16 SETEMBRO 2026
23:44:09
INFORMATIVO - MATÉRIAS
14-09-2026 - PARTE 1-4 - EXATAMENTE COMO DISSEMOS: GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS (PT X PMDB). GUERRA ESCANCARADAMENTE ABERTA LEVA TRIBUNAL INTEGRALMENTE CORRUPTO (STF) À DISRUPÇÃO

14-09-2026   -   PARTE 1-4  -  EXATAMENTE COMO DISSEMOS: GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS (PT X PMDB). GUERRA ESCANCARADAMENTE ABERTA LEVA TRIBUNAL INTEGRALMENTE CORRUPTO (STF) À DISRUPÇÃO

 

          Os corruptos todos estavam sedentos por um "relatório de inteligência" real. Por alto e resumidamente, é o que temos por ora:

 

          Descrever passo a passo os absurdos em curso no STF é ocupação para dementados dentro de um hospício. Não há mais sentido. O que importa é saber o que produz os movimentos, por qual motivo efetivo embates estão em curso.

 

          A Polícia Federal é órgão do Poder Executivo e como tal é sujeito a interferência direta da presidência, ocupada por um ladrão. Depois da "Lava-jato" iniciada em 2014 e desmantelada em 2021, nenhuma investigação que tenda a ameaçar as altas cúpulas de poder tende a prosperar e produzir impacto. Se algo prospera, é porque é direcionado, é proposital, contra alvos previamente escolhidos.

 

          Em condições normais, a corrupção nas polícias, no ministério público ou no judiciário já mata no ninho as grandes investigações, como se viu na "Operação Castelo de Areia" da Polícia Federal iniciada em março de 2009 e anulada pela corrupção no STJ em abril de 2011. Essa seria uma investigação que levaria a resultados gigantescos, como os vistos na "Operação Lava-jato" da Polícia Federal iniciada em 2014. A "Lava-jato" prosperou porque começou investigando lavagem de dinheiro e dela chegou aos doleiros e a um executivo da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Houve displicência das cúpulas corruptas, que acreditavam na época que em algum ponto tudo seria obstado pela corrupção, do delegado, do promotor ou do juiz (excepcionalmente uma constelação honesta de autoridades se formou no Universo: delegados, procuradores e juiz; jamais se imaginou nas cúpulas que isso pudesse existir, pois o Estado como um todo é um lixo e não produz coisas deste tipo). Eis que de imediato um doleiro, Alberto Yousseff, e o executivo da Petrobras Paulo Roberto Costa, delataram, entregando dezenas de figuras das altas cúpulas da política. Quando a cúpula corrupta no Executivo, no Legislativo e no Judiciário acordou, já era tarde, a fileira de dominós caindo já tinha avançado demais, tornando insuportável o desgaste político de interferir de alguma forma para obstar as apurações e punições.

 

          Na ocasião, o procurador-geral petista corrupto Rodrigo Janot, o "filho da puta" e "mau caráter" do fundo do bar, separou os grupos de políticos delatados em PETs separadas, resultantes de inquéritos separados, os chamados "quadrilhões". Um dos "quadrilhões" era o PT e outro dos "quadrilhões" era o PMDB de Temer/Sarney. Aí já havia nascido a idéia do uso seletivo das informações. O plano era poupar o "quadrilhão" petista e ferrar os demais, abrindo já aí o plano de "venezuelização" (havia a "lava-jato" no primeiro grau, idônea, e a "lava-jato" seletiva no STF, para quem tinha foro). Mas no fim a criminosa Dilma Rousseff foi cassada e toda a programação de uso político seletivo da "lava-jato" no STF caiu por terra.

