15-07-2026 - PARTE 4-4 - ABSURDO INSANO. TRUMP FEITO DE PALHAÇO.
15-07-2026 - PARTE 4-4 - ABSURDO INSANO. TRUMP FEITO DE PALHAÇO.
O incidente ocorrido na Suíça em 2002, de onde os sabotadores tiraram os parâmetros de altitude e tempo para o disparo de compensador intermitente, é reproduzido na simulação que nós fizemos no vídeo abaixo, que não faz parte da série final. Na época deste vídeo já tínhamos concluído que o avião caiu por um disparo de compensador, mas não tínhamos feito ainda simulação completa do acidente de 2014 com os dados do Cenipa. Era uma série provisória, ainda inicial. Só está disponível essa parte dessa série inicial:
Incidente na Suíça em 2002 comentado e reproduzido de 01h40min17s até 02h00min00s:
MAY DAY DESASTRES AÉREOS 2015 - OVER, OVER AND OVER AGAIN PARTE 1/4 - RELOADED 2016
=> Em resumo, nesse INCIDENTE NA SUÍÇA EM 2002 (e no vídeo toda esta complexidade é explicada passo a passo), flapes acionados dão mais sustentação, o que ajuda a forçar o nariz da aeronave para cima. Em baixa velocidade, como no pouso, a tendência do nariz é descer, o que obriga o piloto a ficar levantando o nariz para ver a pista e evitar tocá-la com o trem de pouso dianteiro primeiro. Essa tendência de baixar o nariz em baixa velocidade era compensada pelo estabilizador móvel, que se move quando os flapes estão acionados. Assim, a mais de 200 nós os flapes quando acionados causam grande tendência de levantar o nariz (subir, aumentar a altitude). E com flapes acionados, o estabilizador móvel fica em posição para forçar o nariz para cima. Com estas duas forças gerando tendência de nariz para cima (estabilizador móvel e flapes acionados), o compensador (que é a menor superfície das três na cauda da aeronave - estabilizador, profundor e compensador, três aerofólios conectados), o piloto automático colocava todo o compensador para cima, para compensar a forte tendência de subida, compensar as altas forças produzidas pelos flapes e pelo estabilizador móvel que moviam o nariz para cima. Ao se recolher os flapes a mais de 200 nós (algo proibido nesta aeronave), o estabilizador móvel move-se para posição de cruzeiro, mas este movimento é muito lento. E enquanto ele está se movendo o compensador continua levantado. Com o estabilizador se movendo para posição de cruzeiro e com flapes sendo recolhidos, a forte tendência de nariz para cima vai sumindo o avião começa a mergulhar, pois o compensador ainda está levantado (o compensador se move rápido). Com o avião mergulhando, o piloto desliga o piloto automático. Mas quando o piloto automático é desligado o compensador pára se mover automaticamente e fica paralisado na posição em que estava quando foi desligado o piloto automático. No caso, o compensador parou levantado. E o piloto esqueceu de movimentar manualmente o compensador (seja com os botões elétricos no manche, seja movendo manualmente a "trim wheel" no console, a roda/disco/manivela que comanda manualmente o compensador - quando movimentado manualmente, o compensador tem movimento lento, pois ele existe para ajuste fino das tendências de subida e descida que mudam o tempo todo). O piloto na Suíça simplesmente esqueceu de mover os compensadores que estavam levantados e trazê-los para posição neutra ou próxima de neutra. Enquanto isso, o compensador levantado produziu monstruosa força sobre o profundor (este é controlado pelo manche), tornando impossível para os pilotos mover os profundores, que foram abaixados pelo compensador que estava levantado. Enquanto isso o avião seguiu descendo, ganhando velocidade e com isso aumentando as forças do compensador sobre o profundor (são dois compensadores e dois profundores, os à direita da cauda e os à esquerda da cauda, separados pelo estabilizador vertical, ao qual está acoplado o leme). Depois de algum tempo o piloto lembrou de verificar os compensadores e os moveu para posição neutra, conseguindo então mover os profundores e nivelar a aeronave antes do impacto contra o solo. Para evitar esta situação, a recomendação era manter os flapes abaixados e reduzir a velocidade para menos de 200 nós e só então recolher os flapes (aerofólios que ficam na asa e funcionam como marchas de um veículo: cada posição de flap tem a sua velocidade máxima de uso, aumentando a sustentação em baixas velocidades, mas ao mesmo tempo gerando mais arrasto). Aventou-se na época que esta teria sido a causa do acidente com Eduardo Campos, mas explicamos em detalhe nos vídeos que isso está descartado. A combinação espaço-tempo do início da arremetida até o ponto de impacto torna impossível esta hipótese, pois o estabilizador móvel se move muito lentamente quando os flapes são recolhidos. E ainda havia um sensor que impedia este movimento no caso desse erro acontecer (erro de recolher os flapes a mais de 200 nós). No relatório final do Cenipa isso ficou