14 JUNHO 2026
14:25:28
INFORMATIVO - MATÉRIAS
12-06-2026 - PARTE 5-6 - RESTAM MENOS DE CINCO MESES PARA A EXTINÇÃO DA CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA

12-06-2026   -   PARTE 5/6 - RESTAM MENOS DE CINCO MESES PARA A EXTINÇÃO DA CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA

 

 

 

          Seguindo-se o caminho do dinheiro, chega-se a tudo, ao narcotráfico, à organização criminosa petista e demais associadas e à corrupção no STF. É o de sempre, mas agora levado a cabo a partir do exterior, não apenas para identificar o que já é sabido, mas sim para destroçar:

 

HOJE NO MUNDO MILITAR - EUA classificam CV e PCC como organizações terroristas – Trump pode agora atacar o Brasil?

 

 

HOJE NO MUNDO MILITAR - CV e PCC equiparados à Al-Qaeda e Estado Islâmico – O terrorismo que aflige o Brasil

 

  

REALIDADE MILITAR - Trump Fez Aquilo Que Brasília Não Fez... e Lula Ficou Furioso

 

 

          O ladrão Lula logicamente ficou incomodadinho com tudo isso. Contando com o ovo no cu da galinha (a derrota de Trump nas "mid-terms" de novembro), já está cantando de galo, falando com desdém sobre o assunto, em defesa do crime organizado, do qual faz parte. E o fez usando chapéu, mais um deboche, para parecer mesmo um mafioso, um bicheiro carioca do alto da favela:

  

BBC - LULA LADRÃO DEFENDE O PCC

  

 

          Do Dicionário Houaiss, a definição de "terrorismo":

 

          1 modo de impor a vontade pelo uso sistemático do terror

          2 emprego sistemático da violência para fins políticos, esp. a prática de atentados e destruições por grupos cujo objetivo é a desorganização da sociedade existente e a tomada do poder

          3 ameaça do uso da violência a fim de intimidar uma população ou governo, ger. motivada por razões ideológicas ou políticas

          4 regime de violência instituído por um governo

          5 Derivação: por extensão de sentido (da acp. 1).

atitude de intolerância e de intimidação adotada pelos defensores de uma ideologia, sobretudo nos campos literário e artístico, em relação àqueles que não participam de suas convicções

          Ex.: t. intelectual 

 

          Defina a lei ou não o terrorismo como uso de terror com finalidade ideológica, impor qualquer vontade pelo terror é terrorismo, para efeito prático. No caso da determinação do governo americano, basta a imposição de vontade com o uso do terror, que é o que de fato acontece. E no fim, no caso do Brasil, a associação PT-PCC usa o terror com finalidade ideológica velada: para manobrar a realidade, causando desgaste político em adversários ou criando-se pretextos para leis autoritárias de perseguição política ou usando o narcotráfico como meio de arrecadação de recursos para campanhas eleitorais, como, aliás, se viu com a ligação com Maduro, o ditador da Venezuela, hoje preso nos EUA. A classificação feita pelos EUA é perfeita, totalmente compatível com a realidade. E, se isso for explorado com todo o potencial, o resultado será catastrófico para a ditadura brasileira, que será dizimada, pelo menos em termos financeiros inicialmente. Mas depois, mapeado o caminho do dinheiro, todos os canalhas poderão ser capturados aqui no Brasil, como Maduro foi na Venezuela, caso o governo Trump tenha continuidade desimpedida até o final do mandato e sobretudo se ele conseguir fazer o sucessor. Será catastrófico. Será um golpe na jugular do sistema. E mostrará as ligações da ditadura brasileira com as ditaduras do terrorismo islâmico também, não as políticas já conhecidas, e sim as financeiras. Os canalhas serão caçados como animais, inclusive pelo governo israelense. Nesse último caso, melhor dizendo, serão simplesmente eliminados, em assassinatos seletivos a granel, a única solução efetiva para este tipo de lixo, como se tem visto à exaustão no Irã: canalhas levaram a cabo um genocídio de dezenas de milhares de cidadãos iranianos em 2026 e, mesmo os canalhas ditadores sendo eliminados em sucessivas rodadas de assassinatos seletivos levados a cabo por Israel, os canalhas ainda restantes  não arredam pé, na confiança de que as amebas que votam no Partido Democrata nos EUA sejam maioria nas "mid-terms" de novembro/26 e depois em 2028. É pecado falar isso, mas ou se acaba com este lixo ou este lixo vai acabar com o planeta. Armas estão apontadas para a cara da polícia, se ela não atirar, ela vai morrer. Simples assim.