 

          Para contornar o desgaste político de interferir nas investigações e anulá-las por meio da cúpula judiciária integralmente corrupta no STF, o crime organizado petista/peemedebista lançou mão da ditadura sanitária em 2020/22, para tirar do foco a "lava-jato" de Curitiba na primeira instância e tirar o povo das ruas, que exigia "impeachment" de ministros do STF alcançados obliquamente pela "Lava-jato" de Curitiba. Com isso, a "lava-jato" foi fraudulentamente anulada pelos corruptos do STF no início de 2021, já com as ruas esvaziadas pela histeria midiática proposital, criminosa e terrorista que levou pânico à população.

 

          Com a volta do crime organizado petista/peemedebista ao controle do Poder Executivo  -   após a fraude eleitoral na urna e nos tribunais em 2022, já havendo a experiência acumulada na ação penal 470 do Mensalão no STF em 2012 e a experiência acumulada com a ditadura sanitária para anular a "Lava-jato"  -,  o crime organizado voltou ao controle,  portanto, da Polícia Federal. A corrupção na Administração Pública faz parte da realidade normal de qualquer época ou lugar e é sempre aproveitada pelas ditaduras, que usam dela para acobertar crimes antes de chegar ao poder ou cometidos já no poder. Mas no crime organizado comunista ditatorial a corrupção passa a ser meio de ação, passa a ser regra na reformulação administrativa. Assim, na atual ditadura, tem-se a banda podre normal da polícia, sempre presente, e tem-se a banda podre seletiva, que atua a serviço do regime e já é construída a partir do aparelhamento criminoso, tal como se fez no STF de 2003 (era Lula) até hoje. De 2002 para trás o que havia no STF era a corrupção normal, em que uma banda podre atuava sempre vendendo sentenças para qualquer um. De 2003 em diante se iniciou um aparelhamento criminoso seletivo, em que vendas de sentenças para todos e para qualquer situação continuam, a menos que fosse necessário perseguir rivais, quando então vendas de sentenças são negadas, fazendo parecer que há alguma honestidade. Negadas para os rivais, mas mantidas para os amigos do Partido. Em 2013 chegou-se a um STF 100% corrupto com maioria petista. A partir de 2017, com a entrada do corrupto Alexandre de Moraes indicado pelo corrupto Temer, seguindo-se depois a indicação de corruptos por Bolsonaro (não por decisão voluntária consciente de Bolsonaro e sim por decisão inconsciente, atendo-se apenas a escolher quem não fosse petista mediante sugestão de terceiros), a maioria petista na Corte integralmente corrupta foi reduzindo, até que o corrupto Barroso deixou o tribunal por medo da Magnitsky, quando então as bandas podres do tribunal ficaram em pé de igualdade, cinco corruptos a serviço da organização criminosa petista e cinco corruptos a serviço das organizações criminosas não petistas (PMDB, PSDB, "centrão").

 

           As organizações criminosas petista (de Lula/Dirceu) e peemedebista (de Temer/Sarney) e associadas (Kassab, Dória, Aécio, Valdemar, etc.) estiveram associadas de 2003 a 2016 no Mensalão e no Petrolão (suborno do Legislativo com dinheiro de corrupção no Executivo). Antes de 2003 as organizações criminosas petista e peemedebista eram rivais, não eram associadas. Associaram-se com a chegada do ladrão Lula ao poder na eleição de 2002. 

 

          De 2016 a 2018 as organizações criminosas petista e peemedebista estiveram em guerra por conta do "impeachment" da criminosa Dilma Rousseff em 31.08.2016. O vice-presidente Temer assumiu, era um dos chefes da organização criminosa peemedebista.

 

          De 2019 a 2022 as organizações criminosas petista e peemedebista voltaram a se unir, dentro e fora do STF. Unidas contra Jair Bolsonaro, o pai.

 

          Com a condenação e prisão de Jair Bolsonaro no processo fraudulento no STF, as organizações criminosas julgaram-se livres para sempre do "bolsonarismo", acreditando que com a farsa no STF conseguiram "fazer a cabeça" do povo, acreditaram que conseguiram incutir na mente das pessoas que Jair Bolsonaro era um golpista, um criminoso.

