27-01-2026 - PARTE 5-5 - OURO A USD 5,000; PROSSEGUEM OS JOGOS (NO MUNDO INTEIRO)
27-01-2026 - PARTE 5-5 - OURO A USD 5,000; PROSSEGUEM OS JOGOS (NO MUNDO INTEIRO)
TEXTO REVISADO, 28/01/2026, 05h
CONSULTE ESPECIALMENTE A PARTE 3, QUE TEM ACRÉSCIMOS IMPORTANTES
Enquanto isso, o último refém, ou o último corpo de refém, dos atentados de 7 de outubro de 2023, voltou para Israel:
HOJE NO MUNDO MILITAR - O último voltou para casa – Sem reféns israelenses em Gaza, o que acontece agora?
O terrorismo, em teoria, é uma ferramenta de guerra assimétrica onde se tem uma minoria pouco relevante que luta contra uma maioria comandada por uma outra minoria ainda mais irrelevante, mas que domina os meios de ação do Estado. É uma ferramenta que funciona. Mas quando qualquer terrorista chega ao poder, o resultado é sempre o mesmo: ele se torna a nova minoria que passa a deter os meios de ação do Estado, usando-os em benefício próprio e tornando o terrorismo uma ferramenta de Estado. É o que aconteceu no Irã, na Venezuela, na Colômbia, na Rússia de Stálin, em Cuba, na Coréia do Norte, na China. Quando se chega a este nível, terrorismo como ferramenta de Estado, inclusive com armas nucleares, o próprio terrorismo passa a ser a única alternativa para combate ao próprio terrorismo. É a teoria dos jogos. A eliminação seletiva de alvos ocupantes de cargos importantes na ditadura iraniana por Israel foi exemplo disso. Implantou-se o terror dentro da ditadura iraniana. Mas todo terrorista sempre age de modo terrorista. Os substitutos dos que agora figuram como próximos alvos já foram escolhidos e assumirão os cargos assim que os titulares forem eliminados. Curiosamente, estes podem se tornar agora traidores, por medo de morrer. Sendo a morte certa e inútil, a alternativa é voltar-se contra o próprio regime iraniano. Outro ponto curioso: os protestos começaram com os comerciantes, revoltados por conta do "overshooting" cambial. A alternativa, dado que a manifestação é aparentemente unânime, é simplesmente parar de recolher os impostos, deixando os agentes do Estado sem salários, fazendo-os desertar, deixando a ditadura deserdada dos meios de ação. Isso é possível porque o desastre econômico propiciado por canalhas no poder chegou à completa destruição do país, tornando praticamente unânimes a desaprovação e a revolta, tal como ocorre em Cuba, tal como praticamente ocorreu na Venezuela. No caso do Brasil este ponto ainda não chegou, estando a maior parte da população em completa alienação a respeito do que está por vir, tornando inviável um tipo de ação como esta agora possível na ditadura iraniana: todos os empresários pararem de recolher os impostos e assim fazer ruir de vez a Administração Pública corrupta e ditatorial.
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OURO DISPARA PARA USD 5,000
Por conta de todo este cenário - e aqui nós demos uma "pincelada" bem de leve, só "por alto" -, o dólar segue em disparada, atingindo recordes sucessivos. Ultrapassou agora os US$ 5 mil por onça-troy. Cerca de 50% de alta nos últimos seis meses. Cerca de 300% de alta desde o QE4 em setembro de 2019.
FERNANDO ULRICH - Ouro $5.000, dólar caindo e intervenção no iene, o que está acontecendo?
PORTAL DO CONHECIMENTO - ESTAMOS VIVENDO DIAS HISTÓRICOS!!!
PORTAL DO CONHECIMENTO - PELO AMOR DE DEUS, ACORDEM!!!
RENAUD ADORNO - 603 - OURO a $5000 e PRATA a $100 - Começou a HIPERINFLAÇÃO?
