18-08-2026 - PARTE 1-6 - ASMR - GUERRA NO IRÃ. FALTAM 76 DIAS PARA A EXTINÇÃO DA HUMANIDADE.
18-08-2026 - PARTE 1-6 - ASMR - GUERRA NO IRÃ. FALTAM 76 DIAS PARA A EXTINÇÃO DA HUMANIDADE.
Muitas pessoas sentem-se relaxadas ao verem ou ouvirem algumas coisas, sentem sono, relaxamento ou uma gostosa preguiça. Às vezes pode ser tédio; por exemplo, alguém lendo um texto de direito civil, algo muito chato e sem emoção. Isso dá sono. Há mais de uma década surgiram na internet vídeos voltados justamente para essas pessoas, vídeos de ASMR. Nada havia de estudo científico na sensação provocada por tais imagens ou sons e pioneiros na produção de vídeos destinados a servir de sonífero inventaram a sigla ASMR, significando "Autonomous Sensory Meridian Response", ou resposta autônoma sensorial do meridiano. De técnico mesmo no nome só há a "resposta sensorial", que é o sono, o relaxamento ou a preguiça. Pode ser também o arrepio provocado por uma massagem sem conotação sexual. O "meridiano" e o "autônomo" são termos inventados sem qualquer conotação científica, clínica, anatômica, biológica ou médica. A sigla "pegou" e se refere a vídeos que dão sono. Pode ser alguém lendo algo tedioso bem baixinho, alguém embrulhando um presente, alguém manipulando objetos, simulando um atendimento médico ou consulta, etc. São vídeos hoje de muito sucesso destinados a quem quer dormir ou relaxar. No Brasil duas das pioneiras mais famosas neste ramo estão abaixo (as ASMR número 1 do Brasil - e tem muita gente fazendo sucesso com isso e fazendo bem feito):
SWEET CAROL - ASMR TE RECEPCIONANDO A BEIRA MAR APÓS VIAGEM DE NAVIO - IMPÉRIO OTOMANO
SWEET CAROL - ASMR: ESTOU DENTRO DE VOCÊ | SOM IMERSIVO 3D
GAÚCHA ASMR - ASMR CENTRO DE DESCOMPRESSÃO SENSORIAL (DESLIGANDO SUA MENTE SOBRECARREGADA)
O canal abaixo, VIVA ISRAEL, é um dos nossos canais sugeridos sobre a guerra do Irã. É muito bom, destrincha bem a história. Mas a guerra do Irã está empacada e o assunto se tornou motivo para tédio. O canal é bom, mas estamos usando ele para dormir também, como ASMR (nós estamos usando esse canal também para dormir):
VIVA ISRAEL - A MENTIRA NUCLEAR: O QUE A MÍDIA INVENTOU HOJE E O VERDADEIRO ULTIMATO EM WASHINGTON
Já a guerra da Ucrânia está mais movimentada e não dá tanto sono (veja no canal do nosso querido e amado Peter Turguniev, pseudônimo de Ricardo Albuquerque):
MUNDO EM REVOLUÇÃO - 2026-08-17: RÚSSIA PREPARA BASES PARA ATACAR POLÔNIA E BASES DA OTAN
===================
Em resumo, em princípio, Trump irá "cozinhar o galo" ("fazer cera", enrolar, "empurrar com a barriga", adiar tediosamente) até as "mid-terms" em 3/11/26. A idéia é conter qualquer abalo econômico colossal que possa prejudicar o desempenho do Partido Republicano nas eleições legislativas de meio de mandato. Definição sobre a guerra do Irã, agora, só depois de 3/11/26. Só depois disso, e a depender do resultado eleitoral, eventuais medidas severas poderão ser tomadas contra a ditadura iraniana, caso a logística permita (e não constituiria supresa alguma se mais adiante se revelar que a história dos arsenais dos EUA em níveis críticos seja uma mentira inventada só para servir de desculpa para um pausa, uma pausa para evitar uma crise financeira pior do que a de 2008 - a pausa serve também, em tese, para que se prepare outros métodos, como o uso massivo de drones). A ditadura iraniana pacientemente espera, na expectativa de que o gado político norte-americano preocupado com o próprio umbigo vote nos corruptos do Partido Democrata e aí isso deixe Trump engessado. De agora até 3 de novembro teremos ASMR militar no Irã. Na Ucrânia a situação segue diferente, prosseguem os jogos mortais (Putin está agora preso dentro da casa).