 

          Supostamente resolvido (na mente das organizações criminosas) o "problema Bolsonaro", as organizações criminosas petista e peemedebista voltaram à guerra entre facções criminosas, guerra pela manutenção de maioria dentro do STF, ou seja, qual facção criminosa teria mais bandidos no STF, Supremo Tribunal Federal. A organização criminosa petista indicou o corrupto Jorge Messias (o eterno "Bessias" da cartinha de Dilma de 2016), mas o nome foi rejeitado no Senado pela organização criminosa peemedebista de Temer/Sarney e organizações criminosas associadas. A vaga do corrupto Barroso continua desde então em aberto.

 

          As organizações criminosas petista e peemedebista estão (ao mesmo tempo):

 

          a) em guerra; guerra pela vaga aberta no STF, que dará à facção criminosa vencedora o controle da maioria no STF (6 em 11);

 

          b) unidas; unidas contra o "bolsonarismo", unidas contra Flávio Bolsonaro (o filho de Jair Bolsonaro), agora candidato a presidente.

 

          Assim, as facções criminosas estão em guerra uma contra a outra, mas ao mesmo tempo estão unidas contra os Bolsonaro. Brigam entre si pela vaga em aberto no STF, mas estão unidas no que diz respeito à fraude eleitoral para impedir que o "bolsonarismo" volte ao poder.

 

           Ao mesmo tempo, Alexandre de Morais foi incluído no rol de sancionados pela Lei Magnitsky nos EUA por conta do abuso de autoridade cometido contra empresas norte-americanas de internet no Brasil. A inclusão (só dele sozinho) se deu por conta de uma maluquice vista no Brasil: a idéia de que um juiz sozinho teria poder de implantar uma ditadura, inclusive dentro do próprio colegiado judicial. A realidade é que Alexandre de Moraes fez o que fez em nome do grupo, em nome de todo o tribunal, que é integralmente corrupto. Mas o corrupto Alexandre de Moraes se tornou figura proeminente por causa de uma tática comunista empregada contra ele pela máfia petista na guerra de facções criminosas (PT X PMDB) iniciada em 2017. Naquela época a própria máfia petista atacava Alexandre de Moraes e havia inclusive escalado um "jornalista" (ex-sindicalista) - o suposto paraplégico - para ser o principal denunciante na internet contra Alexandre de Moraes, numa perseguição seletiva. Na tática comunista de desmoralização (descrita por Olavo de Carvalho) a idéia é desmoralizar alguém individualmente perante o próprio grupo, forçando o grupo (a ser também combatido) a se desfazer do indivíduo que se torna alvo. Em vez de atacar todo o grupo, foca-se num indivíduo em particular, até ele ser destruído, para assim minar o grupo. Essa tática comunista empregada pela máfia petista numa vingança particular contra Alexandre de Moraes e capitaneada pelo melancia paraplégico teve sucesso, pois foi repercutida pela mídia a serviço da máfia petista também. Daí em diante, o corrupto Alexandre de Moraes se tornou o "imperador" e a tática de focar só nele (como se ele sozinho fosse o culpado de tudo no STF) continuou, com todos (todo mundo mesmo) seguindo o embalo. Nesse embalo embarcou Donald Trump, ao incluir Alexandre de Moraes sozinho entre os sancionados pela Magnitsky, quando na verdade o tribunal inteiro deveria ser sancionado e não apenas uma autoridade corrupta isolada. Donald Trump, aí, enveredou para um absurdo: incluir um único juiz como sancionado, como se um juiz sozinho mandasse no país inteiro. Este absurdo, provavelmente, foi o que mais pesou na exclusão de Alexandre de Moraes da lista de sancionados, em que pese interesses comerciais e geopolíticos de Trump. Seja como for, Alexandre de Moraes se tornou um estorvo para todos, pois se tornou o exemplo vivo do que poderia acontecer aos demais (o que, aí no caso, faria algum sentido em se tratando de sanção de Trump contra um em vez de contra o colegiado, pois sancionando um colocaria-se medo nos demais, que poderiam retroceder). Mas no fim a sanção não funcionou, a ditadura trucou e isso levaria a um caos financeiro. Por algum tempo, enquanto perdurou a imbecilidade da Magnitsky imposta a apenas um quando deveria ter sido imposta contra todos, Alexandre de Moraes se tornou um estorvo para todos. Se ele fosse morto, o sistema financeiro não seria afetado pelas conseqüências da Magnitsky. Tornou-se, então, por algum tempo, conveniente para a ditadura se livrar de Alexandre de Moraes. A isso se juntou um desejo pessoal do ladrão Lula por vingança (briga de facções de 2017 aqui comentada) contra Alexandre de Moraes.