ANCAPSU - PESQUISADORES descobrem como PRODUZIR OURO como SUBPRODUTO GRÁTIS de REATORES de FUSÃO NUCLEAR
Numa conta "por alto", feita por meio de IA, se todas as usinas do mundo hoje em funcionamento realizassem esse processo (de conversão em ouro, acima visto), a produção de ouro anual dobraria e isso faria o preço do ouro reduzir. Com a redução do preço do ouro, o processo talvez não fosse mais lucrativo ou viável. Assim, o impacto desta descoberta não deve afetar imediatamente os preços, é coisa ainda para um futuro a médio ou longo prazo. Por ora, o ouro continua como a única reserva de valor garantida.
A valorização de 300% em pouco mais de seis anos, ou de cerca de 50% no último semestre, não indica uma hiperinflação já em pleno desdobramento, mas indica que ela está já em vias de entrar em curso. Seja como for, a hiperinflação (pelo menos nos tempos modernos, de meados do século XX para cá), é SEMPRE uma INTENÇÃO EXPLÍCITA dos governos, não é um fenômeno que se desenvolve por uma bagunça inconsciente no mercado e no governo, a não ser que haja uma força maior ocasionada por um violento choque de oferta, geralmente ocasionado por eventos como guerra, com isso atingindo também as receitas governamentais. No geral, a depressão econômica ou a mera recessão funciona como freio para a inflação inercial que venha a se formar, ocorrendo então cavalares quedas da atividade econômica. Nos tempos modernos, a hiperinflação, quando ocorre, se dá por uma safadeza plenamente consciente do governo, uma INTENÇÃO EXPLÍCITA (para ele), mas velada para o público. E essa hiperinflação é ALAVANCACADA pelo próprio governo, com o aumento das tarifas públicas, em geral aumento de preços de combustíveis, como foi no Brasil nos anos 80 (hoje há aumento proposital, mas disfarçado na forma de adição de mais álcool à gasolina - o objetivo inicial não é alavancar inflação e sim aumentar a margem de lucro e as propinas da corrupção; o abuso nisso, mais tarde, alavancará a hiperinflação). Com a hiperinflação, as despesas públicas são corroídas em termos reais pelos aumentos de preços, ficando em DEFASAGEM em relação a eles. E essa é a intenção dos governos: achatar despesas e dívidas, corroendo o valor "real" das mesmas. E daí segue-se o desastre, com o serviço público sendo arruinado por salários miseráveis. Daí nasce a Esquerda safada e corrupta, daí nasce Hitler, daí nasce um Lula e assim por diante, ampliando-se o desastre e tornando-o irreversível. Não só irreversível no sentido de evitável, mas irreversível também no sentido de conserto futuro, com a sociedade, a cidadania, a cultura e conhecimento sendo destruídos pela miséria. Acaba sendo um instrumento de guerra híbrida a longo prazo. O Brasil passou por este processo de destruição irreversível e está agora mergulhado no pântano, de onde nunca mais sairá. Seguirá cada vez mais para o fundo da terra.
A valorização do ouro é de 300% em pouco mais de meia década. Mas foi de cerca de 1200% nas últimas duas décadas. Lá atrás, em 2005, quando Nouriel Roubini alertou para a crise do "subprime" que eclodiria em setembro de 2008, o ouro iniciou a atual escalada. Lá naquele tempo já se anteviu o atual desastre. A crise do "subprime" nasceu da deterioração das condições econômicas, com empresas e empregos saindo dos EUA para a China, o mesmo se dando na Europa e no resto do mundo, por uma decisão do capitalismo selvagem. A China atual foi arquitetada pelos capitalistas dos anos 70 dos EUA e começou a ser construída nos anos 90, após a "queda do muro de Berlim" em 1989 e após o colapso da URSS em 1991, ou seja, no início da globalização. Uma década e meia depois, a deterioração da economia nos EUA produziu o "subprime" de 2008. Nada foi feito desde então para resolver esta situação, entrando os EUA em trajetória de "default", constantemente adiado pelos QEs do Fed, o que originou inclusive a criação deste "site" em 2009. Desde esse tempo se prevê o colapso do dólar. Antes ele era uma conseqüência involuntária da opção capitalista de fuga para a China. Após o primeiro governo Trump e sua estratégia de reverter a fuga de capitais para a China, o colapso do dólar se transformou em instrumento de guerra híbrida. E em boa parte é isso que está acontecendo agora. As sanções