CANAL DO WELGACZ (WELGACZ) - O PARANÓICO PUTIN SE ESCONDE E SE ISOLA E A EXPLOSÃO DO CAOS INTERNO NA RÚSSIA
========================
Estamos a 76 dias das eleições de meio de mandato ("mid-terms") nos EUA. A cada dois anos há eleições no Legislativo. A Câmara dos Representantes é inteiramente renovada e um terço do Senado é renovado. No Senado Trump tem maioria de 53 a 47 e das cadeiras em disputa, 35, 22 são de republicanos. Já na Câmara dos Representantes a vantagem de Trump é mais irrisória e há chance se perder a maioria. Assim, as alternativas são perda da maioria no Legislativo e engessamento do governo, perda de maioria apenas na Câmara, o que engessaria o governo também, ou manutenção da maioria atual. A segunda alternativa é a mais provável das três: perda da maioria apenas na Câmara, com o governo seguindo daí em diante engessado, sem conseguir aprovas mais medidas que sejam necessárias, mas ao mesmo ao mesmo tempo sem que haja maioria para desmanchar o que já foi feito. Assim, o crime organizado oligárquico fascista do "Deep State" encastelado no Partido Democrata voltaria a deter um naco de poder, iniciando-se a partir daí um desgaste progressivo para Trump e sinalizando a vitória das ditaduras e do crime organizado no planeta. Todas as ditaduras e governos corruptos do mundo, a partir daí, renovariam o moral, ganhando fôlego, o que incluiria a ditadura brasileira atual, cuja eleição fraudulenta se dará antes, com primeiro turno em 4 de outubro e segundo turno em 25 de outubro. Assim, a fraude eleitoral no Brasil será levada a cabo, novamente, sem que haja clareza sobre o cenário nos EUA.
---------------------------
Iremos para o inferno por tratarmos disso aqui, guerra. Mas não adianta ficarmos floreando a coisa e contando com milagre. As pessoas vão comer cocô e isso não faz parte de qualquer tolerância santificante que se pretenda praticar numa vida humana material porca. Ninguém aqui é santo e as pessoas terão de se mexer se não quiserem se tornar escravas. Não se trata de violência gratuita, de ódio, de vingança ou de maldade. Trata-se de sobrevivência. As pessoas nos EUA precisarão se preparar na janela de tempo ainda restante com o máximo de armas e munições para o que seria uma guerra civil. Os Estados de maioria republicana deverão se separar do país, constituindo um novo Estado livre, seja cada Estado separado ou com vários Estados unidos num novo país, separado da escória constituída pelos Estados de maioria democrata, onde o crime organizado (oligárquico, ditatorial, fascista, corrupto, totalitário e travestido de socialismo) já venceu e se consolidou, como por exemplo Califórnia e Nova Iorque. A grande maior parte do planeta já é hoje constituída por países tomados por organizações criminosas que transformaram o Estado em instrumento de crime organizado, Estados nacionais transformados em ditaduras sanguinárias (ex.: Rússia, China, Cuba, Coréia do Norte, Irã, Venezuela, Brasil, etc.). Quase todos os países europeus já foram também dominados pelo crime organizado totalitário fascista oligárquico corrupto travestido de socialismo (ex.: Inglaterra, Espanha, França). Na Europa a ditadura está mais avançada, com as violações de liberdades fundamentais transformadas em leis, sem que houvesse oposição à altura, com as populações sendo já docilmente domesticadas. Não há retorno quando se chega a estes níveis de opressão criminosa. Os EUA estão nesta trilha também, estando já gravemente contaminados, sendo o governo Trump - por mais volúvel que tenha sido - uma pausa neste processo e uma tentativa de reversão. A hora agora não é de escolher entre um suposto doce de leite (republicanos) e um suposto caramelo (democratas). A hora agora é de escolher entre arroz com feijão (republicanos) e cocô (democratas). Não é hora de escolher qual a comida mais gostosa. É hora de escolher se vai se comer comida ou se vai comer merda. É apenas isso. E o povo burro, o gado, é sempre propenso a votar na