 

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           Levando-se em conta todo este cenário, a organização criminosa petista procurou então resolver vários problemas com uma única ação, matar vários coelhos com uma só pedrada:

 

          a) livrar-se de Flávio Bolsonaro (usando o filme "Dark Horse", que a princípio, em tese, não configurou, pelo até agora visto, algo criminoso por parte de Flávio);

 

          b) livrar-se da organização criminosa peemedebista e da ala dela dentro do STF, colocando todo mundo na cadeia e ficando sozinha no poder, como Chávez fez na Venezuela, um partido único, sem oposição e sem aliados (livrar-se de Mendonça, Nunes Marques, Gilmar e Moraes, todos corruptos);

 

          c) livrar-se de Alexandre de Moraes e do problema da crise no sistema financeiro em face da lei Magnitsky.

 

          Qual foi a solução?

 

          Montar a armadilha do Banco Master. Assim, a máfia petista na Bahia uniu-se ao empresário Daniel Vorcaro, em que em 2018 comprou o Banco Máxima (uma corretora criada em 1974 que em 1990 se tornou banco). O novo banco uniu-se ao governo petista baiano no programa CredCesta, o que fez o banco crescer exponencialmente. A estrutura passou a ser utilizada para lavagem de dinheiro de narcotráfico (PCC) e, pelo visto agora, também para um novo "mensalão", com políticos corruptos e autoridades corruptas recebendo milhões lavados por meio de contratos de prestação de serviços (como se viu com os R$ 130 milhões de Alexandre de Moraes, usando a esposa para lavar o dinheiro da propina). O suborno ao STF pelo Executivo, pago por meio do Banco Master.

 

           Os corruptos sabem quem são os corruptos e em quais esquemas eles todos estão metidos, não há segredo, os operadores de lavagem de dinheiro são comuns.

 

           O Banco Master, com suas bebidas e prostitutas, tornou-se a ilha de Epstein brasileira, com vagabundos à vontade reunidos festejando a corrupção, trocando mensagens alegremente em celulares, fechando contratos de lavagem de dinheiro e rindo à toa. Todo mundo estava nesse barco, petistas e não petistas, incluindo corruptos do STF, do STJ e da PGR. Andrei, Moraes e Gonet estavam nesse barco, todos juntos. E agora uns passam rasteira nos outros, a mando de quem está sacaneando também os paus-mandados (antes havia o "justiçamento" comunista, agora há o "sacaneamento" - quem ajuda a foder com os outros leva depois um pau no cu também).

