3 FEVEREIRO 2026
20:15:08
INFORMATIVO - MATÉRIAS
27-01-2026 - PARTE 1-5 - OURO A USD 5,000; PROSSEGUEM OS JOGOS (NO MUNDO INTEIRO)

27-01-2026  -  PARTE 1-5 - OURO A USD 5,000; PROSSEGUEM OS JOGOS (NO MUNDO INTEIRO)

 

  TEXTO REVISADO, 28/01/2026, 05h

CONSULTE ESPECIALMENTE A PARTE 3, QUE TEM ACRÉSCIMOS IMPORTANTES  

 

          Este é um informativo-monstro excepcional provisório. Não haverá tempo para correção de digitação, com revisão de gramática, ortografia, sintaxe, etc. Por isso não se impressione com eventuais erros de digitação ou quebras de linha de raciocínio na tradução. Faremos depois, quando possível, a revisão.

 

          Acima, o retrato da realidade na luta entre facções criminosas dentro e fora do STF. A briga é uma palhaçada que não tem como se desdobrar, pois não há como algum corrupto do STF ser cassado no Senado. As ameaças entre as facções criminosas em disputa são pífias, ridículas, com corrupto ameaçando corrupto. Assim, a coisa deve resultar, se continuar, em mais assassinatos.

 

          Não tem jeito, teremos de ir a mais um informativo excepcional. As coisas estão avançando em velocidade cavalar rumo ao abismo. Estamos seguindo em marcha lenta, ocupados com pendências pessoais chatas ainda por algumas semanas. Por isso falaremos só por alto sobre os assuntos, uma breve pincelada, apenas fazendo uma correlação entre os diversos assuntos, todos interligados, pois as ditaduras e o crime organizado seguem o mesmo "script" em toda parte, repetindo o "know-how" (a respeito de manipulação e subjugação de massas) acumulado no século XX desde a sangrenta revolução comunista no império russo e desde o nazismo na Alemanha. Todos os assuntos são correlacionados e aqui nós vamos só ligar os pontos.

 

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BANCO MASTER

 

          Como já dissemos, está em curso uma truculenta guerra entre a facção criminosa de Lula/Dirceu e a facção criminosa de Temer / Sarney / Kassab / Aécio Neves / Eduardo Cunha / Artur Lira / Ciro Nogueira (etc.). As duas facções são na verdade uma aglutinação de várias facções associadas: PT / PCC / ditaduras estrangeiras do Foro de São Paulo. Já a facção de Temer é associada à facção de Aécio, de Kassab, de Eduardo Cunha e assim por diante, alguns também com ligação com o PCC (facção criminosa do narcotráfico, focada na marginalidade urbana).

 

          [1] A facção criminosa de Lula/Dirceu conta no STF com os corruptos Fachin, Cármen Lúcia, Zanin e Fux. Contava também com corrupto Barroso, que renunciou por medo da Magnitsky. E contava também com o corrupto Dias Toffoli (o eterno e inesquecível "amigo do amigo de meu pai", codinome dele nas planilhas de propina da Odebrecht, empreteira de Marcelo Odebrecht, fato descoberto na "lava-jato", a maior investigação contra o crime organizado no Brasil). A facção petista conta ainda com o apoio pontual e precário do corrupto Flávio Dino. Este sozinho compõe uma facção criminosa à parte (e que deseja também o poder absoluto e completo, em detrimento das demais facções).

 

          [2] A facção criminosa de Temer / Sarney / Aécio / Kassab/ etc. conta no STF com os corruptos Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Nunes Marques e André Mendonça. Este grupo era originariamente composto pela oligarquia corrupta tradicional do século XX. Esta facção conta ainda com o procurador-geral corrupto Gonet.

 

          A facção criminosa petista [1] é composta pelo PT e todos os partidos de esquerda associados, como satélites, apenas para dar aparência de pluripartidarismo democrático a um coeso grupo criminoso, cuja origem está no Partido Comunista, há mais de um século. O que havia começado como política, como revolução sangrenta, como terrorismo revolucionário, ao chegar ao poder, se converteu numa nova oligarquia corrupta ditatorial, em associação com as antigas oligarquias corruptas fascistas.