contra a ditadura russa apressaram esse colapso a partir de 2022, tornando a "desdolarização" involuntária e difusa que já vinha desde 2008 um processo voluntário e proposital (de proteção de ditaduras em geral) a partir de 2022 e agora, com a volta de Trump a partir de janeiro de 2025, um processo que será acelerado até as últimas conseqüências pelas ditaduras em conjunto de todo o planeta, colocando-se lenha artificial numa fogueira real que já existe e já está acesa desde 2008 e desde então só se ampliou com mais gasolina. A hiperinflação propriamente dita estará efetivamente em curso quando essas variações percentuais cavalares chegarem aos preços ao consumidor, para o que o corrupto governo Biden estava trabalhando com afinco, com a agenda ambientalista. Trump reverteu isso, abortando este estopim hiperinflacionário bem conveniente para o atual momento. Seja como for, o colapso do dólar arrastaria junto as moedas do mundo inteiro, instantaneamente, por conta do entrelaçamento do mercado financeiro. Só quando a grande maior parte das reservas de algum país for constituída por ouro a respectiva moeda estará a salvo de um colapso arrastado pelo fim do dólar. A alta para USD 5,000 atual reflete mais um movimento antecipatório precoce de quem antevê anos ou décadas adiante. Se repentinamente Putin, Xi Jimping, Khamenei, Maduro, Lula, Macron, Trudeau e todo tipo de lixo na política fosse erradicado da noite para o dia no planeta, o cenário seria de colapso brutal do preço do ouro. A fuga das ditaduras para o ouro ocorre para imunidade contra sanções e agora também com retaliação contra os EUA, para fazer o dólar realmente implodir (mas, por ora, tudo implode junto). Mas não há ainda reservas em ouro suficientes nos países para haver imunidade. Um colapso agora do dólar arrastaria o mundo inteiro para a hiperinflação. Houvesse uma paz mundial, seria a hora então de abandonar o ouro e realizar o lucro, comprando outros ativos depreciados. Como paz não haverá, o momento de sair do ouro não é vislumbrável. Por isso, entrar no ouro agora é algo arriscado. Quem nele estava há anos deve permanecer, pois nada perderá. Qualquer reversão em termos nominais não será para aquém de onde já esteve antes da última meia década, algo na faixa entre USD 1,5 mil e USD 2 mil. Abaixo, vídeo nosso sobre a variação do ouro de 1960 a 2020, com explicação sobre os momentos de entrada e saída da posição em ouro que renderam lucro ao longo do tempo:
GOLD 20,000 - O QUE VAI ACONTECER COM O OURO - MAIO 2020
O colapso do dólar é agora um instrumento de guerra híbrida para arruinar o governo Trump. Seja como for, o cenário é de guerra mundial, com várias frentes de batalha abertas ou por se abrir em toda parte: Venezuela, México, Irã, Taiwan, Japão, Ucrânia, Rússia, Europa, Groenlândia, Síria, Turquia, Coréia do Norte, entre outros lugares. Estas guerras, independentemente de quaisquer intenções sub-reptícias ou híbridas, já têm o condão de trazer incertezas e impacto econômico que pode arruinar o mercado financeiro, pois a situação fiscal dos países é precária. O mercado de títulos públicos pode colapsar e, aí, a hiperinflação pode eclodir.
O papel que o dólar fazia no Brasil nos anos 80 como "benchmark" para preços relativos é o que o ouro faz agora (ou fará) para preços em dólar. A estúpida alta reflete então tudo o que foi visto acima, o resultado da união de incerteza do mercado com especulação proposital em guerra híbrida. Mas o perigo de colapso do mercado de títulos públicos é real em face da guerra mundial, que se se iniciar não se resumirá apenas ao aspecto bélico, haverá também guerra comercial brutal, com paralisação total do comércio. Sempre lembrando que não há guerras entre povos ou entre países. O que há é guerra entre ditadores contra seus próprios povos ou de ditador contra ditador, como no tempo das guerras entre reis. O povo do mundo inteiro, o povo mesmo, não está a fim de guerra alguma. E esse é o nosso ponto aqui. Para nós, o povo do mundo inteiro é um povo só. E não é porque uma injustiça ocorre do outro lado do planeta que nós não ficaremos indignados. Não é porque a ditadura é em outro país que nós ficaremos alheios. É revoltante, tanto quanto a ditadura que aqui também existe. Igualmente. É nojento.
