-fria, como se viu no Vietnã do Norte apoiado pela União Soviética e Vietnã do Sul apoiado pelos EUA anos anos 60/70, na Coréia do Norte x Coréia do Sul de 1950 a 1953, nas ditaduras militares na América Latina nos anos 60/70/80, nas ditaduras comunistas no Leste Europeu (a "cortina de ferro" do "Pacto de Varsórvia", contra a OTAN). Iraque apoiado por EUA e Irã apoiado pela URSS. A "guerra fria" foi uma guerra do PRIMEIRO MUNDO capitalista contra o SEGUNDO MUNDO comunista pelo controle do TERCEIRO MUNDO (os países não alinhados e economicamente atrasados como o Brasil). O COMUNISMO entrou em colapso com a queda do muro de Berlim em 1989 e com o colapso da antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) em 1991. Esse colapso do SEGUNDO MUNDO originou a GLOBALIZAÇÃO no início dos anos 90, período em que a ditadura chinesa foi cooptada pelos EUA, com a China sendo transformada na atual potência econômica capitalista de monopólio e escravidão, um novo reino monárquico travestido de comunismo. Fez-se com a China o mesmo que se fez com o Japão, apoio norte-americano para alavancagem industrial e econômica. O Japão continou sendo democrático. A China, não. Com a China se tornando grande, o Japão foi abandonado pelos EUA, seguindo na UTI da GLOBALIZAÇÃO desde os anos 90. Perdida a guerra para o Irã de 1980 a 1989, o Iraque invadiu o Kwait em 1991, iniciando a guerra do Golfo. Osama Bin Laden, o terrorista islâmico, foi criação dos EUA, para combater células islâmicas comunistas no Afeganistão. Mais tarde voltou-se contra os próprios EUA. Com o crescimento econômico da China via monopólio e escravidão, EUA e Europa começaram suas decadências, começando a se transformar em lugares de TERCEIRO MUNDO, ou seja, economias atrasadas ou arruinadas. A Europa está morta e os EUA estão nos últimos suspiros (poderão morrer de vez aogra nas "mid-terms" de novembro, caso Trump perca o controle do Legislativo e, na seqüência, em 2028, não faça o sucessor).

 

          A ditadura fundamentalista muçulmana baseia-se na idéia da mulher submissa, escrava sexual, o desejo de todo homem machista. Daí então o sucesso da revolução teocrática, uma tática comunista para derrubada do regime monárquico corrupto iraniano. Naquela época, 1979, a idéia comunista (para o golpe local) era radicalismo religioso e mulher submissa. Na atualidade, a idéia comunista é a mulher livre, "empoderada", promíscua, como meio de aniquilar a sociedade "patriarcal" do passado (como é a iraniana hoje), a base da sociedade, que assim destruída abriria caminho para a anarquia que facilitaria a revolução comunista. Mas a vigarice comunista foi encampada pelo facismo das oligarquias corruptas, travestindo-se como "cultura woke", a "bundamolice", a "idiotização" da sociedade, hoje plenamente alcançada em todo o Ocidente. Um meio de remonarquizar a ordem social, com a vigarice comunista unida ao fascismo oligárquico corrupto patrimonialista. O Estado foi transformado num feudo, num instrumento de crime organizado, para subjugação do povo imbecilizado, travestindo-se o fascismo oligárquico totalitário corrupto de vigarice comunista, compondo-se um super bloco fascista, a união da extrema direita fascista oligárquica corrupta do século XX com a extrema esquerda comunista vigarista. Quem é honesto e democrático é chamado de extrema direita, mas é a extrema direita travestida de comunismo quem diz isso, o fascista acusando os outros de fascismo.

 

          Toda a tecnologia empregada para a destruição: drones, satélites, GPS, mísseis, tanques, vírus de laboratório, vírus de computador, armas químicas e armas nucleares. A informatização crescente que seria libertadadora do povo converteu-se, por displicência do próprio povo cretino, em coleira de prisão e jugo, com cada pensamento sendo espionado e controlado. Empregos foram ceifados pela automação industrial crescente, entrando-se agora na era da IA. Uma devastação gigantesca de empregos e negócios vem ocorrendo, com tudo se concentrando em "hubs" na China, formando-se um monopólio global, ao passo que o mercado consumidor é devastado, criando-se um ciclo vicioso paradoxal: para quem os monopólios venderão? Quem vai recolher os impostos por vendas não realizadas? Como o Estado corrupto vai bancar os favores estatais para silenciar o povo cretino sem arrecadação tributária? Há um ciclo vicioso de auto-destruição exponencialmente crescente e que a cada etapa se torna cada vez mais hiperbólico, com décadas de aniquilação geral se convertendo em meses de implosão econômica.

