14 JUNHO 2026
14:31:28
INFORMATIVO - MATÉRIAS
12-06-2026 - PARTE 1-6 - RESTAM MENOS DE CINCO MESES PARA A EXTINÇÃO DA CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA

12-06-2026   -   PARTE 1/6 - RESTAM MENOS DE CINCO MESES PARA A EXTINÇÃO DA CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA

 

 

          Está realmente cansativo. Depois de um bom tempo, vomitamos de novo há poucos dias. Mais uma enxaqueca. A coisa está de vomitar mesmo. Não é só no Brasil, a coisa é no planeta inteiro, a civilização planetária tem menos de cinco meses até a sua extinção. O Estado democrático de direito foi uma utopia do século XX, tangenciada por algumas décadas em alguns países, estando agora em ocaso, com a remonarquização absolutista da ordem social mundial. O comunismo, a Esquerda, que foi uma revolução contra as monarquias, foi um fracasso, uma idéia econômica fadada a dar errado e uma vigarice política, com líderes revolucionários sanguinários transformando-se na prática em novos reis. A "raça" humana foi um fracasso, o processo civilizatório que consumiu milênios chegou ao fim, dissolvendo-se.

 

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          Em menos de cinco meses, no início de novembro de 2026, teremos as "mid-terms" nos EUA, as eleições de meio de mandato, nas quais há possibilidade de os corruptos do Partido Democrata formarem maioria no Congresso, o que engessaria o governo Trump nos seus dois anos finais, sendo aí uma prévia de 2028, em que o crime organizado (o Partido Democrata) poderia retornar ao controle total dos EUA, caindo em definitivo e irreversivelmente a última grande democracia ainda restante no planeta.

 

          O povo, seja qual for o lugar e seja qual for a época, é uma massa amorfa, um aglomerado de amebas. Sempre foi assim a vida inteira. Nem o revolucionário sangrento comunismo conseguiu arregimentar adeptos para levar adiante uma verdadeira revolução contra a ordem monárquica. Foi preciso apelar para ditaduras permanentes, que se converteram na prática em novos reinos, com ideais sendo jogados no lixo. A ordem social sempre foi controlada por quem teve iniciativa, liderança, determinação, foco, disciplina, organização, planejamento, ambição, interesse e até vocação. Nunca foi coisa para amebas, para súditos, para a plebe. Essas qualidades só foram vistas quando alguém usou a força para impor a sua vontade perante os fracos, os desorganizados e inertes. Daí surgiram então os reinos, depois os impérios, depois as colônias, tudo imposto por guerras e sangue derramado. A ordem monárquica só foi deposta pela força das guilhotinas, com sangue derramado, não veio espontaneamente do seio das populações. Mas a ordem monárquica foi posta abaixo e surgiu no lugar a ordem oligárquica, a oligarquia substituiu a monarquia. E o comunismo, ao chegar ao poder, depois de derrubar as monarquias e oligarquias, transformou-se na prática numa nova monarquia. A oligarquia corrupta, ao perceber a vigarice comunista, aliou-se a ela, tolerando-a, deixando-a ocupar o trono.

 

          O comunismo só se impôs por revolução sangrenta em lugares em que derrubou direto a monarquia, como se viu na Rússia do Czar em 1917, uma luta sangrenta que começou em 1905 e em 1917 derrubou o reino, seguindo-se ainda depois décadas de massacres contra os estratos mais ricos da população. Em lugares onde a monarquia foi derrubada pela oligarquia o comunismo não conseguiu realizar uma revolução sangrenta vigorosa, advindo daí então a chamada "luta armada", travada por guerrilheiros, a "guerrilha urbana", nascendo daí o que hoje se conhece por "terrorismo". O "terrorismo" é uma criação do comunismo e não da religião. Em vez de grandes massas fazerem uma grande revolução sangrenta, pequenas células guerrilheiras espalham o terror, como meio de intimidação. Por isso o comunismo era contra a religião, vista como meio de domesticação dos súditos. Para ser comunista era preciso ser ateu, pois a revolução exige sangue derramado, assim como o terrorismo, um instrumento de luta assimétrica, ou seja, desigual, de pequenos contra grandes ou de poucos contra numerosos.