Está vista então a correlação geral entre os temas: as ditaduras estão em toda parte, comandadas por psicopatas. A coisa começa com censura e prisões, com tribunais corruptos como o STF brasileiro. Se isso não adiantar, depois vem a matança, como agora no Irã. E tudo segue manipulado com infiltrados, como os petistas em Brasília no 8.1.23 ou como os democratas se passando por imigrantes perseguidos pelo ICE em Minnesota ou como os cubanos que trabalham nos "coletivos" de Maduro na Venezuela. Alexandre de Moraes, assim como Dirceu, é um assassino. A diferença entre eles e Khamenei é apenas a quantidade. Mas na qualidade são iguais. Pessoas estão tendo de fugir do Rio de Janeiro por conta da violência, assim como curdos têm de fugir da Turquia, da Síria ou do Irã. Ou palestinos precisam fugir de Gaza, pois os terroristas a serviço da ditadura iraniana produziram uma guerra inevitável com Israel. Venezuelanos precisaram ir embora da Venezuela. Mexicanos vão embora do México. Ingleses precisam ir embora da ditadura no Reino Unido. Abaixo, Vinicius, do canal Meu Carro LifeStyle. Era morador do Rio de Janeiro, mudou aqui para São José dos Campos, em São Paulo, por não suportar mais a violência carioca:
MEU CARRO LIFESTYLE - QUASE BATEU ARREPENDIMENTO: LARGUEI O RJ HÁ mais de 1 ANO! AFETOU O CANAL?
Assim está em toda parte, seja no micro da favela carioca, seja no macro ucraniano. Toda esta catástrofe está sendo produzida por ditaduras que têm como alvo o próprio povo súdito. O elemento comum central em todos os lugares é o mesmo: a alienação, a enorme quantidade de pessoas que vive alienada em relação à política, de nada participando, nada fiscalizando, o que possibilita, passadas algumas décadas, a formação e consolidação de ditaduras, com o aparelhamento criminoso de todas as instâncias de poder, das cúpulas ao nível mais baixo. Quando a realidade é percebida de forma unânime, até pelos alienados, a economia já está completamente destruída, como no Irã e na Venezuela, vindo então a revolta. E depois a matança.
O projeto de criação da Guarda Nacional, do ladrão Lula, assim como o projeto de federalização das polícias estaduais, do corrupto Lewandowski, tem por FINALIDADE EXCLUSIVA compor uma guarda do regime, para efetuar a MATANÇA quando for necessário. Essa é a realidade nua e crua envolvendo estas figuras apodrecidas, criminosos do mais abjeto jaez, demônios do subsolo do inferno, canalhas da mais sórdida desfaçatez, verdadeiros psicopatas.
A solução para isso veio há dois mil anos. Mas ela é individual apenas. Não estamos aqui pregando vingança, violência, matança ou guerra. Mas assim como na Bíblia avisos vinham para o povo de Israel se preparar para as batalhas, nós aqui reiteramos:o povo dos Estados Unidos da América, o único país do mundo ainda em liberdade e em democracia (tendo quase atingido a destruição irreversível no corrupto governo Biden), precisa se preparar com o máximo de armas e munições, formando grupos paramilitares em prontidão para uma GUERRA CIVIL, que será o restabelecimento da ORDEM PÚBLICA e da DEMOCRACIA quando o governo Trump for defenestrado (ele deverá sofrer novos atentados, ordenados pela ditadura iraniana e chinesa, em conluio com a máfia globalista do Partido Democrata dentro dos EUA), seja por atentado numa "guerra híbrida", seja pela parte alienada do povo que numa nova eleição recoloque o crime organizado do Partido Democrata no poder, o que arruinará a liberdade e a democracia de forma IRREVERSÍVEL NO PLANETA. Caindo o governo Trump ou ele não fazendo o sucessor, a parte consciente do povo precisará se separar da parte alienada do país, formando um país separado. Não há qualquer possibilidade de manutenção da democracia e da liberdade sem a continuidade do governo Trump, em que pese seus excessos tipo Groenlândia (é necessário deter a posse da ilha, mas isso não poderá acontecer por meio de guerra ou pressão abusiva, o que constitui uma violência em termos de direito internacional, em tese pelo menos). Uma vez encerrada a era Trump, será o fim dos Estados Unidos. E será o fim do planeta, o fim da civilização. Repetir-se-á nos EUA o processo de capitulação do Estado perante o crime organizado, como já se viu na gigantesca maior parte do planeta.Não falamos aqui pelo Brasil, que já acabou. Falamos para o planeta, para os EUA. Mantendo-se os EUA e sendo este país libertado do "Deep State", o estamento oligárquico corrupto que aparelha criminosamente as instituições, o resto do mundo terá ainda um farol para direcionar o modelo de civilização.Caindo os EUA, caindo Trump, termina a atual era civilizacional, pois é incompatível o atual progresso tecnológico e científico com os trogloditas morais que pululam por toda parte. Guerras entre reinos e massacres ditatoriais farão psicopatas no poder lançarem mão de todo este avanço científico e a Humanidade acabará destruída pelos efeitos colaterais ignorados pelos animais e sobretudo pelos que vivem em alienação e se deixam submeter à escravidão.