merda achando que é doce de leite. Uma vez os democratas recuperando poder, isso sinalizará para o mundo a força e a vitória do crime organizado fascista ditatorial, dando novo fôlego a todas ditaduras do mundo, aumentando o moral de todos os ditadores, pondo-se fim ao atual ciclo de limpeza política iniciado com a vitória de Trump no final de 2024, depois do que o ditador da Venezuela Maduro foi capturado e o ditador do Irã, Khamenei, foi morto. Na fila estavam ainda as ditaduras de Miguel Díaz Canel em Cuba, Putin na Rússia e Lula no Brasil. A ditadura de Xi, na China, ficaria como o último grande redutor ditatorial ainda no planeta. Não há retorno quando se chega a este nível de ditadura como hoje visto em Cuba, Coréia do Norte, Venezuela, Irã, Brasil, Rússia ou China. E pode se incluir aí hoje também a Europa. A Europa está morta e a situação é irreversível. As pessoas nos EUA precisam URGENTEMENTE então se organizar em grupos paramilitares, estar em prontidão, com organizações políticas com planos já avançados de secessão, para garantir assim a liberdade e a democracia. Armas e munições na máxima quantidade possível devem ser adquiridas e mantidas para a derrubada do próximo governo ditatorial que venha a ser instalado, algo que é quase inexorável. Esse é o verdadeiro "guarda-chuva", a verdadeira "capa de chuva" para a dita "travessia" tão falada no canal Xeque Mate Global. Assim que o próximo governo ditatorial for instalado, a suprema corte judicial será aparelhada e se iniciará o desarmamento e a violação dos direitos humanos e civis, como já ocorre nas demais ditaduras. Povo desarmado se torna gado manipulável, descartável, se torna lixo sobre o qual se pisa sem a menor cerimônia. Qualquer PODER se estabelece e se mantém pela força das ARMAS. Militares, como se tem visto ao redor do planeta, ocupam meros cargos públicos, sendo na atualidade entorpecidos pela vaidade, pelas vantagens dos cargos e pelos subornos. Não se pode mais contar com militares em parte alguma do planeta. O próprio povo tem de estar militarizado. Como dito no início, iremos para o inferno por dizer isso aqui. Mas é a realidade material planetária no momento. O simples fato de o povo estar armado e em prontidão já sinalizada para os canalhas da política que não haverá tolerância para com a palhaçada. O rei foi para a guilhotina em 1789 e os políticos corruptos do mundo hoje como Putin, Khamenei, Canel, Lula, Xi, Maduro, Kim, etc., são os reis da atualidade, os monarcas absolutistas. Somente pela força das armas esses canalhas virão abaixo. Pelas armas eles se impuseram (com polícias transformadas em órgãos de perseguição política) e pelas armas eles caem, caíram ou cairão. Todas as guerras do planeta hoje em curso NÃO SÃO POR FRONTEIRAS ou questões étnicas. SÃO GUERRAS DE DITADORES CONTRA POVOS. Guerras de governos ditatoriais contra os próprios povos.
===========================
Dito isso, vamos ao escândalo mundial da vez envolvendo Anthony Fauci nos EUA.
Fauci era conselheiro médico-chefe do presidente dos Estados Unidos, de 2021 a 2022. Foi diretor do NIAD (Instituto de doenças alérgicas e infecciosas), onde atuou de 1984 a 2022. Foi o principal coordenador das políticas públicas nos EUA para tratar da "pandemia" COVID-19.
Foi encontrado um diário no qual o ex-conselheiro deixava claro que, na visão dele, tudo que se falava ser "teoria da conspiração" e que se buscava censurar era na verdade o que ele achava ser o mais provável ou ser a própria realidade, que ele ajudou a esconder.
Com a mudança de governo, um novo secretário foi escolhido para a área no governo Trump, iniciando-se investigações que levaram ao encontro do diário, sendo Fauci então convocado para depor em CPI no Senado, recusando-se o ex-conselheiro a responder a 115 perguntas, alegando direito ao silêncio previsto em emenda constitucional. Recusou-se a responder porque foi desmascarado, ficando sem ter como inventar mais mentiras para contornar a situação.