 

          Sempre foi muito difícil levar a cabo uma revolução. E a União Soviética, formada depois da sangrenta revolução comunista de 1917, passou a exportar a revolução, iniciando-se a formação do chamado SEGUNDO MUNDO. O PRIMEIRO MUNDO era formado pelos países capitalistas ricos. E o TERCEIRO MUNDO era formado pelos países pobres não alinhados ao comunismo, com economias capitalistas. No comunismo todos perdem seus bens (expropriação), todos os bens passam a ser da coletividade, móveis e imóveis, com o lucro sendo proibido e todas as atividades da economia sendo estatizadas. Tudo em tese teria de ser dividido igualmente. Mas na prática os líderes revolucionários permaneceram ricos e o povo inteiro foi reduzido à miséria, maior até do que havia ao tempo das monarquias, pois quem era de classe média era reduzido à pobreza, perdendo todos os seus bens. A exportação da revolução comunista fez então se ampliar o SEGUNDO MUNDO. No Oriente Médio foi utilizado então pelo comunismo um método diferente: em vez de se fazer uma revolução sangrenta de ateus fez-se uma revolução religiosa. O ponto central da revolução religiosa (que fez o sucesso do movimento) foi a interpretação radical (fundamentalista) de textos religiosos, colocando-se a mulher como submissa, como objeto, como escrava sexual. Assim, o desejo de muitos homens machistas de ter uma mulher como escrava foi encampado pelas mentes revolucionárias diabólicas, criando-se o fundamentalismo religioso e o terrorismo religioso. Deu certo, o rei que garantia liberdade às mulheres caiu e um monstro tomou o seu lugar, como novo rei na prática, o rei dos machos trogloditas.

 

          A ditadura iraniana atual iniciada com uma revolução religiosa em 1979 é criação do comunismo soviético, como aqui já vimos em detalhe. O rei (o Xá Reza Pahlevi) foi derrubado por uma revolução religiosa. A exportação dessa revolução religiosa estúpida veio na forma do terrorismo, o meio de combater os infiéis, das "democracias" vizinhas, como em Israel, onde a mulher é livre.

 

          Na América Latina o comunismo tentou se enraizar também, espalhando-se na forma de luta armada, o terrorismo, a guerrilha urbana, seguindo-se a inspiração do que se viu em Cuba em 1959, uma revolução na qual o oligarca local foi derrubado por Fidel Castro, que não era comunista, mas logo depois se vendeu para a União Soviética. A revolução conseguiu derrubar a oligarquia em Cuba porque era uma ilha pequena. Em grandes países como no resto da América Latina, isso era impossível. Assim, apelou-se para o terrorismo, os atentados, a guerrilha urbana, a luta armada. Poucas centenas de pessoas compunham células terroristas aqui e ali praticando atentados. Poucos eram os líderes revolucionários. E dentre eles menos ainda eram as pessoas realmente idealistas e bem intencionadas, que acabaram mortas pelos próprios "companheiros", sobrando no fim sempre os vigaristas como lideranças.

 

          As ditaduras militares na América Latina, incluindo a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985, foram um mal necessário. Foram ditaduras mesmo, na pura acepção do termo, sanguinárias. Já era sabido pelo histórico visto em lugares como Cuba, União Soviética ou Cuba que as democracias não conseguiriam sobreviver caso fossem contaminadas por células comunistas. Uma vez instalado o comunismo no poder, jamais ele seria vencido. E isso se vê pelos dias atuais, as democracias são impotentes para lutar contra organizações que sejam tomadas pelos tentáculos comunistas. Exemplos atuais: Cuba, Irã, Venezuela, Brasil, Coréia do Norte e China.