 

          Flávio Bolsonaro, bestamente, envolveu-se com Daniel Vorcaro, negociando apoio para filme sobre a história de seu pai, "Dark Horse". O banco empataria recursos para custeio da produção e teria parte proporcional no rateio dos lucros em bilheteria, algo lícito, não tendo havido contrapartida por meio de ação governamental, diferentemente do que aconteceu no caso de Alexandre de Moraes. Noutra frente do caso, uma instituição brasileira responsável por parte da produção do filme no Brasil recebeu recursos provenientes de emenda parlamentar ao orçamento, valores em tese não direcionados especificamente ao custeio do filme e sim destinados ao custeio da instituição, que em tese atua em várias atividades. Assim, Flávio Bolsonaro, bestamente ficou numa situação limítrofe muito conveniente para a ditadura explorar deturpadamente como escândalo de corrupção, embora, em tese, a princípio, pelo até agora visto, nada ilegal ou imoral tenha ocorrido. Mas, seja como for, Flávio Bolsonaro fez uma asneira, uma lambança fenomenal: em plena ditadura envolver-se com recursos da ordem de dezenas de milhões de reais, dando de bandeja para o crime organizado ditatorial a faca e o queijo para enfiar no cu dele. Jamais ele deveria ter se envolvido nisso, dando margem para um cipoal financeiro da ordem de dezenas de milhões de reais e figurar no imaginário geral como mais um corrupto. Foi uma lambança. Realmente uma merda a idéia de fazer este filme. A história de fato, real, que importa, que explica, que traduz a realidade, que merece ser contada, que merece virar filme, é a história da corrupção no STF, que é a raiz de tudo. Jair Bolsonaro foi só o "azarão", nunca alguém apostou nele. Ele só se destacou por ser o único político honesto com mais do que traço na intenção de voto em 2018, concorrendo só com ladrões. É por isso que foi eleito, era honesto e tinha por premissa de campanha arroz e feijão, ou seja, o básico: lugar de bandido é na cadeia, povo tem de estar armado, oposição à cultura "woke", oposição ao comunismo, apoio ao capitalismo, alinhamento com os Estados Unidos na geopolítica, corrupção zero. Todos os outros concorrentes de 2018 com alguma chance pregavam o exato oposto disso tudo e eram corruptos, por isso perderam e Bolsonaro foi eleito. Mas, chegando ao poder, era necessário ter um "staff" pronto, era preciso conhecimento tecnocrático robusto, era preciso ter um plano de governo detalhado, era preciso ter um partido político próprio. Nada disso tinha Bolsonaro, mas era o que bastava em face do desastre então reinante. Bolsonaro resistiu à tentativa de assassinato ordenada por Dirceu. E venceu a eleição. Vencida a eleição, veio: Putz! E agora? Vou ter de governar! Caraio, véio! A toque de caixa foi montada uma equipe por sugestão de terceiros, aglutinando-se em torno dele uma multidão de oportunistas e impostores (melancias), como o próprio vice-presidente Mourão. No poder, foi barrado de todas as formas pela corrupção no STF e teve seu governo sabotado pela ditadura sanitária (inicialmente descrita), sendo depois fraudulentamente condenado pelo mesmo tribunal corrupto que sabotou seu governo. Essa é a história de Bolsonaro. Mas no filme ter-se-á provavelmente mais proa e loas do que poucas e boas, ou seja, a história bíblica de um tribunal integralmente corrupto que foi a base de toda a desgraça vista no país no último quarto de século, a base de uma ditadura de assassinos e terroristas, os mesmos que ordenaram a facada em Bolsonaro em 2018 e o colocaram na cadeia em 2025, apeando-o do poder na fraude eleitoral de 2022. Essa é a verdadeira história que realmente merece ser contada num filme, ao custo de dezenas de milhões de reais que seja. Mas não, isso não estará no filme. Flávio Bolsonaro entrou de graça numa lambança, tornando-se um dos alvos da armadilha petista chamada Banco Master.