Audiência de Fauci no Congresso ocorreu em 29.07.2026, perante comitê no Senado para responder a questionamentos sobre a origem da COVID-19 e sua gestão. Diário dele (que foi encontrado) com 1100 páginas de anotações cobriu o período de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Anotações estavam em arquivos em servidores do próprio governo. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), sob gestão de Robert F. Kennedy Jr., localizou os registros em computadores do próprio governo e disponibilizou o conteúdo para uma investigação em curso no Congresso. O presidente do comitê de investigação no Senado, senador Rand Paul, obteve acesso às anotações onze dias antes da audiência no Senado e divulgou o conteúdo, trazendo a público o escândalo que levou à convocação de Anthony Fauci para depor no Senado. As anotações continham registros de conversas iniciais sobre a origem do coronavírus e reflexões pessoais reservadas de Fauci e o conteúdo estava em contradição com o que ele dizia em público. Fauci foi convocado para depor sobre por qual motivo dizia uma coisa reservadamente, num diário, e o inverso em público. Negou-se a responder a 115 perguntas, permanecendo em silêncio, alegando exercício de direito constitucional ao silêncio, pois não tinha como se esquivar: disse por escrito em reservado, num diário, uma coisa e disse o contrário em público em livro e em entrevistas e discursos oficiais. O diário não era um caderno de papel ou agenda escondido em casa, era um arquivo digital (documento de texto) produzido em computador de trabalho governamental, computador do NIAID, "National Institute of Allergy and Infectious Diseases), enquanto Fauci ainda trabalhava no Instituto, ditando as regras de como seria o combate à "pandemia". Houve o descuido de deixar a confissão em arquivo em computador governamental, passando o conteúdo a ser propriedade do Estado. Com a mudança de governo e das regras sobre disponibilização de conteúdos de servidores governamentais, o comitê do Senado teve acesso à informação contida nos servidores. Nas anotações havia críticas a Trump, reflexões sobre a imprensa e sobre a origem do vírus. Houve uma ingenuidade e uma displicência de se armazenar informações de cunho pessoal em computadores do Estado. Fauci era servidor público já há décadas e durante a pandemia teve o hábito de anotar coisas no próprio serviço, pois tinha uma rotina extenuante. Não imaginou que houvesse alguma devassa que chegasse até as anotações. Acreditou que tudo permaneceria blindado pelo "Deep State" já consolidado. As anotações serviriam para montar um livro de memórias que ele chegou a lançar depois. Registros cotidianos de figuras de alto escalão são feitos rotineiramente, para que detalhes históricos não sejam perdidos pelo esquecimento. O deslize foi desconsiderar que tudo que é gerado, digitado ou armazenado em redes governamentais pertence ao governo. O novo secretário do HHS, Robert F. Kennedy Jr., ordenou uma varredura em onze servidores do órgão em busca de informações sobre a pandemia e aí as anotações de Fauci foram encontradas. Os arquivos foram repassados ao comitê do Senado liderado pelo senador Rand Paul. O objetivo da investigação no HHS pelo comitê do Senado era apurar a origem da COVID-19 e investigar se Fauci e o alto escalão das agências de saúde mentiram ou ocultaram informações do Congresso.
As investigações buscavam respostas para três perguntas principais:
1) Houve financiamento de pesquisas de ganho de função? O NIAID, chefiado por Fauci, financiou, direta ou indiretamente, por meio de organizações intermediárias (como a Eco Health Alliance), pesquisas de manipulação de vírus no Instituto de Virologia de Wuhan, na China?
2) Era cogitada a hipótese de o vírus ter escapado de algum laboratório?
3) Houve esforço coordenado para abafar discussões científicas sobre "lockdowns", uso de máscaras e vacinação obrigatória?
A resposta para as três perguntas é SIM; houve pesquisa de ganho de função indiretamente financiada, a hipótese predominante era de que o vírus era de laboratório e veio do laboratório e houve esforço coordenado para abafar as opiniões contrárias aos "lockdowns", ao uso de máscaras e à vacinação obrigatória, sendo que Fauci sabia que essas medidas seriam inúteis ou pouco efetivas. Tudo foi uma grande palhaçada e Fauci sabia que seria uma grande palhaçada.
Conteúdo de computadores usados por Fauci e de "e-mails", memorandos e correspondências internas dele foram minuciosamente varridos em busca dessas informações. Chegou-se, então, ao diário.