 

          Toda ditadura tem efeitos colaterais, como qualquer remédio. O efeito colateral da ditadura militar no Brasil, assim como em vários países da América Latina, nos anos 60, 70 e 80, foi formar a mentalidade de ameba do povo, a formação da alienação, da acomodação, da covardia, da submissão. O povo acostumou-se a terceirizar responsabilidade que era sua, deixando na mão de ditadores o poder, ficando acomodado. Por sua vez, as ditaduras violaram as leis, fazendo inclusive censura, pois na guerra as notícias inconvenientes não devem ser divulgadas, ou seja, a necessária matança deveria permanecer sem divulgação, para não transformar idiotas alienados em novos revolucionários. Mas tudo seguia em entropia, com paradoxos, ou seja, não se pode analisar a realidade de forma maniqueísta (oito ou oitenta, com um lado totalmente certo e outro totalmente errado, cada um tinha a sua parcela de razão em algum ponto). Havia "injustiças sociais" que de fato justificam uma revolução para expropriação de bens, pois muitas posições de destaque na sociedade foram conquistadas a partir de privilégios (parentesco ou amizade com pessoas da Corte Real, uma conseqüência das capitanias hereditárias). Muitas pessoas ricas da sociedade com grande patrimônio eram descendentes de nobres do passado, que conseguiram suas posses por favores reais. Só que ao mesmo tempo havia também muita gente que numa economia capitalista havia conseguido sair do zero e chegar à riqueza por esforço próprio, com trabalho e empreendimento, conquistando também posições de destaque sem a intermediação via privilégios. Tudo isso já estava misturado quando a República se iniciou, não sendo justo se falar em expropriação de bens de pessoas que tudo conseguiram com o próprio suor. Assim, uma parte dos ricos tinha mesmo de ser expropriada, mas outra parte, não. No serviço público nos altos cargos formaram-se (e isso vem até hoje) castas de privilégios, com concursos públicos fajutos (a "peixada"), advindo daí a principal razão para a corrupção. O costume da casta de poder de achar que continuam no império, reis disfarçados de presidentes, de ministros, de parlamentares. As "injustiças sociais" existiam e ainda existem, mas a solução para dissipá-las não era a revolução e sim o cumprimento das leis republicanas. Com isso as injustiças sociais e as desigualdades iriam se dissolver com o tempo, o que consumiria, lógico, várias décadas. Não seria justo fazer uma revolução comunista para tomar bens de pessoas de classe média ou ricos que conseguiram seus bens com o próprio trabalho, saindo da miséria à riqueza. A expropriação só faria sentido com relação aos que eram ricos na base do privilégio, aqueles que receberam bens por herança e favores reais. Mas tudo já estava muito misturado, sendo injusto tomar os bens, por exemplo (como se fosse hoje), do dono de uma padaria, que começou como padeiro. Tomar os bens do milionário dono de uma indústria que enriqueceu ao criar o invento que justificou a própria patente. As injustiças sociais e desigualdades não poderiam ser mais eliminadas tomando-se tudo de todo mundo, pois aí seriam feitas novas injustiças. Numa revolução comunista o dono da padaria perderia a padaria e a própria casa, tudo passaria a ser da coletividade. O dono da padaria seria transformado de volta em padeiro, nunca mais seria dono de coisa alguma.

 

          Assim, eliminar desigualdades sociais e injustiças sociais por meio do comunismo era algo também inviável, pois seriam produzidas mais injustiças. Quem subiu na vida com o próprio esforço seria penalizado. Tudo para que os herdeiros da Corte Real e dos nobres fossem expropriados. Tomar tudo de todo mundo. Essa era a idéia comunista, um absurdo. E também inútil, pois, se todos fossem nivelados por baixo, ninguém mais teria incentivo para empreender, para criar, para se esforçar, para estudar, para se desenvolver, para ser melhor do que os outros. É por isso que a idéia comunista é um fracasso econômico. E é por isso que deu errado em toda parte, sendo um fracasso. 

 

          Assim, eliminar as desigualdades e injustiças sociais era algo que consumiria muitas décadas ainda após instauradas as repúblicas, com as ordens monárquicas sendo derrubadas. Para eliminar as desigualdades e injustiças criadas pelas monarquias seria preciso cumprir as leis republicanas à risca. As oligarquias no poder não cumpriram essas leis à risca, prorrogando os privilégios dos tempos monárquicos, com as castas de servidores públicos corruptos de elite e políticos corruptos, mantendo então acesa a chama da revolução comunista, pelo menos no ideário, ou seja, a revolução comunista continuou sendo algo a inspirar o surgimento de lideranças revolucionárias.