 

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          Os eventos em curso são catastróficos e a tendência natural é a vitória do crime organizado em âmbito mundial. Não estamos aqui dizendo que vai vencer, estamos dizendo que é a tendência. Para evitar isso, serão necessárias ações militares enérgicas, como a erradicação absoluta já do regime ditatorial iraniano. Sobre isso, o impasse vivido por Trump não é apenas eleitoral. Há ainda, como já visto, a questão relativa aos títulos públicos dos EUA detidos pelos países do Golfo Pérsico. Esses países querem se desfazer dos títulos para fazer caixa e assim fazer frente ao colapso das exportações de petróleo e aos prejuízos gerados pelos lucros cessantes e pelos danos provocados por ataques iranianos contra refinarias e usinas. Os países do Golfo querem um acordo de "swap cambial", mas por ora o Fed não aceita ceder (como faz com o BCE ou o BOJ, Banco Central Europeu e Banco Central do Japão). Se os países do Golfo colocarem os títulos dos EUA que eles dispõem à venda, isso pode gerar um efeito manada no mercado financeiro, levando ao "reset" e ao colapso do dólar. Por esse motivo, também, Trump segue pisando em ovos. No fim, o "swap" vai ter de acabar sendo feito, um plano de evacuação da Península Arábica terá de ser feito (pois a ditadura iraniana irá destruir tudo nos países do Golfo, em retaliação: Kwait, Bahrein, Emirados Árabes, Omã, Arábia Saudita). Uma invasão por terra do Irã terá de ser feita, iniciando-se um novo Vietnã (a opção quanto a isso seria destruir Kharg e toda infraestrutura de energia no Irã, levando-o para sempre para a Idade da Pedra, mas a ditadura iraniana reagiria, fazendo o mesmo contra os países do Golfo aliados dos EUA - a invasão por terra poderia ter os curdos como aliados, mas o ditador Erdogan, da Turquia, atrapalhou este plano, pois ele quer os curdos destruídos). E enquanto tudo isso segue, o preço do barril de petróleo irá escalar até a estratosfera, dinamitando os bancos centrais do planeta. Nada disso sendo feito, Israel terá de jogar bombas atômicas no Irã. São dominós em série. Ou tudo cai pra cá, ou tudo cai pra lá. Mas tudo tende a cair. O meio-termo escolhido foi o bloqueio naval do estreito de Ormuz. Funcionaria se houvesse tempo para as democracias, mas elas não dispõem disso, o eleitor é um cretino de carteirinha. Trump não age por conveniência eleitoral dele. Ele age no chove-não molha porque sabe que o eleitor é um cretino e depende desses cretinos para salvar o mundo. O bloqueio naval em Ormuz não funciona no curto prazo, mas funcionaria a longo prazo. Um acordo de "swap" de moedas entre o Fed e países do Golfo sinalizaria que os EUA estariam partindo para as cabeças, seria o sinal de que de fato tudo seria posto abaixo a qualquer custo. Este sinal talvez funcionasse para indicar aos terroristas que o jogo acabou, pondo fim à guerra. Seria a indicação de que ela se iniciaria e não teria limite, o que aí sim causaria medo e rendição. Seria o primeiro dominó, este a mostrar que todos os demais cairiam. Sem energia e sem petróleo, não há mais o que ser explorado, acabando a razão de ser da ditadura. O remédio é muito amargo e Trump tem feito o possível para que tudo se resolva da maneira menos custosa. Fica visto o que sempre dissemos aqui: uma vez instalada uma ditadura comunista, só pela via das armas ela é deposta. E só pelas armas será deposta nos EUA caso lá se instale também. Por isso todos nos EUA precisam se preparar desde já para uma secessão, caso Trump não renove sua maioria legislativa agora nas "mid-terms" e não faça o sucessor em 2028. A queda de Trump (se ocorrer), que não é um santo e nem um salvador da pátria (mas é o coringa disponível no momento, a última boa carta do baralho), significará a extinção da Humanidade. Nunca um presidente trabalhou tanto em tão pouco tempo por um país (e pelo mundo também). A salvação dos Estados Unidos da América será a salvação da Humanidade.

 

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            Além dos fatores controláveis no cenário, há os fatores incontroláveis:

 

HOJE NO MUNDO MILITAR - “A Inteligência Artificial pode fugir do controle humano!”

  

 

          A guerra híbrida, na qual a cultura "woke" funciona como arma para imbecilizar os povos a serem conquistados, segue em pleno curso e já destruiu a Europa. Agora, quando já é tarde demais, parte da população começa a se rebelar, mas atacando os alvos errados (pessoas a esmo), em vez de se voltar contra os políticos corruptos responsáveis por toda esta merda:

 

ANCAPSU - BELFAST explode em CHAMAS após CRIME ABSURDO de IMIGRANTE contra IRLANDÊS

 

 

          A Europa foi destruída pela cultura "woke", a imbecilização, uma lavagem cerebral coletiva na qual povos inteiros foram domesticados e se ajoelharam, sendo proibidos até de reclamar da merda em que foram colocados, tornando-se crime reclamar da corrupção governamental, sinalizada por políticos vagabundos que agem no interesse de ditadores estrangeiros, agem como ministros de uma colônia na qual devem valer as regras da metrópole islâmica:

 

LEANDRO RUSCHEL - O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A JUSTIÇA NO MUNDO?