Desse escândalo trata o vídeo abaixo, que nos demos o trabalho de transcrever o áudio para que não passe batido:
LEANDRO RUSCHEL - BOMBA! DIÁRIO DE FAUCI EXPÕE COMO A PANDEMIA FOI USADA PARA CONCENTRAR PODER E CALAR CONSERVADORES
O áudio do vídeo acima é a seguir transcrito:
Fim de março de 2020. Quase 5 mil americanos já tinham morrido. O homem que fechou os Estados Unidos e que influenciou de forma determinante o fechamento do planeta inteiro senta e escreve no seu diário. Não escreve sobre os mortos, não está preocupado sobre todo sofrimento que está acontecendo. Ele escreve que ganhou a capa do Washington Post. Escreve que a fama nacional e internacional é explosiva e inimaginável. E escreve palavras dele: "Não é exagero dizer que hoje eu sou a pessoa mais famosa e mais comentada do país. Semanas depois, com os casos passando de 30 mil, ele coloca no diário: "A imprensa está enlouquecida comigo". Enlouquecida no bom sentido, né? Esse homem é Anthony Fauci e 1141 páginas de um diário dele acabaram de vir a público, demonstrando a verdadeira personalidade de quem esteve por trás da maior onda totalitária que varreu o mundo nas últimas décadas, produzindo danos difíceis de serem calculados e que são sentidos até hoje. Preste atenção, porque não é sobre pandemia. Existe um método aí. Acha-se uma emergência, pode ser sanitária, pode ser climática, econômica, política, tanto faz. Declara-se que a emergência é grave demais para o debate normal. Concentra-se poder e cobra-se tudo com o manto da ciência, porque contra ciência ninguém discute. Quem pergunta não é o adversário político. É um negacionista, que precisa ser censurado e até mesmo preso, pra benefício do país, da sociedade. Não foi assim que se colocou de pé toda a censura e perseguição no Brasil em nome da "defesa da democracia"? Agora, Fauci é um caso de estudo perfeito. E antes que alguém tente a defesa fácil, guarde este detalhe: os diários parecem ter sido escritos para uma autobiografia futura. Ou seja, não é um desabafo ali pra ele mesmo pego fora de contexto. É a versão que ele pretendia contar de si mesmo pro mundo, pra história. Ele se incrimina no rascunho da própria lenda que ele queria construir. O Senador Rand Paul, que preside a comissão de segurança interna do Senado, liberou os documentos no final de semana. No novo depoimento que Fauci fez ao Congresso, ele resolveu invocar o seu direito ao silêncio. Ele sabe que não tem como responder as perguntas. E o perdão de Biden supostamente o protege por atos praticados até o 20 de janeiro de 2025. Se ele mentir agora, sob juramento, não tem mais proteção alguma. O narcisista totalitário sabe que não tem como apagar o que está escrito no diário. E tem cinco pontos que a gente pode abordar aí nesse diário. Número um: em 26 de janeiro de 2020, ele coloca o seguinte, abre aspas: "Agora sabemos que o mercado não era a fonte, era o amplificador.", fecha aspas. De janeiro para fevereiro, numa reunião com uma dúzia de virologistas de primeira linha, só uma minoria sustentava a origem natural. Ele colocou isso no diário. Os demais suspeitavam de manipulação, por causa do sítio de clivagem, né? Aquele, é, aquela característica que eles chamam de clivagem de "furina". E porque Shi Zhengli fazia pesquisa de ganho de função em Wuhan havia anos. Em abril, na Fox News, Fauci afirma que a pandemia foi resultado direto dos mercados de animais vivos. Repete no Congresso, repete no livro que ele escreveu mais adiante. E o laboratório de Wuhan recebia dinheiro americano por subcontrato da Eco Health Alliance, financiado pelo Instituto de Saúde que Fauci presidia. Ou seja, lá no diário ele deixa claro que existia uma dúvida clara e até uma certa maioria de expectativa, de percepção, de que o vírus teria sim saído de laboratório. E diante do Congresso, diante da imprensa, diante da sociedade americana, ele insistia que a origem do vírus era animal e que a tese de vírus do laboratório era teoria da conspiração. Pessoas foram censuradas e perseguidas por isso que ele falou e ele claramente estava mentindo, tentando se proteger. Ele mentiu também sobre a letalidade.No diário, ele coloca que essa letalidade era por volta de 01 a 03 [0,03%] por cento, parecida com uma gripe sazonal mais forte. Ele escreveu uma tese, num jornal de medicina, colocando que possivelmente a mortalidade ficava bem abaixo de 1%, só que, depois de escrever no diário e escrever essa tese num jornal de medicina, ele foi até o Congresso para dizer que era por volta de 1%, com objetivo claro de forçar medidas como "lockdowns" e outras, né, como a vacinação