 

          O termo fascismo vem do latim "fascis", que significa "feixe". Um graveto é fácil de quebrar, mas um "feixe" de gravetos se torna um tronco, aí fica difícil de quebrar. Surgiu então a idéia de juntar cada setor da sociedade (cada graveto) num único tronco, tornando impossível para o comunismo quebrar esse tronco. A imprensa era um graveto, as forças militares eram outro, os políticos eram outro, os grandes empresários, fazendeiros e comerciantes eram outro e assim por diante, todos juntos. Isso é o que compõe o que se chama fascismo, todo mundo junto numa mesma panela, "fazendo a cabeça" de todo mundo. Assim a monarquia, por exemplo no Brasil, caiu em 1889, mas quem continuou no poder foi um grupo que já mandava mais do que o próprio rei, a dinastia da "Casa da Torre", o grupo da família Pires de Carvalho e Albuquerque e famílias associadas. Esse grupo mandou no país até 1930 de forma velada, com a política do "café com leite", sendo derrubado pelo grupo oligárquico de Getúlio Vargas. A revolução constitucionalista de 1932 foi uma guerra entre oligarquias, na qual a dinastia da "Casa da Torre" perdeu. Os tenentes de 1932 se tornaram os generais de 1964 e assim a "Casa da Torre", o grupo fascista original, voltou ao poder. A ditadura militar foi então a maneira (necessária e inexorável) pela qual as oligarquias impediram que o comunismo chegasse ao poder pela via revolucionária (a oligarquia era chamada de grupo reacionário). Os comunistas já haviam sido detidos pela ditadura Vargas também nas décadas anteriores. A ditadura Vargas foi muito mais implacável do que a ditadura militar de 1964-85. Esta foi um passeio no parque diante da ditadura Vargas, na qual o lixo da sociedade era eliminado a granel, no atacado, com presídios sendo esvaziados com caminhões e corpos sumindo como se fossem entulho, assim como líderes revolucionários comunistas. Já a ditadura militar de 1964-85 fez um trabalho a conta-gotas, no varejo, numa escala muito menor, chegando-se a poucas centenas de pessoas efetivamente presas ou eliminadas, fossem criminosos comuns eliminados por "Esquadrões da morte", ou fossem líderes revolucionários comunistas eliminados no combate à luta armada terrorista da guerrilha urbana. O comunismo terrorista não nasceu como reação à ditadura militar, como luta por volta da democracia, ele já existia antes da ditadura militar se iniciar, como se viu na ditadura Vargas e até antes da ditadura Vargas.

 

          Com a oligarquia se organizando de modo fascista, a revolução comunista se tornou inviável. Ditaduras militares espalharam-se pela América Latina e isso foi um mal necessário (já era sabido àquele tempo que o terrorismo comunista levaria os países à ruína, como se viu com o "Holodomor" na então União Soviética - na parte do território que hoje é a Ucrânia - e com os "Gulags"  - campos de concentração para prisioneiros políticos na Sibéria -; já era sabido que regimes democráticos são impotentes para deter a infestação comunista uma vez instalada). Na mesma época, décadas de 50, 60 e 70, revoluções comunistas ocorriam em Cuba, Coréia, Vietnã, China e Leste Europeu. O comunismo quando infesta democracias se torna um câncer que as mata, sendo algo irreversível, sobrevindo então ditaduras comunistas, como se viu em Cuba, China, Coréia (do Norte) e Leste Europeu. Onde o comunismo entra nunca mais sai do poder. Assim, o PRIMEIRO MUNDO fomentou de diversas formas ditaduras militares na América Latina para deter o avanço do SEGUNDO MUNDO comunista. Era a GUERRA-FRIA, um meio de combater a ampliação do SEGUNDO MUNDO comunista. As guerras do Vietnã e da Coréia (1950-53, que levou à separação em duas Coréias, do Norte, comunista até hoje, e do Sul, capitalista), assim como as guerras no Oriente Médio foram exemplos da GUERRA FRIA, com o PRIMEIRO MUNDO apoiando as lideranças capitalistas e o SEGUNDO MUNDO apoiando os líderes revolucionários comunistas. Com armas, inclusive. A revolução teocrática iraniana de 1979 foi na verdade um estratagema comunista soviético para implantar no reino do Irã o comunismo, saindo direto da monarquia para o comunismo, sem passar pela república.