 

          A inepta Kamala Harris, do grupo fascista oligárquico corrupto travestido de comunismo vigarista, se fosse a presidente eleita em 2024 nos EUA, teria feito o mundo já ter alcançado o Armagedon. Os EUA não apoiariam Israel e este seria obrigado a atacar o Irã com bombas nucleares. Com a vitória de Trump, a guerra tem se contido, por ora, dentro dos meios convencionais. Mas poderá derivar para guerra nuclear se até as "mid-terms" o regime iraniano não tiver sido aniquilado.

 

          Dentro dos EUA há imensa parcela imbecilizada do povo, um cancro social irreversível. É o grupo que apóia as políticas comunistas, fascistas e corruptas do Partido Democrata. Mas do outro lado, entre eleitores republicanos, os votos em Trump não foram basicamente por garantia de liberdade e democracia, a vitória se deu por questões econômicas, dado que no governo democrata a economia andou mal. Neste cenário, a tendência é a economia andar mal, com inflação elevada. Isso faria Trump perder o controle do Legislativo e depois não conseguir fazer o sucessor, fazendo um dos últimos países ainda democráticos (os EUA) caírem, capitularem perante o crime organizado formado pelo super bloco fascista da extrema direita fascista oligárquica unida aos vigaristas comunistas da extrema esquerda. Daí em diante, já a partir de novembro/26, todas as ditaduras do mundo (Cuba, Venezuela, Irã, Rússia, China, Brasil, etc.) iriam revigorar o jugo sobre o povo, alcançando-se uma rigidez norte-coreana em matéria e opressão ditatorial. Ao mesmo tempo em que um colapso econômico estaria em curso, com a continuidade das guerras, guerras entre as ditaduras - que se comportam como os reinos de muito pouco tempo atrás - ocorreriam. O planeta lixo se tornaria integralmente um planeta-prisão, um campo de concentração geral, como em Alschwitz na II Guerra Mundial. O povo massacrado por ditaduras e na miséria. No Oriente Médio ou na Ucrânia, o Apocalipse é pleno, integral, consumado. Espraiar-se-á agora para o resto do mundo.

 

          O regime iraniano precisa cair e precisa cair logo, antes que a economia mundial seja engolfada pelo aumento do petróleo, o que desencadearia o "great reset", com o colapso do mercado de títulos públicos. O "reset" inviabilizaria a continuidade do governo Trump e faria os EUA capitularem perante o crime organizado, zerando-se no planeta a era civilizacional. Neste cenário, de contínua escalada, instalações industriais, de petróleo, de gás, de energia e de dessalinização de água do mar serão destruídas em todo o Oriente Médio e fatalmente se chegará ao uso de armas nucleares, por ambos os lados. Daí em diante, o uso de armas nucleares se espalharia para outros conflitos, como o da Ucrânia ou de Taiwan. A invasão por terra do Irã é impraticável sem altíssimo custo, o que, em último caso, ensejaria o uso de armas de destruição em massa, como uma bomba de nêutrons ou coisas do tipo. Não há retorno. É impossível retroceder. Um retrocesso dos EUA significaria a continuação do regime iraniano e o revide, com armas nucleares depois. E significaria também uma massacrante derrota eleitoral para Trump, com a capitulação irreversível e final dos EUA e de todo o planeta.

 