obrigatória. Ele também mentiu sobre o "lockdown". Ele disse no diário, escreveu no diário, que convenceu Gavin Newson e o Bill de Blasio a fechar escolas e paralisar a economia. Depois, né, anos depois, ele disse numa entrevista, e falou isso novamente no Congresso, que jamais tinha defendido "lockdown" de coisa nenhuma. Ou seja, ele falou uma coisa com autoridades, como esses governadores, colocou no próprio diário que convenceu e depois disse que nunca defendeu esse tipo de medida, né, teve essa cara de pau. O diário também ficou claro que ele perseguia quem discordava dele. Em 14 de julho de 2020, Fauci registra que pediu à Casa Branca que calasse o economista Stephen Moore e impedisse a publicação de um artigo crítico. A ameaça nas anotações dele, "se não fizerem isso, a comunidade acadêmica inteira vai atacar o presidente. Aos autores da declaração de "Great Barrington", o Jay Bhattacharya, Sunetra Gupta, o Martin Kulldorff, cientistas de Stanford, Oxford e Harvard, ele chamava de "três patetas", ou seja, não era um cientista ali preocupado com o debate em torno de teses, era um burocrata autoritário utilizando o seu poder para mandar os outros calarem a boca e impedir o debate científico. E essa vaidade tinha preço. O diário, né, não é só um inventário de elogios, ele traz também documentos que mostram ele instruindo um servidor, instruindo um assessor dele, a como coletar, né, e direcionar os recursos de prêmios que ele ganhou durante a pandemia. Não é simplesmente um defeito de caráter, é o uso da máquina pública para buscar troféu, enquanto o país estava fechado. E a imprensa era sócia. O diário mostra Fauci alimentando o âncora Jack Taper, da CNN, com perguntas sobre política da pandemia. Mostra jantares com Taper e a sua esposa e Fauci anotando sobre a enxurrada de perfis elogiosos. País precisa de alguém em que ele pode se inspirar diante da presidência de Trump. Ele sabia exatamente qual o papel estava desempenhando e a redação também. E agora preste atenção como esta mesma imprensa está cobrindo o próprio flagrante. Ninguém escondeu, aqui nos Estados Unidos pelo menos, o diário. Fizeram melhor, né. Eles simplesmente apresentaram isso com uma outra visão. Washington Post abriu pelo lado pitoresco, " o cientista que achava Trump um amigo". A CNN escreveu que Paul alegava sem evidências com o ganho de função, numa outra passagem do diário. As contradições documentadas, viraram divergência entre dois senhores que não se gostam, né, entre o Rand Paul e o próprio Fauci, nenhuma palavra sobre as claras contradições do Fauci com ele mesmo, né, do Fauci público com o que ele colocava no diário. E a imprensa brasileira fez pior ainda, nem fala disso, simplesmente silêncio no radar, silêncio absoluto. Essa mesma imprensa que acusou quem falava sobre a origem laboratorial do vírus como teórico da conspiração, como promotor de "fake news" ou até mesmo como criminoso, né. Quem questionava qualquer coisa em relação a qualquer tratamento ou qualquer medida também era tratado desta forma. E agora, essa mesma imprensa, que foi o veículo principal, para implementar esse regime autoritário, durante a pandemia, simplesmente cala, porque eles não querem, né, que a história mostre que eles operaram basicamente como o braço de propaganda de um regime de exceção, um regime autoritário, que foi estabelecido. O Rand Paul aponta dois casos claros, mentir ao Congresso, que é crime, e destruir registros públicos. E você entende porque Joe Biden, nos minutos finais do seu mandato, assinou um perdão preventivo obrigando qualquer crime federal cometido por Fauci desde 2014. E por que 2014 é importante nesse caso? Porque foi exatamente quando iniciaram os repasses para os estudos de ganho de função. Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder. Agora olha pro Brasil e me diz se você não reconhece o método (a emergência que suspende a normalidade, a "ciência" como carimbo de autoridade, a imprensa que não fiscaliza, que não questiona nada, apenas colabora, o cidadão que pergunta tratado como criminoso). O "Wall Street Journal" fechou o editorial sobre essa questão dos diários com a pergunta certa: depois de ler esses diários, o que resta perguntar é porque permitimos que uma pessoa assim nos governasse daquela forma. Eu respondo: porque convenceram o povo de que questionar era crime. Não confie em ninguém que precise de uma emergência pra governar você. Outras emergências surgirão e eles tentarão novamente passar por cima dos mais fundamentais dos direitos. E não existe direito mais fundamental do que o direito de perguntar.