 

 

GUSTAVO GAYER DEPUTADO FEDERAL - REINO UNIDO CAIU - Caso mais REVOLTANTE dos últimos tempos. O Brasil é o próximo

 

 

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          Em que pese o vai-vem de Trump acima explicado, cada pausa na guerra do Irã tem funcionado como fôlego para preparação para novos ataques de ambos os lados, mas durante a pausa tudo segue sob monitoramento, havendo então ataques iranianos que acabam frustrados. Dentro do terrorismo há a tática da provocação, na qual o adversário é humilhado, mesmo sendo superior, uma molecagem, para provocar uma reação desmedida e fora de hora. Trump, em contrapartida, devolveu com a mesma moeda, como se fosse um moleque, de propósito: ao falar mil vezes em acordo em andamento (e até houve tratativas), ele humilha os terroristas, em molecagem propositalmente calculada (como se Trump fosse um terrorista também, ele sabe jogar a "teoria dos jogos"). Ao serem expostos como propensos a um acordo, os terroristas acabam forçados a negar isso. E de tanto negar chega um ponto em que admitem o que de fato querem e farão, dando de bandeja o que é necessário para justificar a guerra: uma confissão de que querem as armas nucleares e que as usarão, como acabou de ser feito agora. A cada etapa o vai-vem de Trump, em que pese seu engessamento, é meticulosamente calculado e o tempo mostra que cada pausa foi na verdade uma armadilha, uma engambelação contra os terroristas, que saem das catacumbas, movimentam arsenais e assim expõem involuntariamente o que ainda resta a ser destruído. A guerra então acabou de ser retomada, mais um "round" está em andamento, com ataques de ambos os lados, mas por ora restritos à região do estreito de Ormuz. Veja tudo isso nos vídeos abaixo sugeridos:

 

VIVA ISRAEL - A GUERRA COMEÇOU

 

 

VIVA ISRAEL - URGENTE: ACONTECENDO AGORA

 

 

          Durante o vídeo os participantes do chat sugerem ao policial israelense que ele inscreva o canal dele para concorrer numa premiação de melhores canais de internet. No atual cenário, premiações deste tipo fatalmente são mais algumas peças do crime organizado nas quais misturam-se canais realmente independentes, isentos, imparciais e confiáveis com canais do crime organizado, tocados por impostores. A finalidade é a promoção destes impostores, misturando-os com pessoas de bem. Os impostores figuram entre premiados numa longa lista de ótimos canais ou até despontam como melhores classificados. Fatalmente dificilmente não é uma atividade de lavagem de canais, para lhes dar idoneidade. E tudo fica disfarçado pelos votos dos internautas, que são misturados, com pessoas lúcidas votando em uns e amebas votando em outros. Se essas premiações não são do crime organizado, é inexorável que em algum momento alguma entidade a serviço do crime organizado levará a cabo eventos do tipo. A degradação geral chegou a tal ponto que é quase inevitável que essas premiações sejam algo inidôneo. E há o sistema de lavagem do sistema de premiações, feito da seguinte maneira: as premiações são para diversas atividades, abarcando setores/categorias de assuntos que nenhuma relação têm com a política, dando assim ar de credibilidade a sistemas de premiação cuja finalidade é promover canais do crime organizado ligados à política, expressa ou subliminarmente. Assim ocorreu também com as organizações não governamentais encarregadas de angariar assinaturas para diversas manifestações contrárias ao regime ditatorial. Com as listas de manifestantes pela internet, a ditadura vai mapeando meticulosamente toda malha social de oposição ao regime, com a máxima capilaridade possível. Listas de perseguição já ficam prontas para o "Gulag" de logo mais. É assim que tem sido. Praticamente nada de relevante que surgiu no setor privado como grande empresa ou no setor de ONGs nos últimos quinze anos deixa de ter relação absolutamente direta com o crime organizado, funcionando como lavagem de dinheiro ou como entidades de promoção de novos impostores (os "melancias") ou de levantamento milimétrico dos súditos que pretendem uma insurreição contra o reino. O crime organizado abarcou quase todo tipo de grande organização pública e privada da atualidade. Torna-se hoje obrigatório desconfiar de absolutamente tudo. O "Gilmarpalooza" é para tratar de crime organizado em local escondido, a premiação de canais de internet é para dar credibilidade à inidoneidade, as listas de manifestação coletadas via internet são na verdade prontuários para futuros campos de concentração, grandes atacadistas e universidades já são do crime organizado e promovem-no, "movimentos sociais" de oposição ao regime são encabeçados por "melancias" que são incensados pela grande mídia como sendo os legítimos líderes dos movimentos, grande mídia que é parte do crime organizado também. Tudo se transformou num grande hospício, num grande circo, como se viu com o escândalo da USAID, que levou à renúncia do corrupto petista Barroso, para fugir da Magnitsky. Ele era um dos palestrantes mais assíduos junto aos bandidos do governo Biden nos EUA nas peças de teatro da USAID.

 

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