 

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          As facções criminosas [1] e [2] estiveram associadas de 2003 até 2016 e iniciaram uma guerra após o "impeachment" da criminosa Dilma Rousseff, deposta em 2016. A guerra se iniciou após o início da "lava-jato" e após o "impeachment" de Dilma. A guerra ocorreu porque a facção criminosa [2] apoiou o "impeachment", que era uma exigência do povo na rua (tal como ocorre agora no Irã). Após a deposição de Dilma, a facção criminosa [1] de Lula tentou dar um golpe na facção criminosa [2] de Temer. E para isso usou o corrupto procurador-geral Rodrigo Janot (petista) e os petistas do STF. O golpe contra Temer foi dado com a delação premiada (encomendada e forçada) de Joesley Batista, o corrupto executivo do grupo JBS/Friboi. Foi o "banco Master" da época, em 2017. Esse golpe da facção criminosa [1] contra a facção criminosa [2] ocorreu após a morte (num acidente aéreo em Paraty) do relator da "lava-jato" no STF, Teori Zavascki, um mais que provável assassinato. Com o assassinato, a relatoria da "lava-jato no STF passou de um integrante da facção de Temer (Teori) para um integrante da facção de Lula (Fachin). O relator petista corrupto Fachin e mais o procurador-geral petista corrupto Janot, dois corruptos juntos, levaram a cabo o golpe contra Temer, que fracassou.

 

          Esta história está contada nos mais mínimos detalhes na nossa denúncia de crime de responsabilidade apresentada no Senado Federal em 01-10-2019 contra os onze corruptos do STF.

 

          Abaixo temos:

 

         Nossa denúncia de 4.166 páginas apresentada no Senado Federal contra os onze marginais do STF que foram acusados de crime comum: integração de organização criminosa, obstrução da justiça, corrupção passiva, prevaricação e abuso de autoridade, ao longo de mais de uma década de bandalheira judicial no STF (e a prática de crime comum perfaz a de crime de responsabilidade):

 

"LINK" PARA DENÚNCIA NO SENADO

 

          A denúncia foi apresentada em 01/10/2019 no Senado Federal e tem 103 anexos. Um dos anexos é o 39, um "banner" com 36 metros de comprimento por 0,9 m de altura, com um resumo iconográfico dos itens da denúncia e que foi criado para expor em resumo os motivos que levaram ao possível assassinato de Teori Zavascki (ministro relator da Lava-jato no STF) em 2017:

 

         ANEXO 39

 

"link" para ANEXO 39

 

          De interesse para agora, temos:

 

          Item 015, evento 13, prisão inconstitucional do senador Delcídio do Amaral, página 0515 a 0618.

 

          Itens 047 a 064, eventos 19, o golpe petista contra Temer, a delação de Joesley Batista, guerra entre as facções criminosas do PT do PMDB, dentro e fora do STF, páginas 1595 a 3022.

 

          Detalhes rápidos deste golpe da facção criminosa [1] de Lula contra a facção criminosa [2] de Temer podem ser lidos no índice da denúncia, da página 7 do arquivo até a página 12. Itens 047 a 064. No item 015 tem-se parte da história envolvendo o banqueiro André Esteves, do banco BTG Pactual, também envolvido em vários escândalos relacionados a corrupção no STF na "lava-jato".

 

