16-05-2026 - FIO DA MEADA SOBRE O CASO MASTER-FLÁVIO BOLSONARO
16-05-2026 - FIO DA MEADA SOBRE O CASO MASTER-FLÁVIO BOLSONARO
Como antes salientado, as guerras em curso em toda parte seguem num impasse, num atoleiro, seja no STF, seja na Ucrânia, seja no Irã. Estivemos ocupados com pendências pessoais, mas continuamos acompanhando os desdobramentos. Mas chegamos nós a um ponto de saturação, devido ao marasmo. Chega uma hora que o assunto cansa, perde-se o tesão da coisa. E nós aqui não vivemos deste trabalho, que é só um passatempo. Teremos aqui hoje então apenas uma chicória sem sal, uma seqüência de vídeos auto-explicativos sobre o caso Master/Flávio Bolsonaro, e ao final, aí sim um pudim de leite condensado sobre IA. Seguindo, o caso Master/Flávio Bolsonaro, o fio da meada, do início ao fim, já filtrado:
ANCAPSU - INTERCEPT cria NARRATIVA ABSURDA de PROXIMIDADE de FLÁVIO e VORCARO
ANCAPSU - MATÉRIA do INTERCEPT faz DÓLAR DISPARAR: INVESTIDORES querem FLÁVIO
ANCAPSU - FLAVIO explica o ÓBVIO, FINANCIAMENTO LEGITIMO do FILME, e PEDE CPI do MASTER
ANCAPSU - HOUVE ou NÃO dinheiro de VORCARO no FILME "DARK HORSE"? FALTA ESCLARECER
ANCAPSU - FLÁVIO enquadra a GLOBO NEWS e COMENTARISTAS ficam com CARA de TACHO
ANCAPSU - INTERCEPT tenta PROLONGAR POLÊMICA com novos VAZAMENTOS que NÃO DIZEM NADA
ANCAPSU - FLÁVIO se RECUPERA em DUAS HORAS da NARRATIVA do INTERCEPT e ESQUERDA tenta JUDICIALIZAR
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Militantes da máfia petista idiotas ficam sempre animadinhos achando que uma casca de banana jogada no caminho de Bolsonaro vai fazer com que alguns deixem de achar que Lula é ladrão. Lula continua sendo ladrão, nada mudou. Continua sendo carta fora do baralho em matéria de opção política. É um ladrão solto porque foi ajudado pelos bandidos que ele e outros bandidos colocaram no STF. Vorcaro, por sua vez, não subornou pessoas em Brasília, como se ele fosse um grande vilão. Não, ele era só uma peça pequena, um operador, um lavador de dinheiro e distribuidor geral de propinas, um Marcos Valério da vida. Os contratos com o banco eram para lavar o dinheiro da propina para Toffoli, para Alexandre de Moraes, para Lewandowski e companhia. Isso não significa que qualquer um que tivesse relações com o banco fosse criminoso, como por exemplo os correntistas do banco. Os corruptos do STF não são corruptos por causa do escândalo do banco Master e sim TAMBÉM por conta do escândalo do banco Master, pois a corrupção deles vem desde outros carnavais, já muito antigos, desde pelo menos mais de uma década atrás de forma contínua até hoje.
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O "The Intercept" é um grupo mercenário internacional a serviço da organização criminosa petista. E, mais uma vez, trouxe informações para ajudar o crime organizado petista. O interessante e não comentado foi como o grupo mercenário obteve acesso ao áudio em que Flávio Bolsonaro conversa com Vorcaro, do banco Master.