          Não seremos nós aqui ridiculamente que diremos o que e como será feito. Os serviços de inteligência têm muito mais informações e sabem mais do que qualquer um como lidar com a situação e quando tudo pode ou não caminhar para os desdobramentos máximos. Ao mesmo tempo, não estamos dizendo que Trump é perfeito. Mas ele é o que se tem, a carta disponível. Alta e muito boa, mas não perfeita. Mas nada mais há no baralho que o iguale ou supere. É ele ou nada. Da mesma forma, não estamos condenando aqui a ideologia teórica da Esquerda, que precisa existir e se fazer presente, para servir de contraponto de equilíbrio contra o abuso utilitarista cretino liberal, o foco exclusivo no próprio umbigo, em busca de custo zero. Se a Esquerda não existisse, a escravidão estaria aí até hoje, assim como as monarquias absolutistas formais. E se o mundo fosse comunista desde o início todos viveriam em ocas de índios, sem uma lâmpada, sem uma vela, sem um fósforo. É sempre preciso lembrar tudo isso, pois visões maniqueístas nada explicam da realidade a fundo. A extrema direita é o REI. E foi do abuso dele que nasceu a extrema esquerda. Do ponto de vista teórico, a Extrema Esquerda foi algo necessário na História. Mas, chegando ao poder, em toda época e em todo lugar, a Extrema Esquerda se entorpeceu com o dinheiro da corrupção, transformando-se numa nova Extrema Direita, novos reis, fantasiados de comunistas. São como homens que se declaram no documento (no discurso) do sexo masculino, mas que na verdade (na prática), dão o rabo, ou seja, são reis, esqueceram do povo, dos súditos, dos escravos. Lula, por exemplo, foi um líder necessário, que teve um papel em dado tempo. Mas chegando ao poder se transformou num ladrão, um ditador, na verdade um boneco, um fantoche da antiga oligarquia, para dar ar de que o povo está no poder. A corrupção tinha a "desculpa" comunista de que "os fins justificam os meios". Mas depois de décadas no poder nada mudou, só se agravou, de forma irremediável. O eleitor de Esquerda mesmo hoje está órfão, como sempre esteve. Nunca alguém o representou dignamente. Ao mesmo tempo, lembramos que não há guerras entre povos ou entre países, há guerras entre ditadores e de ditadores contra povos. Para nós, o povo do mundo inteiro é um povo só e onde quer que haja uma injustiça ou alguma opressão isso nos irrita de igual forma. É nojento. A ditadura é como um câncer social, não pode ser tolerada por conta de interesses econômicos, como acontece na realidade. Assim deveria ser, ou seja, intolerável. Mas nas democracias o umbigo do povo tudo atrapalha, prevalecendo os interesses econômicos em detrimento da liberdade e da própria democracia, um ciclo vicioso paradoxal de burrice coletiva. Ditaduras seguem avante porque não dependem de voto do povo, nelas o umbigo do povo não importa, há apenas o rabo do povo subjugado continuamente arrombado.

 

          Além da guerra no próprio Oriente Médio, o terrorismo poderá se espalhar pelo resto do mundo, gerando instabilidade (o ataque terrorista tradicional, como o do WTC em 11-9-2001). Paradoxalmente, um gravíssimo atentado dentro dos EUA poderia gerar maciço apoio à guerra e a Trump. Isso em condições normais. Mas com um povo imbecilizado, o resultado pode ser o contrário. Os imbecis apoiariam a retirada das forças dos EUA. A ditadura no Irã recrudesceria e conseguiria produzir a bomba atômica, jogando-a depois contra os imbecis. Esse é o resultado da idiotização, a perda da noção do perigo. Tudo isso poderia então precipitar um ataque nuclear contra o Irã, riscando o país e o problema do mapa, sendo aí nesse caso sacrificada a parte da população inocente que é contra a ditadura. A guerra terá então de continuar como está, indefinidamente, não há como retroceder. Em algum momento a resistência iraniana poderá ruir. Assim poderia ser, não houvesse a barreira das "mid-terms" de novembro.

 

          Num cenário, digamos, positivo, a guerra no Irã poderia ser vencida, com a queda do regime. Na imediata seqüência os EUA se voltariam contra a ditadura cubana, um problema bem mais fácil de resolver. Depois disso, o próximo alvo seria a ditadura brasileira, onde, pelo andar da carruagem, as autoridades corruptas poderiam ser seletivamente também eliminadas, dada a ligação com o narcotráfico e o terrorismo internacionais, algo já sobejamente conhecido e a cada dia mais ricamente comprovado. A única diferença entre a ditadura brasileira e ditaduras russa, iraniana, cubana, chinesa, venezuelana ou norte-coreana é não se ter chegado à etapa do genocídio, como meio de sufocação do povo. Mas a isso se chegará, quando for necessário, pois o espírito é o mesmo, não se trata de ideologia e sim de bandidagem, crime organizado na mais pura acepção do termo.

 

          Feito este breve resumo introdutório, vamos aos vídeos sugeridos sobre a guerra no Irã. Estão em ordem cronológica, partindo do genocídio contra o povo iraniano praticado pelo próprio regime e a eliminação do escroto ditador Khamenei até os dias de hoje, um mês depois. O canal HOJE NO MUNDO MILITAR não é de geopolítica ou de análise política, é um canal de um aficcionado pelas armas da II Guerra Mundial, é um canal de um entusiasta do assunto guerra, independentemente de quem sejam os atores ou quais sejam os motivos. Por isso, o foco é no aspecto logístico da guerra e não no político, daí então sua acurácia cirúrgica e sua credibilidade. Já outros canais, como o REALIDADE MILITAR, também mencionado, têm foco na notícia, não tendo havido tempo para se analisar se têm algum viés de desinformação a serviço da ditadura interna ou de outras ditaduras. 

 

CONTINUA NA PARTE 2/7

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