          Entender as nuances que envolvem mudança de curso no crime organizado demanda anos ou décadas de observação do cenário, com acompanhamento detalhado a fundo. A maior parte do que se divulga a respeito do banco Master como sendo motivação para tudo vir à tona não passa de balela, como a história de que seria resultado de uma disputa entre André Esteves do banco BTG Pactual e Vorcaro, do banco Master. São figuras secundárias, acessórias, sem posição de destaque suficiente para justificar o tamanho da guerra que está em curso. Outra balela é a história de que Lula, o ladrão, estaria querendo renovar o STF por medo de não ser "reeleito" e assim garantir novos nomes no tribunal, jovens que ficariam por décadas (o tamanho da guerra em curso é demasiado grande para ser produto de algo ridículo assim, Lula não precisa garantir novas vagas por décadas à frente, pois ele terá o comando, seja com fraude eleitoral, seja com assassinato, o poder já foi tomado). O que está de fato em curso agora, a grosso modo, em resumo, é uma guerra entre as facções criminosas [1] e [2], uma guerra entre Lula/Dirceu e Temer/Sarney. Uma guerra pelo controle do STF, pela maioria do tribunal, para assim determinar quem será declarado vencedor na fraude eleitoral de 2026, no final do ano. É isso que está em andamento. Uma repetição do que se viu em 2017, na delação de Joesley Batista. Vorcaro de 2026 é o Joesley de 2017.

 

          Tanto em 2017 como agora em 2026, os criminosos (Joesley e Vorcaro) estavam trabalhando para todas as facções criminosas, sem distinção. Em 2017, a facção criminosa [1] de Lula usou o procurador-geral corrupto Janot e o novo relator corrupto da "lava-jato" Fachin no STF para dar um golpe contra Temer. Sem aliança com o procurador-geral corrupto Gonet agora em 2026, a facção criminosa [1] de Lula está usando a banda podre da Polícia Federal e a também criminosa Rede Globo (braço da facção criminosa petista e das facções associadas) para acuar a facção criminosa [2] de Temer dentro do tribunal. Está sendo também uma vingança por conta dos fatos ocorridos em 2017. Uma vingança petista de Lula contra Alexandre de Moraes (sacanagem de Alex ao pedir vista na ação penal 937, na fraude da "restrição do foro privilegiado", que ia tirar o criminoso Lula das mãos de Sérgio Moro em Curitiba e trazê-lo para o colo dos corruptos no STF - com o pedido de vista, houve atraso na votação da AP 937, não se aplicando a fraude ao processo do tríplex de Lula no Guarujá). Assim, em 2017, Lula usou Janot e Fachin contra Temer. Agora está usando a banda podre da PF e a Rede Globo novamente contra Temer. Em 2017, Toffoli debandou para a facção criminosa [2] junto com o corrupto Lewandowski, na expectativa de que a facção criminosa [1] de Lula não retornaria mais ao poder.

 

          Com a eleição de Bolsonaro em 2018, as facções criminosas [1] de Lula e [2] de Temer se uniram novamente, foi a "pacificação" (termo criado por Temer em 31.08.2016, após o "impeachment" de Dilma). O termo para o público significaria "pacificação" do povo (eleitores de direita e de esquerda), um papo-furado. Na verdade o termo significaria uma trégua entre as facções criminosas associadas, uma nova união. Mas a "pacificação" só veio após a eleição de Bolsonaro. De 2016 a 2018 as facções estiveram em guerra.

 

          Assim, de 2019 a 2022, as facções criminosas [1] e [2] se uniram novamente e atuaram juntas contra Bolsonaro, trabalhando a todo tempo para arruinar o governo dele e para fazer a fraude eleitoral de 2022 e a simulação fajuta de golpe de Estado em 8/1/23 (a depredação em Brasília). A partir de 2023, as facções criminosas [1] e [2] continuaram unidas para colocar Bolsonaro e apoiadores na cadeia, eliminando-se assim os políticos honestos que faziam oposição ao regime corrupto. Em que pese Bolsonaro ter sido eleito em 2018 e ter governado até 2022, mesmo durante seu governo já se estava sob uma ditadura, com o Poder Executivo engessado pela corrupção no Poder Judiciário, Poder corrupto este que fez a fraude eleitoral de 2022 e colocou de volta os ladrões no poder, por meio da anulação (indevida) da "lava-jato" e por meio da fraude eletrônica na urna, levada a cabo pelo próprio TSE, Tribunal Superior Eleitoral, ocupado também por corruptos, em boa parte oriundos do próprio STF.