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Seja como for, crime não houve por parte de Flávio Bolsonaro (não havia contrapartida pública, ato de ofício, que ele pudesse oferecer). Houve a contrapartida privada, o filme foi realizado, ficou pronto (ao contrário dos demais envolvidos no caso Master, agraciados com recursos sem contrapartida, propina pura, como no caso dos corruptos do STF). O ponto principal é a lambança em si, uma zambelada de Flávio:
A lambança: em plena ditadura, angariar milhões de reais e firmar contratos com dinheiro de terceiros para realizar um filme. O que há a ser contado no filme? A história de Jair Bolsonaro? Nada existe que justifique um roteiro épico e que atraia milhões de espectadores a ponto de se reaver o que foi gasto no filme, ou seja, a perspectiva de lucro na empreitada é baixa. Bolsonaro foi um político honesto que chegou ao poder porque concorreu com ladrões, ladrões que contavam e contam com a proteção de uma cúpula judiciária 100% corrupta. Por isso, Bolsonaro foi barrado, enquanto governou e depois de governar, sendo apeado do poder numa fraude eleitoral da ditadura petista e colocado na cadeia. A história de Bolsonaro não é a história de Bolsonaro, é a história de uma cúpula judiciária 100% corrupta. E se isso não for contado no filme não há o que justifique uma produção cinematográfica, pois os personagens principais são os juízes corruptos do STF. E se o filme for contar a história da corrupção no STF, será barrado pela censura do próprio tribunal corrupto. Assim, a empreitada foi uma idéia completamente besta, uma burrice, uma zambelada, uma palermice, algo completamente idiota. Esta foi a lambança. Despender tempo e dinheiro com uma empreitada fadada ao fracasso (pela inviabilidade operacional no frigir dos ovos: a proibição da exibição). E ainda criando, de quebra, uma ligação com um corrupto, Vorcaro. Foi uma lambança, uma burrice. Certo foi Eduardo Bolsonaro, que se asilou nos EUA e de lá continuou o trabalho de denúncia da cúpula judiciária corrupta, que foi combatida, diga-se, ainda de forma muito amena. Já Flávio não, ficou no Brasil, fez críticas muito suaves à ditadura e envolveu-se nesta empreitada furada. Foi uma palermice. É realmente cansativo tudo isso. Como se não bastassem os ladrões e ditadores, segue-se agora com esta lambança imbecil. Flávio Bolsonaro perderá votos, é lógico, mas o ladrão Lula não ganhará votos por causa disso. Os votos serão transferidos para Zema ou outra figura limpa que surja. Seja como for, o ladrão Lula só não continuará no poder se não quiser, se não tiver saúde. Ou se o "sistema" rifá-lo, com ou sem o pedido de Trump. A fraude eleitoral na urna e no processo eleitoral será repetida e radicalizada, com o ladrão Lula seguindo com sua ditadura de 2027 em diante. Absolutamente nada indica reversão neste cenário. Na base de dados já existe a quantidade real de votos que o ladrão Lula teve, bastando se repetir na sintaxe do programa fraudulento o valor necessário no argumento na linha de código. Um valor maior precisará ser inserido, pois o cenário atual está mais deteriorado e haverá novos participantes. Para maior garantia, poderá haver o assassinato de Zema, a novidade, o Eduardo Campos da vez. Fraude na urna, assassinato e inelegibilidades ilegalmente decretadas por corruptos da cúpula da justiça eleitoral, em boa parte integrada por corruptos do STF emprestados. Aqui não há teoria da conspiração, é feijão com arroz petista da gema, o básico do básico em se tratando de Dirceu, o terrorista psicopata que gabarita tudo em todas as frentes, não deixando margem para o azar como costumam fazer as mentes medíocres. A guerra dentro e fora do STF, por este motivo, deverá continuar, com mais detalhes do escândalo Master sendo divulgados. E para isso poderá ser usado o "The Intercept", caso a Globo, que é parte do crime organizado petista hoje, fuja da raia. Um oceano do tamanho de Júpiter deve passar ainda sob a ponte até o dia da fraude eleitoral na urna, numa sucessão interminável de escândalos, o que ainda deve render muita caganeira geral.
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Abriu-se assim espaço para Zema, o ex-governador de Minas Gerais, que é quem tem batido de frente contra a cúpula judiciária corrupta, de forma altiva e sem defesa para os corruptos do STF. Mexeram com a pessoa errada, um mineiro da gema.
Está desanimador comentar sobre o Brasil. A ditadura atual se consolidou não por ser forte, mas por ocupar um espaço vazio, um deserto político. E há uma tremenda ingenuidade geral em que se acredita que tudo será revertido pela via eleitoral. Não vai. Haverá fraude eleitoral novamente, muito mais violenta desta vez, abarcando cargos de senadores também, para evitar que se forme maioria qualificada num Senado 2/3 renovado e assim os corruptos do STF então não venham a ser cassados por uma eventual maioria de oposição ao regime que seja formada na eleição para o Senado.
