30-03-2026 - PARTE 2-7 - O FIM DA UTOPIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO E A EXTINÇÃO DE MAIS UMA ERA DE CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA
30-03-2026 - PARTE 2-7 - O FIM DA UTOPIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO E A EXTINÇÃO DE MAIS UMA ERA DE CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA
Nos vídeos que seguirão na seqüência, temos em resumo os seguintes assuntos:
Pelo menos 30 mil manifestantes já foram executados pelo regime iraniano, chegando-se a se falar em 100 mil. O número é incerto, pois não há mais internet no país e tudo segue sob censura. Não há retorno, uma vez construída a bomba atômica, ela será lançada, o regime precisa ser eliminado. A guerra a conta-gotas, como tem sido, evitando-se uma invasão por terra, é uma guerra assimétrica, com alguns elefantes combatendo contra milhões de formigas. A guerra na Ucrânia já completou quatro anos, sendo um parâmetro para uma guerra de desgaste sem fim que pode estar agora em curso no Irã. Num paralelo, a eliminação de Khamenei no Irã seria o equivalente a eliminação de Lula no Brasil: o regime continua, pois está tudo corrompido: STF, STF, PGR, Senado, Câmara, Imprensa, grandes empresas do setor privado em lavagem de dinheiro, etc. Matar um só não resolve, pois o regime é fechado, sem brechas para que uma oposição viável cresça e apareça. A eliminação de um regime assim teria de ser como um "strike" de boliche, com várias levas de descarga. É o que tem sido feito no Irã, mas de modo pontualmente contínuo, pois a estrutura ditatorial é em boa parte horizontal. Na ditadura brasileira, uma operação de assassinatos seletivos teria muito mais efeito, pois o brasileiro é um covarde sem ideologia. No Irã isso não tem produzido tanto efeito porque a mentalidade de todo o estamento é terrorista. O estreito de Ormuz foi fechado e países vizinhos estão sob ataque. Embora constitua um imenso desastre regional, depois que as estruturas industriais nos países vizinhos estiverem destruídas, assim como tudo no Irã, o regime não terá mais o que fazer, exceto lançar uma bomba nuclear suja contra tropas invasoras em terra ou contra Israel. Houvesse tempo e os EUA não dependessem de eleições, o regime iraniano certamente seria derrubado após longo desgaste. A questão é que há pouco tempo, uma janela de pouquíssimos meses, após o que entrará em cena o grande fator de desenlace: o povo nos EUA fazendo cocô na urna e votando no Partido Democrata. Isso será a vitória permanente e irreversível do crime organizado ditatorial mundial. A ajuda da Ucrânia aos países árabes com as tecnologias para combate contra drones funciona para Israel, que fica longe do Irã, mas quase nada serve para os países do Golfo Pérsico, muito próximos da zona de lançamento (a tecnologia ucraniana detecta os drones pelo barulho com centenas de quilômetros de antecedência, com sensores colocados próximos à zona de lançamento e longe do destino final). Derrubada a ditadura iraniana, os próximos alvos serão a ditadura cubana e depois a ditadura brasileira atual. Com o fechamento do estreito de Ormuz, os principais prejudicados são países asiáticos com o Japão, que entrarão em colapso. Os terroristas são terroristas, manobram muito bem na teoria dos jogos. Avisaram que vão levar o mundo junto caso sejam derrotados. Isso significa um ataque nuclear, caso seja possível construir uma bomba com o urânio disponível, uma bomba suja que seja. Nesse cenário, o corte total da energia seria uma alternativa, inviabilizando-se qualquer atividade local, que não dependa do apoio de outras ditaduras como a russa e a chinesa. A ditadura chinesa assiste a tudo de camarote, esperando a debacle dos EUA, para só depois invadir Taiwan. Os drones estão em toda parte, no ar, no mar e no fundo do mar. Só não se falou ainda numa guerra com robôs, algo impraticável, por ora, em se tratando de guerrilha urbana. Tudo segue como dentro de uma loja de cristais, pois uma devastação amplamente ruinosa poderia fazer a parcela do povo iraniano contrária ao regime se voltar contra os EUA ou não ter meios de ação num país sem água, sem comida, sem informações e sem energia. A ditadura iraniana atacou base da OTAN na Turquia com armas nucleares guardadas e míssil de longa distância foi lançado contra base norte-americana no Oceano Índico, a mais de quatro mil quilômetros de distância, o que significa que a Europa inteira pode ser atingida por mísseis nucleares iranianos. Uma invasão por terra, em tese, neste cenário, é algo inútil e perigoso, se feito com pequena quantidade de pessoas. Soa mais como desperdício e suicídio proposital. É uma tragédia. Na verdade mesmo, seria preciso uma invasão por terra como foi a do Iraque em 2003, mas ainda maior, uma invasão para conquistar território, tal qual a que o ditador Putin faz. Pondo-se abaixo o regime e o próprio Estado, colocando-se um ponto final definitivo no terrorismo comunista fundamentalista islâmico, tornando o território parte dos EUA, um protetorado. A estrutura iraniana de poder segue o padrão comunista teórico, sem uma grande hierarquia vertical, mas com uma grande estrutura horizontal, como se fosse um exército onde só há soldados, que se substituem uns aos outros, tornando as operações de assassinatos