 

          Com Bolsonaro finalmente preso e imaginando-se que o "bolsonarismo" e a dita direita estariam enfim extintos, as facções criminosas [1] de Lula e [2] de Temer voltaram então a se digladiar, uma briga de foice no escuro para a tomada de controle do STF e da cúpula judiciária, para assim determinar quem será o beneficiário da fraude eleitoral eletrônica em 2026, ano eleitoral.

 

          Toffoli está sendo desovado agora pela facção criminosa [1] de Lula, a máfia petista, porque é o relator do caso do banco Master no STF, que envolve vários corruptos do STF da facção criminosa [2] e também vários políticos corruptos. Envolve também corruptos da facção criminosa [1] de Lula, mas sobre estes se fará um filtro na Rede Globo, a serviço do crime organizado, mas de forma seletiva, ou seja, só se divulgará o que for permitido ou ordenado pela facção criminosa [1] de Lula.

 

          Toffoli está sendo atacado pela máfia petista [1] para na verdade atingir Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, da facção criminosa [2].

 

          O ponto inicial da briga entre as facções criminosas [1] e [2] ocorreu com a renúncia do corrupto Barroso, que abriu então uma vaga no STF. Antes, relembrando, o cenário era:

 

          A serviço da facção criminosa [1] de Lula no STF: Fachin, Barroso, Cármen Lúcia, Fux, Zanin e Toffoli (total: 6).

 

          A serviço da facção criminosa [2] de Temer no STF: Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Nunes Marques e André Mendonça. Conta ainda com o procurador-geral corrupto Gonet, peça-chave na composição de qualquer arranjo de perseguição política judicial, pois só ele pode acionar o tribunal, que não pode agir de ofício ou mediante provocação de terceiros para fins criminais.

 

          Facção criminosa [3]: Flávio Dino, corrupto independente, momentaneamente aliado à facção criminosa [1] de Lula, mas sem lealdade ideológica, apenas pragmática. É volúvel, podendo mudar de lado conforme seja mais interessante para ele mesmo em termos de mais espaço para sua megalomania estúpida.

 

          Com a pressão da Magnitsky e o descalabro econômico, a facção criminosa [1] de Lula sofreu desgaste, levando Toffoli novamente a derivar para a facção criminosa [2] de Temer. Ao mesmo tempo, abriu vaga, a do corrupto Barroso. Isso mudou o cenário no tribunal. Assim ficou a situação:

 

          Facção criminosa [1] de Lula: Fachin (atual presidente), Zanin, Cármen Lúcia e Fux (total: 4), mais a aliança pontual e precária com o corrupto Flávio Dino (total: 5).

 

          Facção criminosa [2] de Temer: Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Nunes Marques e André Mendonça (total: 4). Com a debandada de Toffoli, alcança-se a igualdade com a máfia petista (total: 5). Contando com o procurador-geral corrupto Gonet, tem o poder de acionar ou não o tribunal na parte criminal, o que contrabalança em parte ter a minoria na Corte.

 

          A facção criminosa [1] de Lula queria (e indicou) o corrupto Messias (o "Bessias" de 2016, o do bilhetinho) para a vaga de Barroso, o que ampliaria o total para 5 ministros corruptos, ou 6 com Flávio Dino ou 7 com Toffoli. Por isso a facção criminosa [2] de Temer negou-se aprovar no Senado a indicação, optando por apoiar o corrupto senador Rodrigo Pacheco, ex-presidente corrupto do Senado, que já ajudou muito o crime organizado, ao não dar andamento a centenas de denúncias de crime de responsabilidade contra corruptos do STF no Senado. Com Pacheco, a facção criminosa [2] passaria a ter 5 ministros corruptos no STF, ou 6 com Toffoli ou 7 com Flávio Dino.

 

          Toffoli está sendo atacado pela facção criminosa [1] de Lula que o colocou no tribunal para na verdade atingir Alexandre de Moraes, da facção criminosa [2]. O objetivo é colocar um "cabresto" no tribunal corrupto, mostrando que quem manda é Dirceu e não os corruptos do tribunal. E mostrando que a vaga tem de ser do corrupto Bessias. É basicamente isso que está acontecendo.