também muito bem explicado. O piloto na Suíça em 2002vacilou ao esquecer de mover os compensadores para neutro depois de desligar o piloto automático. Se tivesse movido logo de imediato, o profundo mergulho teria sido abortado ainda no início. Foi daí que veio o "insight" para se desvendar o caso Eduardo Campos: um movimento intermitente dos compensadores, um intermitente rápido, sobe e depois desce, ao invés de um intermitente longo, como na Suíça, provocado pelo piloto, que esqueceu simplesmente dos compensadores, deixando-os levantados e só depois de demasiado tempo lembrou de movê-los para posição neutra, posição na qual não produzem qualquer efeito sobre os profundores, deixando leve o manuseio deles. Todo este escarcéu está explicado em detalhes ilustrados nas partes 8 e 9 da série de vídeos que fizemos. Abaixo temos o "link" para a "playlist", partes 2 a 13:
PLAYLIST, PARTES 2 A 13, MAY DAY DESASTRES AÉREOS 2016 RESOLVIDO EDUARDO CAMPOS ASSASSINADO
Tudo isso para dizer o quanto Donald Trump está sendo pato ao usar um avião doado por amigos de terroristas. Um circuitinho bobo instalado dentro da aeronave e pronto. Já era. Todos saberão que foi uma sabotagem quando acontecer. Mas Trump terá morrido e isso será um troféu para a ditadura iraniana. E terá morrido de bobeira. Ditado antigo dizia: "De cavalo dado não se olha os dentes". Aceitar um presente suspeito é um absurdo. Por mais que se procure algum indício de sabotagem preparada numa aeronave gigantesca, a possibilidade de encontrar algo é quase nula, pois é enorme a quantidade de falhas que podem ser preparadas em vários sistemas. Por mais rigorosa que seja qualquer varredura, é quase impossível encontrar logo de imediato alguma armadilha preparada para derrubar a aeronave. Assim, aceitar (e usar!) o presente do Catar foi um suicídio, um atestado de ingenuidade e boçalidade. É como se fosse Bolsonaro almoçando na casa de Dirceu. O próprio presidente deveria se recusar a usar o presente. E o serviço secreto "come bola" mais uma vez ao permitir esse uso, dando mostra que para nada está servindo, ao contrário, está trabalhando para que matem o presidente Donald Trump.
A guerra no Irã retornou, mas os vídeos diários sobre a guerra se tornaram vídeos de ASMR. Vídeo para dar sono, tédio. A coisa fica empacada, nesse chove não molha. Enquanto isso, Trump segue de palhaço, voando na ratoeira que ele ganhou de presente. É realmente o fim da picada. O pedágio que ele quis cobrar, de 20% do valor da carga, dos navios no estreito de Ormuz em troca proteção (decisão já revertida por ele mesmo 24h depois de anunciada) foi um meio de forçar os países do Golfo a participarem da guerra, deixando o espaço aéreo desses países livre para uso e as bases americanas também livres. Os países do Golfo Pérsico haviam se recusado a liberar o espaço aéreo e as bases para os ataques americanos contra a ditadura iraniana. Foi apenas isso, pressão. A coisa deve ficar nesse chove não molha indefinidamente. Escalada séria mesmo só se Israel estiver sob uma chuva de bombas. Seja como for, como já comentado outras vezes, não há muito o que ser feito, o impasse logístico é monstruoso. A coisa só terá fim (e em algum momento isso poderá acontecer) com um genocídio, seja com armas nucleares, seja com armas químicas. O povo (que é vítima do regime) e o regime terão de ser riscados do mapa. E, caso o regime não seja derrubado, em algum momento a ditadura iraniana praticará um genocídio contra Israel, obrigando Israel a se antecipar. E Israel se antecipará. É o apocalipse em pleno andamento.
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Bom. Como não poderia deixar de ser, mais uma morte a ser lamentada. Dessa vez morreu o ícone da música italiana dos anos 60/70, Peppino di Capri:
ÍCONE DA MÚSICA ITALIANA, PEPPINO DI CAPRI MORRE AOS 86 ANOS
Se cinco cantores estão no topo do cume do Olimpo em matéria de referência planetária icônica máxima de um mágico tempo dourado, entre esses cinco está Peppino di Capri. É da geração dos nossos pais, que viveram esse tempo espetacular. Ícones que no tempo da nossa adolescência ainda faziam sucesso e eram famosos, ícones que nós também conhecemos e para nós também se tornaram referências absolutas do que havia de máximo no panteão de estrelas que construíram o milagre de uma época que jamais será igualada ou superada, deuses do Olimpo. Mas não é só isso. Quem viveu a época e sentiu a emoção no devido significado no contexto de uma dimensão mágica sabe o que tudo isso significou, o quanto esta arte representou do ideal sonhado, buscado ou vivido. Quem não viveu pode ouvir e pode gostar, mas não vai alcançar o que tudo isso significou no tempo em que isso aconteceu. E falamos da música pela música, não do romance que inspiravam, romance que nos dias atuais termina sempre no fórum ou na delegacia.