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III GUERRA MUNDIAL
No Irã prossegue o atoleiro. Usinas atômicas, força aérea, radares, marinha e defesa antiaérea da ditadura iraniana foram destruídos, mas as forças militares em terra continuam em campo, sufocando o povo e em prontidão para novos ataques com o arsenal de mísseis ainda restantes, escondido nas montanhas em toda parte. O estreito de Ormuz segue fechado. Parte dos aviões iranianos foi transferida para o Paquistão, em segredo. Estoques de petróleo no mundo seguem em declínio e vários navios seguem presos dentro do golfo Pérsico. Aproximam-se as "mid-terms" nos EUA, a eleição bianual no legislativo, havendo possibilidade de Trump perder a maioria e ter então abreviado seu governo, não por "impeachment", mas por inviabilidade. A partir daí, todas as ditaduras do mundo serão renovadas, ganhando novo fôlego, renascendo das cinzas, incluindo a brasileira.
Arrastando-se a guerra, a ditadura iraniana, caso o governo Trump mantenha maioria nas "mid-terms", poderá apelar para uma bomba nuclear suja, feita com o urânio enriquecido ainda escondido, lançada sobre Israel. Conversamente, caso o governo Trump seja enterrado, quem terá de apelar para o uso de armas nucleares será Israel, para colocar um fim definitivo no conflito, destruindo-se inclusive a ilha de Kharg, arruinando-se de vez qualquer possibilidade de a ditadura iraniana obter fundos para continuar bancando a guerra no futuro. Os ataques contra a ditadura iraniana foram até agora suaves porque se quer poupar o povo de um desastre brutal, que seria a ruína do país por décadas, com tudo sendo destruído, até as instalações petrolíferas. Mas, a continuar assim, o povo iraniano massacrado terá de ser sacrificado, não haverá alternativa. O país precisará ser riscado do mapa para sempre. Para uns (mercenários a serviço da máfia globalista ou da máfia russa) Trump faz parte da elite fascista globalista mundial e seu papel seria uma destruição geral, incluindo a dos EUA. Isso não tem nexo, quem fazia este papel era Biden. Para outros, Trump quer atingir a China, por meio do Irã, que fornece petróleo à ditadura chinesa. Isso em parte pode ter algum nexo, mas o óbvio é muito claro: uma ditadura de fanáticos que mata o próprio povo num genocídio não pode ter armas nucleares. Isso é ponto pacífico e é o que basta para explicar a situação e justificar tudo que foi feito, algo inexorável, sendo qualquer outra conseqüência algo secundário ou irrelevante.
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Já na guerra da Ucrânia, esta, com meios próprios, conseguiu desenvolver drones de longo alcance e estes estão destroçando fábricas e refinarias russas, minando a ditadura de Putin, que agora começou a apanhar feio, tendo sabotadas suas fontes de receita para bancar a guerra. O ditador Putin agora esconde-se como um rato, cortando a internet em Moscou, para não ser monitorado e eliminado num assassinato seletivo pontual, de falsa bandeira (por ordem interna) ou por parte da própria Ucrânia. Em algum momento ele irá apelar para armas nucleares táticas, pois ficou em situação periclitante. Antes ele só batia, agora começou a apanhar também. E feio. Continuando como vem seguindo, Putin irá perder a guerra. O desastre na Rússia tem ocorrido porque os drones ucranianos voam em baixa velocidade, não sendo detectados pelos radares, focados em alvos com alta velocidade. A guerra agora está acontecendo dentro da Rússia também agora e a situação de Putin internamente se deteriora, havendo uma carnificina em que 25 a 35 mil soldados russos morrem ou são feridos por mês agora em 2026. Desde 2022 já são mais de um milhão de soldados russos mortos, feridos ou desaparecidos.