 

          A guerra do Vietnã nos anos 60/70, por exemplo, foi um conflito entre capitalistas e comunistas, com os capitalistas apoiados pelos EUA e com os comunistas apoiados pela União Soviética (URSS). O comunismo venceu e os EUA quebraram, com os gastos de guerra. Era preciso encontrar um meio de manter os gastos, sendo então retirado o lastro de ouro do dólar em 1971, o que levou a um "flash-crash" dos mercados na época que quase fez o dólar virar pó do dia para noite. Em seguida, encomendou-se uma crise do petróleo, a de 1973, junto com uma guerra no Oriente Médio. Junto veio um acordo para que o petróleo fosse vendido em dólar. O preço do barril saltou em 1973 de US$ 1,42 para US$ 18 (o preço se multiplicou por doze em questão de meses), catapultando a inflação no mundo, o que fez a dívida pública dos EUA rapidamente perder valor real, dissolvendo-se, por ser prefixada. O ouro, refletindo todo este caos, saiu de 35 dólares a onça-troy para mais de 600 em menos de uma década (cerca de vinte vezes o que era). O cenário de hoje em dia em que se fala de barril de petróleo indo de 60 para 120 é um passeio no parque diante do que já ocorreu no passado. Fosse hoje, uma crise daquela faria o barril de petróleo ir de 60 para mais de 700 em questão de semanas. E se a guerra for retomada, com uma invasão por terra, é disso que estaremos falando logo mais, mil dólares o barril.

 

          Todo este cenário de GUERRA FRIA e guerra efetiva fez a inflação disparar no mundo inteiro, incluindo o Brasil. Ainda neste cenário de guerra a URSS invadiu o Afeganistão, sendo lá arrasada após uma década de guerrilha nas montanhas. Em contrapartida, os EUA criaram Osama Bin Laden, para combater forças comunistas no Afeganistão. Mais tarde, em 2001, Bin Laden se voltaria contra os próprios EUA, no atentado do WTC em 11 de setembro de 2001.

 

          Com a inflação se espalhando pelo mundo, cresceram então os sindicatos, que sempre foram um braço do comunismo (seja como for, os sindicatos são algo necessário, por mais malefícios que tenham gerado). Greves por toda parte exigindo reajustes salariais deixaram vários sindicalistas famosos, como o ladrão Lula, nas greves do ABC dos anos 70. Com a luta sindical, a Esquerda chegou então com força a cargos políticos, passando a se catapultar financeiramente com a corrupção, alcançando então um maior poder de ação eleitoral.

 

          Paralelamente, guerrilhas urbanas da luta armada aliaram-se ao narcotráfico na América Latina. Era uma maneira de custear a revolução comunista, vendendo drogas. Com o dinheiro das drogas compravam-se armas. Tornou-se clássico o caso das FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. No Brasil vários grupos guerrilheiros comunistas adotavam o terrorismo como tática, entre eles: ALN (Ação Libertadora Nacional), PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário), VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares), MNR (Movimento Nacionalista Revolucionário), MR-26 (Movimento Revolucionário 26 de Julho), MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro), AP (Ação Popular), COLINA (Comando de Libertação Nacional). Várias lideranças foram mortas ou presas, outras fugiram para o exterior. Nas prisões os líderes revolucionários comunistas ensinaram os criminosos comuns a se organizar, para funcionarem com um exército revolucionário, surgindo daí então as atuais "organizações criminosas" (como PCC, Primeiro Comando da Capital, CV, Comando Vermelho, entre outras). Da associação criminosa entre líderes revolucionários comunistas terroristas e criminosos comuns nas cadeias surgiu todo o "know-how" hoje visto e aplicado pelas organizações criminosas ligadas ao narcotráfico, sendo o terrorismo parte deste "know-how". O terrorismo como meio de ação em uso pelo narcotráfico e pelo fundamentalismo islâmico é na verdade originário do comunismo, que usou o narcotráfico e o fundamentalismo islâmico como meios de ação.