seletivos um pesadelo sem fim, algo como enxugar gelo. Seja como for, uma vez iniciada esta tática israelense de combate, será preciso insistir nela até o fim, até quebrar a resistência e o moral. Desistir não fará tudo retornar à estaca zero; fará, pelo contrário, a estratégia comunista ser vitoriosa e um exemplo para os próximos combates. Israel parar agora significaria matar o Demônio e ver no lugar milhões de diáconos do inferno surgirem no lugar, mas com "status" de Satanás. Parar não é voltar para a estaca zero, é votar a -200%, significaria a vitória iraniana arrasadora em que o remédio para uma doença em vez de matar o vírus fez recrudescer o vírus. Se vencido o desafio iraniano, isso ficará de exemplo para outras ditaduras de merda como a cubana e a brasileira, que são ridículas. A ditadura brasileira apóia o terrorismo iraniano e tem ligações com ele, o que tornaria as autoridades corruptas locais alvos a serem também eliminados. Caindo a ditadura iraniana, os maiores desafios restantes serão a ditadura russa e a ditadura chinesa. Sempre lembrando que o que move mais as forças de guerra são os interesses econômicos e não propriamente a luta por democracia e liberdade. Por essa razão, e também por questões bélicas nucleares, as ditaduras russa e chinesa são toleradas. Há uma cooperação entre as ditaduras, o chamado "Eixo do Mal": Rússia, China, Irã, Coréia do Norte, Cuba e Venezuela. A este "Eixo do Mal" a ditadura brasileira atual está integrada e deverá ser um dos próximos alvos, quando resolvido o problema iraniano. Enquanto isso, a Europa já morta segue sendo cremada, um chiqueiro totalitário fascista consumido pelas chamas dos aumentos de custos de energia provocados por duas guerras ao mesmo tempo. E está agora ao alcance de mísseis iranianos, que poderão conter ogivas nucleares. Além disso, centenas de milhares de imigrantes escondem células terroristas adormecidas que poderão ser ativadas a qualquer momento. O maior custo da guerra não é o bélico, é o econômico geral, pois o aumento do preço do petróleo gera inflação e está fará os juros subirem, levando ao colapso do mercado de títulos públicos. E aí não será possível custear a guerra, pois moedas poderão colapsar num "flash-crash", ignificando o "reset", que vem sendo prorrogado continuamente desde 2008 com impressão de dinheiro. Enquanto isso, células terroristas adormecidas poderão entrar em atividade dentro de EUA e da Europa, fazendo os prejuízos e danos da guerra se espraiarem para o Ocidente, para dentro de casa. Aviões destruídos e soldados mortos começam a dar o ar da realidade, que até então era só um passeio no parque, uma guerra aérea sem conseqüências, um "videogame". Ao mesmo tempo, sabotagens escancaradas ou veladas em subdmensionamento de projetos começam a produzir efeitos, como no navio de guerra encostado por problema nos banheiros. Do outro lado, munição tipo "cluster", um míssil carrega carga explosiva que se fragmenta antes do impacto, danificando grande área ao redor do alvo. Trump muda o discurso o tempo todo, adequando-se aos desdobramentos, fazendo manobras para ganhar tempo enquanto as condições logísticas não estão implementadas para novas ações. Não há uma guerra contra o povo iraniano, contra o país. Há uma guerra contra uma ditadura terrorista que planeja lançar ogivas nucleares. Uma guerra inadiável, que precisa ser resolvida agora, pois depois será impossível. Não adiantará invadir o país com comandos para recuperar urânio enriquecido, mantendo intacto o regime. Urânio ou armas nucleares prontas poderão ser fornecidos por ditaduras do "Eixo do Mal". Ou o regime é posto abaixo, ou nada feito. Não adianta mais meias-soluções, será preciso criar um protetorado. E o custo disso é impraticável. As novas tecnologias como os drones tornaram os combates bélicos um jogo sem vencedor, um ralo de escoamento sem fim de dinheiro. A invasão de ilhas como a de Kharg (o "hub" de exportação de petróleo iraniano, o porto onde os navios petroleiros atracam, por haver maior profundidade no golfo Pérsico) é outro desperdício, pois se criará um ponto que precisará ser defendido contra mísseis e drones, drenando recursos. Mais fácil seria destruir tudo logo de uma vez, caso se optasse por essa idéia (estamos aqui apenas de relance tratando dos pontos, sem entrar em desdobramentos detalhados, que poderiam importar outras conclusões). Uma invasão por terra no estilo tradicional demandaria centenas de milhares de soldados, com alto custo financeiro e em mortes. Além do Exército formal, a ditadura iraniana tem a guarda de perseguição política e proteção do regime, a força de matança, de genocídio. "Pegar o urânio" no Irã ajuda, mas não é a solução final, que tem de ser a queda do regime. Mesmo porque nada garante que todo o urânio será encontrado e removido para fora do país. Caindo o regime, fica mais fácil encontrar o urânio ainda restante. Mas sem o regime cair, nada garante que todo o urânio será encontrado, ficando aberta a porta para ajuda do "Eixo do Mal". Informações sobre deserções de forças militares iranianas e de guerra civil são ainda esparsas, mas pelo menos em alguns pontos estes eventos estão acontecendo no Irã. Guardas do regime estão sendo atacados.
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