 

          A facção criminosa [2] de Temer ficou de mãos atadas, pois não está mais no comando da mídia (Globo, jornais e revistas) e não tem a maioria no tribunal. Conta apenas com o procurador-geral corrupto Gonet, que até agora prevaricou quanto aos escândalos atuais do tribunal. Assim como atuou com abuso de autoridade contra Bolsonaro. Esses crimes de prevaricação e abuso de autoridade são na verdade crimes-meio dos crimes-fim de corrupção e integração de crime organizado. O procurador-geral corrupto calou-se diante do impedimento de Toffoli no caso Master, apoiando-o. Os demais corruptos da facção criminosa [2] como Gilmar também apoiaram Toffoli. O corrupto Fachin fez jogo de cena, para o público e para as facções, permanecendo pisando em ovos. Como tudo segue na base do abuso de poder e da ditadura, bem poderia ele, para por ordem dentro do tribunal e cumprir o regimento interno, redistribuir os autos do caso do banco Master. E isso levaria a outra queda de braço, com o colegiado tendo de aprovar esta decisão monocrática abusiva, mas que no fim nem seria abusiva, seria o cumprimento de ofício do princípio constitucional da moralidade administrativa do artigo 37 da Constituição. Tendo prevaricado o procurador-geral e sendo isso um flagrante de crime, caberia intervenção de ofício, pondo ordem no tribunal. Nada se faz porque é "chumbo trocado". Corrupto contra corrupto.

 

          Não existe qualquer lealdade entre criminosos. Eles fazem entre eles o que fazem com o próprio povo, matam até se for preciso, como se viu em 2014, o assassinato de Eduardo Campos. Briga entre ratos no meio do chiqueiro. Ele teria potencial para vencer a eleição, desbancando Dilma, pois até então tinha uma ficha aparentemente limpa e era muito bem quisto pelo eleitorado. Ele foi assassinado numa sabotagem aérea. Vejamos de novo, para relembrar e dar mais base ao que estamos falando sobre 2026:

 

MAY DAY DESASTRES AÉREOS 2016 RESOLVIDO EDUARDO CAMPOS ASSASSINADO PARTE 13

 

 

          A sabotagem realizada e acima provada (nós fizemos o vídeo e a simulação de vôo) foi um disparo intermitente de compensador ("electrical pitch trim runaway") programado para 1.700 pés (518 metros de altura). O ponto de derrubada seria sobre o radiofarol SAT, ponto obrigatório de passagem antes do pouso, onde o grau de liberdade é zero: o avião tem de passar a 150 nós de velocidade, a 1700 pés sobre o radiofarol e no curso 350, o da pista. O piloto cortou caminho, não cumprindo a carta de aproximação, passando no ponto da derrubada 10 minutos antes. Como não conseguiu pousar, arremeteu, sendo derrubado na arremetida, quando chegou a 1700 pés ao estar subindo para 4000 pés e se alinhando no curso 170 paralelo à pista e em direção ao rafiofarol NR no mar, fazendo um "zero oblongo" para retornar cortando caminho de novo, em vez de cumprir toda a carta de aproximação novamente. Foi um assassinato. Em plena campanha eleitoral.

 

          Quatro anos depois, uma facada em Bolsonaro, ordenada por Dirceu, da facção criminosa [1]. O crime continua: avião derrubado, facada, fraude eleitoral e agora prisão ilegal, para manter na cadeia o candidato vencedor de 2022 e de 2026.

 

          Esse é o crime organizado petista, que em 2002 mandou matar Celso Daniel e em 2006 fez os atentados terroristas do PCC em São Paulo, para desviar o foco do escândalo do mensalão, que afetaria a eleição de 2006. Em seis eleições presidenciais, houve fraude e assassinato em cinco: 2002, 2006, 2014, 2018 e 2022. Haverá fraude e assassinato também em 2026. Os verões petistas passados mostram o que está por vir, mais assassinatos, desta vez de criminosos associados.

 

CONTINUA NA PARTE 2/5

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