 

          O procurador-geral corrupto Gonet, um imbecil, estava na parada também, junto com toda a patota do STF e da política, trocando mensagens com o banqueiro corrupto lavador de dinheiro. Mas não é isso que diz que Gonet é um corrupto. Sua corrupção vem de sua atuação na PGR, em abuso de autoridade contra Bolsonaro na fraude do 8/1, vem da prevaricação com que tratou os escândalos sucessivos no STF e na própria PGR na "lava-jato". O Banco Master é só a cereja do bolo. O corrupto Alexandre de Moraes fez mais, R$ 130 milhões, jatinho, charuto. Mensagens prometendo proteção com base em informação sigilosa. Interferência no Banco Central para reverter liquidação do banco. Vagabundos como Lewandowski, Toffoli e Fux estão na parada também, corruptos de outros carnavais, com relações umbilicais com o banqueiro corrupto. Lula, o ladrão, Jacques Wagner e companhia, estão no rolo também, junto com Lulinha e o "careca do INSS", mas isso não importa, a PF lulista de Andrei vai levantar tudo, mas só será aproveitado o que for de interesse: por no cu da ala não petista no STF e por no cu de Flávio Bolsonaro, por no cu de quem tem culpa e por no cu de quem não tem culpa, não importa, basta que seja não petista. Esse é o jogo. E dessa farsa a mídia corrupta é parte principal no direcionamento das indignações, o que está patente até para cegos. A grande mídia petista corrupta e podre é parte da sacanagem petista corrupta contra o corrupto Alexandre de Moraes.

 

          Esse foi o Banco Master, banco para lavagem de dinheiro do narcotráfico e para lavagem de dinheiro da corrupção no STF e no Congresso, mas principalmente uma armadilha para pegar patos idiotas que se esbaldaram em festas nus. A investigação é válida, as provas são cabais. Mas o que importa é fazer uso seletivo das informações na fase judicial. Mas para isso a máfia petista precisa ter o controle da PGR. E não tem. Mas a PGR está no rolo também. Para o ladrão Lula basta apenas destituir Gonet, uma prerrogativa da presidência. Não é necessário 2/3 ou 3/5 do Senado para a destituição. Basta maioria absoluta, sendo a iniciativa da presidência da República (art. 128, § 2º, da Constituição Federal), não é necessário o "impeachment", basta a destituição pura e simples. E esse é o caminho para por ainda mais fogo no rolo e dar à máfia petista de vez as rédeas da situação. E a máfia petista sabe disso, não são idiotas. Conversamente, a máfia peemedebista de Temer/Sarney comportou-se como uma cambada de energúmenos, deixando-se flagrar e cair agora nesta ratoeira que fisgou todo mundo da ala não petista do tribunal, exceto André Mendonça (ele é da ala não petista, mas por ora não está no escândalo Master). Drácula, o vampiro Temer, apareceu com cara de cu dando entrevista, vendo a viola em caco e já sem moral, com cara de quem já perdeu, cara de mané. Já o "velhaco" aposentado, o corrupto Marco Aurélio, do eterno "cravo e da ferradura", deu entrevista sobre o assunto. Traduzindo a fala dele, o conselho que ele dá é esse: o tribunal como um todo deve agir como corpo único, deve agir de forma corporativista, dando uma banana para os padrinhos políticos de ambas as facções, tomando as rédeas da situação e fazendo cessar a guerra, para salvação de todos, anulando tudo preliminarmente, sem entrar no mérito. O tribunal precisa parar de cumprir as ordens da máfia petista. Esse é o conselho do "velhaco". Mas o "camarada" Fachin é o stalinista a serviço de Dirceu, não fará isso. O corrupto "Maria vai as outras", o sofista petista Fux, poderia ceder, é um bundão, mas mais sensato. Ele cederia, seria razoável, mas pode ser chantageado pela imprensa a serviço de Dirceu. Na imprensa corrupta há agora divisão também, com alguns a serviço de Temer e a maioria a serviço de Dirceu. Há uma guerra instalada também na mídia, mas em menor proporção. A grande mídia corrupta quase toda está a serviço de Dirceu e quer Alexandre de Moraes e sua ala fora do STF.

 

CONTINUA NA PARTE 2/4

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