O que aconteceu na gigantesca maior parte do mundo mostra o que estatisticamente deve ocorrer nos EUA: o crime organizado irá vencer lá também.E a parte consciente do povo, que ainda é armado, precisará tomar as rédeas da situação, deixando de se submeter à burrice coletiva do que então será uma maioria alienada e escrava, sem armas, sem rumo, sem inteligência, sem preparação, sem referências e também refém do que então será a depressão psicológica numa vida de miséria irreversível. É preciso preparo político, militar, estratégico, logístico, geográfico, com grupos paramilitares de prontidão permanente. A República terá de ser reinstituída e depois mantida, apartando-se da civilização restante os animais do zoológico em alienação. No caso dos EUA, Estados terão de se separar e dentro de cada Estado será preciso fazer o expurgo da parte apodrecida. Essa discussão precisa ser antecipada, inclusive no tocante ao arsenal militar de cada Estado.
É incrivelmente absurdo o ponto a que chegamos, nós que vimos a República, vimos a democracia, vimos o Estado de Direito, enquanto ele existiu em boa parte do mundo na segunda metade do século XX, após a II Guerra Mundial. Estamos de volta à barbárie. Não há um pingo de exagero em tudo que dissemos. Estamos sendo até brandos aqui. No fim, a injustiça que se faz na vida será paga na próxima. Os ditadores de hoje serão as vítimas da matança no amanhã. E o injustiçado de hoje está sofrendo a justiça divina, sendo praticada pelo injustiçado de amanhã. É de fato um planeta-prisão. Aqui se faz, aqui se paga, nesta ou em outras vidas. Poder-se-ia iniciar uma discussão sobre se certas religiões seriam uma anestesia para as mentes revolucionárias, o que teria muito sentido, mas as outras vidas realmente existem. A coisa não termina aqui. Fica então este aviso para os canalhas do mundo: a fatura vai chegar.
É isso. A coisa está degringolando muito depressa e tivemos de fazer mais um informativo excepcional. O cenário-base está então traçado, está passado a limpo. Esse ano de 2026 caminha para ser o mais catastrófico do último meio século. Se tudo se desdobrar no máximo potencial, será o mais catastrófico da história planetária. Nunca a maldade teve tantos meios de ação e nunca houve tanta interdependência e vulnerabilidade espalhadas por vasto espaço, ao passo que também nunca houve um paradoxo como o atual, em que meios de informação a respeito de gravíssima realidade estão disponíveis enquanto que a ampla maioria segue distraída em alienação profunda. O apocalipse previsto na Bíblia é algo totalmente compatível com os atuais desdobramentos, a extinção da civilização planetária no átimo de tempo em que uma evolução exponencial hiperbólica repentina ocorreu, fazendo o pesadelo da vida primitiva virar sonho urbano e em seguida fazendo a magia do avanço tecnológico se tornar instrumento infinitesimal instantâneo de destruição coletiva geral, com a extinção da própria História, pois ninguém restará para contá-la e nem para conhecê-la no futuro.
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