 

          Na Colômbia as FARC se aliaram ao narcotráfico e depois o absorveram, com a luta armada comunista se convertendo em narcotráfico puro. Os traficantes passaram de associados a alvos das FARC, sendo dizimadas e substituídos pelas FARC no negócio. A luta armada comunista continuou, mas para derrubar o Estado colombiano, transformando-o num narco-Estado, que é o que é hoje. Os ideais comunistas foram para o brejo, ficando apenas o interesse no lucro do narcotráfico, sendo o Estado transformado apenas num escudo de garantia de um território livre para o crime organizado agir em âmbito internacional. A Colômbia virou terra de ninguém, um território ocupado pelo narcotráfico, assim como aconteceu com a Venezuela. 

 

          No Brasil ocorreu o mesmo, com o narcotráfico, PCC, CV e outras organizações, transformando-se no "baixo clero" petista, ou seja, o submundo, o porão do partido, o andar de baixo, utilizado para o serviço sujo, inclusive de assassinato de rivais políticos ou pessoas do próprio "partido", como se viu no caso de Celso Daniel (prefeito petista de Santo André, torturado e assassinado em 2002, para não revelar a corrupção na cúpula partidária: ele ia revelar que Dirceu estava desviando para si parte dos recursos de corrupção arrecadados na prefeitura para custear campanhas eleitorais do partido), assassinado pelo PCC a mando da cúpula petista, Lula e Dirceu, fato delatado por Marcos Valério, inclusive, o "carequinha do mensalão". Os ataques terroristas do PCC em São Paulo em 2006 ocorreram a mando do PT, para tirar das manchetes dos jornais o escândalo do mensalão, tornado oficial dias antes do início dos ataques, com a divulgação do relatório final da CPMI dos Correios.

 

          A hiperinflação chegou nos anos 80, com Sarney e depois com Collor, tornando-se um tempo dourado para sindicatos, que fomentavam greves por reajustes salariais, no setor público e no setor privado. Os líderes grevistas famosos tornaram-se depois políticos. Categorias inteiras do serviço público foram então cooptadas pelo petismo, com funcionários preocupados só com o próprio umbigo, reajustes salariais. Com o acesso a cargos políticos, dinheiro de corrupção e dinheiro de narcotráfico, a Esquerda então cresceu, passando a ocupar espaços maiores na política. Corruptos em diversas carreiras tornaram-se líderes sindicais, alcançando depois cargos maiores, advindo daí a falência hoje absolutamente completa de instituições como Ministério Público (em âmbito federal e dos Estados) e Magistratura, com uma parte das instituições ocupadas por gente de sangue azul herdeira das elites nobiliárquicas e outra parte ocupada por "peixada" dos novos políticos da Esquerda corrupta, razão pela qual figuras como um Moro ou um Dallagnol tornaram-se exceções, gente honesta e destemida, hoje sob perseguição. Instituições com o professorado, o Ministério Público e a magistratura arruinaram-se de forma irreversível, passando a compor parte do crime organizado, com amplas e predominantes fatias contaminadas pela corrupção, como se vê pelas péssimas figuras que despontam nas listas de indicações para cargos de cúpula e representação classista, uma escória. Todo este desastre veio de um misto de nobiliarquia nepotista em concursos fajutos que sempre existiram com o acesso da Esquerda (também) a esses cargos via "peixada" em concursos públicos fraudulentos. É nauseante ver a repetição de escândalos de corrupção, incompetência, abuso de autoridade e canalhice nessas instituições hoje totalmente falidas. Tivessem sido seguidas as leis republicanas ao longo das décadas à risca, o Estado e suas instituições estariam a serviço do bem-estar social e da democracia, mas no fim tornaram-se braços do crime organizado, emporcalhando-se até o mais vil nível de putrefação. Nada mais funciona, tudo se corrompeu: tribunais de contas, Senado, procuradorias-gerais, corregedorias judiciais, tudo apodreceu, tornando-se a arrecadação tributária exatamente o que era ao tempo do império: algo IMPOSTO para o sustento de um reino por súditos, sem direito a qualquer contrapartida, remonarquizando-se a ordem social.

 

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