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Caminha-se, a qualquer momento, em algum lugar, para o emprego de armas nucleares, pois guerras travadas por meios convencionais tornaram-se apenas um ralo por onde dinheiro escorre na construção de drones para derrubar drones. E as vitórias temporárias obtidas em algumas frentes de batalha só têm ocorrido porque avanços tecnológicos pontuais que baratearam a defesa antiaérea ocorreram, como se viu no caso da Ucrânia. Assim que o outro lado igualar os avanços tecnológicos, tudo volta a ficar empacado, transformando a guerra num impasse em que só se tem um ralo por onde o dinheiro se esvai. Sem soldados mortos (em peso do lado ucraniano, mas com soldados mortos em massa do lado russo), o atoleiro segue como numa guerra de trincheira. Por ora, ultimamente, a Ucrânia está na dianteira e a ditadura russa está numa merda tão grande que não consegue igualar os avanços tecnológicos ucranianos e passou a perder a guerra. O ditador Putin corre o risco agora de ser assassinado por ordem interna. As armas nucleares russas não foram utilizadas ainda para não contaminar o território a ser conquistado. É um beco sem saída.
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Outro foco de guerra é Taiwan, ainda não invadida pela ditadura chinesa. A solução para Taiwan seria um embargo comercial total contra a ditadura chinesa por parte dos EUA, logo após a invasão. Mas isso depende de povo apoiando, ao tempo em que os EUA entrariam em colapso por falta de produtos importados. Complicando o cenário, ou melhorando, o governo japonês resolveu remilitarizar o país, preparando-o para uma guerra contra a ditadura chinesa. No atual cenário, não haverá tempo para que haja uma preparação militar à altura, pois o colapso financeiro global levaria a economia japonesa de roldão, pondo fim em tudo, em qualquer capacidade industrial e comercial. Mas nesse dia o mundo inteiro estará também sendo levado de roldão.
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Seguindo:
A Palantir, empresa de tecnologia, defende a idéia de um governo controlado por inteligência artificial, com vigilância brutal sobre o cidadão:
HOJE NO MUNDO MILITAR - O futuro distópico da Inteligência Artificial do Pentágono: A Nova Ordem Mundial da Palantir
Empresários ligados à Palantir formam o grupo ligado ao vice-presidente JD Vance, o representante da máfia globalista no governo dos EUA, um possível impostor posando de pró-Trump, mas que na prática estaria ligado à oligarquia globalista local. Esse é o perigo no caso de "impeachment" ou assassinato de Donald Trump, que, aliás, novamente foi tentado (e, pelo visto, facilitado pela segurança).
Como fatalmente se verá nas "mid-terms" em novembro nos EUA, em que Trump poderá perder a maioria no Legislativo, o povo em si é uma massa cretina ocupada com o próprio umbigo, sem grandes preocupações de longo prazo que ultrapassem o tempo de uma vida humana ou os interesses pessoais mais mesquinhos. O povo é uma massa amorfa estúpida que não tem condições de controlar o próprio destino no mundo moderno. Em grande parte da maior parte do que é defendido pela Palantir há razão no que é dito. O fascismo e o comunismo foram obra de poucas lideranças com algum cérebro e serviram para engambelar povos inteiros por décadas, com vários países hoje destroçados pela imbecilização (como se viu com a cultura "woke"), sendo exemplo disso a Europa, hoje morta e em putrefação. Mas o saldo final é que a vigilância eletrônica com inteligência artificial (da Palantir) será, na prática, mais um meio de domesticar o gado súdito. Não tem jeito, esse negócio de povo, de cidadania, de Estado de democrático de direito, foi um fracasso, uma utopia do século XX, já encerrada na gigantesca maior parte do planeta, sobrevivendo ainda, em ocaso, nos EUA (sobreviverá desde que Trump faça o sucessor, caso contrário se encerrará também nos EUA e aí então em todo o globo). A civilização no planeta chegou ao fim, com todo o conhecimento científico e tecnológico sendo usado como ferramenta de destruição geral, com tribunais corrompidos, políticos subornados, professores doutrinados, terrorismo biológico (Covid-19 criado em laboratório), mísseis lançados contra população civil, usinas elétricas e refinarias destruídas e retomada da corrida nuclear, além de uma devastação colossal de empregos por conta da tecnologia, o que desestabilizará a política e acelerará a remonarquização da ordem social.