A mais famosa canção era essa:
CHAMPAGNE - PEPPINO DI CAPRI
PEPPINO DI CAPRI - CHAMPAGNE - 1973 - (LEGENDAS EM ITALIANO E PORTUGUÊS)
Entre tantas outras, há ainda:
ROBERTA PEPINI DI CAPRI
FIORI DI CARTA PEPINO DI CAPRI
Outro cantor também já falecido gravou a música de Peppino di Capri, com ligeiras alterações, versão que também ficou muito famosa:
MANOLO OTERO - CHAMPAGNE (1983) HD
Foi um tempo realmente magnífico, o auge da arte e da cultura no planeta, as décadas de 60 e 70 no século XX. Outras estrelas, dentre tantas, que também se foram ou logo mais irão compunham também este mágico dourado tempo, o tempo da música italiana, que foi o apogeu da música mundial:
NICO FIDENCO - LEGATA A UN GRANELLO DI SABBIA -LEGENDADO
GIGLIOLA CINQUETTI - DIO, COME TI AMO- 1966
PAUL MAURIAT - ANONIMO VENEZIANO
PAUL MAURIAT - I LIKE CHOPIN
Esse foi o esplendoroso século XX, de onde nós aqui viemos, uma era mágica, dourada, magnífica, maravilhosa. Graças, mas muitas graças a Deus, nós vivemos este tempo, presenciamos isso, herdamos o conhecimento de que o Olimpo um dia existiu materializado.
Quando nós falamos aqui diuturnamente que a civilização caminha para o colapso, para a extinção iminente, é porque nós sabemos de onde ela veio, de onde tudo caiu, quão alto estávamos antes do ocaso atual. Para quem já nasceu no inferno (o século XXI), o lixo é o padrão de teto, padrão de referência; na escuridão não é possível ver o céu e o Sol acima a milhões de quilômetros de onde se veio descendo e ao mesmo tempo não é possível ver o abismo sem fim numa reta a 90 graus para baixo que ainda está por ser percorrido no próximo inexorável meio passo adiante.
É uma profunda tragédia tudo o que tem acontecido e a vida após os 50 anos de idade, por melhor que seja, é sempre um progressivo apagar de luzes, uma profunda e progressiva melancolia ao se ver com cada vez mais freqüência sumirem todas as estrelas que compuseram o cenário da nossa própria vida. Vamos morrendo um pouco mais a cada dia, cada dia com mais força, cada vez com mais virulência. É uma coisa realmente horrorosa. Quanto mais passa o tempo mais horroroso fica. E todos irão embora, absolutamente ninguém ficará para contar a história. Esse vazio é tão violento que chegamos num ponto em que sentimos falta até das pessoas que nós odiamos, pois apesar disso elas fizeram parte da nossa vida e da nossa história. Até isso existe. Isso, lógico, porque nós sabemos que todos irão evoluir, ninguém ficará para sempre mau. Seja como for, o bagulho é punk. É horrível essa sucessão sem fim de velórios. Imagine-se aí, então, o que se passa num cenário de guerra, com centenas de mortos a cada dia. Por melhor que seja uma vida, vê-la acabando é horrível. E a coisa fica ainda pior quando se vê que não só a vida que está acabando, é a civilização junto. É duplamente horroroso, uma tenebrosa contagem regressiva. E a vida, por pior que ela seja, é a única coisa que nós temos. Morre-se um pouco a cada dia, com a tristeza e o vazio se tornando cada vez maiores ao se ver cada referência que se vai, matando mais um pedaço da nossa própria história e da nossa identidade. É horroroso.
Por isso é obrigatório lembrar todo dia, como se fôssemos alcoólatras ou drogados, que a vida no além continua e que todos se reencontrarão, numa dimensão infinitamente mais maravilhosa do que as maiores maravilhas que nós vimos, havendo coisas ainda muito mais fantásticas, miraculosas, magníficas e memoráveis a serem experienciadas. As maiores maravilhas da vida material são brinquedo de criança diante das maravilhas do além. É preciso lembrar disso todo dia. É isso. Ou então o vazio do limbo do abismo. Lembremos então, mais uma vez, da realidade maior:
PROF. LAÉRCIO FONSECA - POR QUE ENCARNAMOS EXATAMENTE NESSA ERA? | PROF. LAÉRCIO FONSECA
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Globalização e os Trinta Anos de Indexação no Brasil