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Some-se o visto acima ao visto abaixo:
Abaixo temos um "nerd" da informática", Fábio Akita, entrevistado no "Flow Podcast" (o entrevistador é um raríssimo exemplo de sintonia com os entrevistados, deixando-os à vontade para o raciocínio fluir sem interrupções cretinas motivadas por vaidade de quem quer aparecer mais do que o entrevistado, muito bom ele). O assunto é a inteligência artificial. São quase cinco horas de um magnífico vídeo, imperdível. Tire o dia para ver, pois uma vez iniciado será impossível parar de assistir:
FLOW PODCAST - FABIO AKITA FLOW 588
Há uma revolução em curso, uma revolução dentro da revolução e dentro da revolução, num "looping" sem fim de entropia criativa, sendo inclusive inútil e impossível até documentar o que se passa para efeito de aprendizado, tamanha é a rapidez da bagunça em curso em todos os níveis e nichos de realidade interdisciplinar. Profissionais incompetentes agora conseguem se passar por medíocres, mas sujeitando-se a erros crassos. Já os profissionais de elite ganham meios de multiplicar seu potencial de trabalho. O saldo, por ora, é que os bons profissionais não poderão ser dispensados, continuando a ser necessários. Embora se caminhe para um colapso no mercado de trabalho, custos começam a ser brutalmente reduzidos, tornando empreendimentos antes inviáveis agora viáveis. Caminha-se para o desconhecido e muitas reviravoltas acontecerão. Seja no mercado de trabalho, seja no poder ditatorial, seja na guerra. Tem sido e deve continuar sendo uma entropia de paradoxos em que negócios passam e devem continuar passando por flutuações abissais de viabilidade, ocaso e oportunidade, em ondas que vêm e vão e devem continuar indo e vindo, num balanço catastrófico multidisciplinar, ou seja, afetando sociedade e Estado, ora positivamente, ora negativamente, em rápidos e abruptos ciclos paradoxais. Pelo menos uma das conseqüências positivas é a redução brutal de custos de produção e comercialização, o que reduzirá o custo de vida. Mas tudo é paradoxal: um curso agora é mais barato ou gratuito. Mas por qual motivo fazer um curso se a atividade aprendida já foi absorvida pela IA? A inteligência artificial (IA) não é propriamente uma etapa nova da informatização ou da automação industrial, é uma continuação. Os avanços atuais disponíveis não são obra de uma "inteligência" e sim de uma programação, um "software", que de qualquer forma existiria, chame-se-o de IA ou de outra coisa. Assim, a atual etapa revolucionária não é uma revolução abrupta que veio de novos avanços inimagináveis e sim é uma continuação do que já vinha acontecendo, a informatização combinada com a internet. Há um "input", uma pergunta, e depois vem a resposta, o "output", que vem do banco de dados, com a programação seletiva filtrada ou enviesada, formada pela conglobação de vários "softwares" num só. Exemplo: pergunte-se para uma IA se há corrupção no STF. Ela dirá que não ou que há uma polêmica, mas é programada para dizer que não há. E é aí que entra a necessidade de profissionais presenciais ainda, que serão as pessoas que terão as respostas filtradas pela realidade não enviesada ou as respostas filtradas pelo conhecimento técnico gabaritado. Há corrupção no STF e não é necessário grande inteligência para se ver isso. A corrupção vem das decisões ilegais e inconstitucionais tomadas com argumentos sofistas. A única coisa que faltava para o enquadramento típico integral era o dinheiro recebido, o valor da corrupção, da propina, agora visível, por exemplo, no caso do escândalo do Banco Master. Pergunte-se para qualquer IA se há corrupção no STF. Ela dirá que não há, mas existe sim e isso é óbvio. Assim, não se tem uma "inteligência" e sim uma "programação" de respostas enviesadas que usam como fonte as informações da grande imprensa, que é parte também do crime organizado. Não há um "software" que "pensa", ele puxa as respostas de um banco de dados pronto. E é o banco de dados quem está corrompido, tornando a IA inútil, demandando-se então o profissional físico. O que não existe num banco de dados informatizado não tem como ser respondido pela IA, ela não "pensa", ela só cospe respostas prontas.
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Estamos hoje sem saco e sem inspiração, sufocados pelo marasmo dos atuais desdobramentos tediosos. Os nossos comentários de hoje serão só essa chicória amarelada sem sal, mas o vídeo acima está suculento, um pudim de leite condensado com um litro de cobertura de caramelo. Ficaremos então por aqui. O cenário é catastrófico. E assim entendemos porque não somos economistas, nós éramos do chão da fábrica, onde as coisas efetivamente acontecem.
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