20 JANEIRO 2026
19:59:49
INFORMATIVO - MATÉRIAS
17-12-2025 - PARTE 2-3 - SEGUE O VELÓRIO PLANETÁRIO

17-12-2025   -   PARTE 2-3 - SEGUE O VELÓRIO PLANETÁRIO

 

          Dito isto, vamos a um vídeo de quatro horas, das quais nos assistimos a cada saboroso segundo. Não é porque sugerimos vídeos aqui que estejamos chancelando o conteúdo na integralidade ou a idoneidade dos entrevistados ou entrevistadores. Sempre é preciso ter um pé atrás com relação a isso (e isso se aplica a nós aqui também, sempre se deve desconfiar de fontes de informação no atual cenário). Mas, no caso deste vídeo e neste momento de velório mundial, aproveita-se a integralidade:

 

PROF. LUIZ ANTÔNIO PEIXOTO VALLE | XEQUE-MATE GLOBAL - O FIM DE MADURO E OI FUTURO DA AMÉRICA LATINA - FALA GLAUBER PODECAST

 

 

          A ressalva que fazemos é que no final apresenta-se uma visão pessimista igual à aqui apresentada, mas com otimismo no longo prazo. Dessa parte (otimismo no longo prazo) discordamos. A coisa caminha para a extinção da civilização e não haverá retorno, pois não há consciência da infinita gravidade do que se passa. Nada mais vai mudar, nem no longo prazo. Gasta-se vidas inteiras colhendo informações e ainda assim é insuficiente para absorver a integralidade da gravidade dos eventos em curso. Dados econômicos teóricos técnicos de comentaristas diversos traçam amenidades que não condizem com o que está acontecendo no chão da fábrica. A coisa realmente acabou. É tão grave que será impossível para as oligarquias manter o sistema de escravidão e miséria via favores do Estado e censura. Haverá também um inexorável programa de genocídio para reduzir a carga fiscal e os déficits públicos monstruosos de governos ditatoriais que não terão mais arrecadação, pois não haverá mais consumo. O genocídio virá não para resolver a situação, mas para manter a situação, ou seja, virá para evitar que uma gigantesca massa de miseráveis se rebele e imponha um comunismo-raiz, pela primeira vez na história, nivelando todos por baixo.

 

          Abaixo, mais um vídeo, ainda anterior ao cancelamento da Magnitsky, com o jornalista Fernão Lara Mesquita, tratando da corrupção, do abuso de autoridade e da ditadura no STF no Brasil:

 

FERNÃO LARA MESQUITA - 03/12/2025 - VAMOS DEIXAR ELES TRANCAREM A PORTA?

 

 

           Uma observação: o cancelamento da Magnitsky pode também ter ocorrido em face de os votos do corrupto Alexandre de Moraes terem sido confirmados pelos demais corruptos da Primeira Turma: Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. Com relação a estes três, praticamente nada foi falado pela maioria esmagadora dos críticos ou denunciantes. Bateram na tecla estúpida de que havia um monstro comandando a justiça, Alexandre de Moraes, como se um juiz sozinho fosse capaz de domar todo um sistema. Com uma votação de 4 a 1, sem que os demais corruptos tivessem sido malhados com a mesma intensidade com que Alexandre de Moraes foi, a aplicabilidade da Magnitsky pode te sido cancelada para evitar problemas legais nos EUA com relação ao absurdo: um juiz enxovalhado confirmado por outros três que passaram incógnitos na malhação do tribunal por parte dos críticos e denunciantes. São todos corruptos no tribunal, inclusive Fux, que votou a favor de Bolsonaro para fugir da Magnitsky.

 

          Por que só Alexandre de Moraes foi o foco da malhação? Segundo Olavo de Carvalho, no comunismo uma tática comum é enxovalhar uma pessoa determinada em vez de enxovalhar o grupo. Malhando uma pessoa específica, desmoraliza-se-a, tornando incômodo para o grupo manter o apoio ao criticado. Olavo ensinava que esta tática deveria ser usada também, então, pela "direita" para enxovalhar os críticos (um erro, em se tratando de corrupção no STF).

 

          Quando começou a malhação de Alexandre de Moraes? Foi em 2017, na guerra entre as facções criminosas de Lula (PT) e de Temer/Aécio (PMDB/PSDB). Na época a máfia petista intentou um golpe contra Temer (a delação de Joesley, PET 7003/7074) e Alexandre de Moraes, em retaliação, pediu vista na questão de ordem fraudulenta de restrição do "foro privilegiado" ( na ação penal 937, AP 937) que tiraria o corrupto Lula das mãos de Moro em Curitiba, dando-lhe foro "privilegiado" de volta. Daí em diante foi a própria máfia petista quem começou a malhação de Alexandre de Moraes, usando a tática comunista de malhar um só. E fez isso de maneira ardilosa, sorrateira, usando o jornalista melancia "paraplégico" para divulgar podres de Alexandre de Moraes, em vingança. Isso ganhou corpo e depois, quando iniciada a perseguição política de 2019 (em diante), a "direita", seguindo sugestão de Olavo de Carvalho, embarcou nessa malhação individual focada em Alexandre de Moraes (pegando carona no que já era feito pela máfia petista em vingança), como se corrupto no tribunal fosse só ele, quando na verdade eram todos. Isso veio seguindo até os dias atuais e formou a idéia estapafúrdia de que um juiz sozinho mandava em todo o país, inclusive no próprio tribunal, algo que não tem pé e nem cabeça. A verdade é que o tribunal INTEIRO é corrupto e chancela/chancelou os abusos de autoridade de Alexandre de Moraes.

 

          Esta é então outra faceta que explica o cancelamento da aplicação da lei Magnitsky, a votação de 4 a 1. Como dissemos, Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro, mesmo sendo heróis e ótimos, são neófitos ingênuos em se tratando de conhecimento profundo e técnico da corrupção no STF (nem são advogados/juristas). Embarcaram na malhação individual de Alexandre de Moraes e, ao final, ele foi chancelado pelo colegiado, formando-se uma situação ridícula para quem tanto falou só de Alexandre de Moraes, tornando-o um crápula (que é) mundialmente conhecido. 

 

          Trump, ao embarcar nesta esparrela ridícula de que um único juiz sozinho teria poder para mandar em tudo (ele poderia até mandar, mas sempre será chancelado por outros corruptos, num colegiado, como de fato é), sancionou-o, sendo depois contraditado por uma votação majoritária no colegiado. A solução seria sancionar os demais corruptos do tribunal, como deveria ter feito. Ou cancelar a sanção individual inicial, como fez. Ao cancelar, criou um problema jurídico monstruoso para si nos EUA, pois praticou um ato administrativo que gerou severos danos morais e materiais a terceiros no exterior e depois, ao cancelar a aplicabilidade, agiu como se, na prática, estivesse reconhecendo um erro brutal. Trump então, no caso, teria feito uma "bolsonarice" que poderá lhe custar caro. "Deu uma de Bolsonaro", ao agir por impulso (como no "Acabou, porra!", de 2021, seguido depois da conversa com Temer em que "baixou a bola"). Criou-se assim uma situação como a de um ato administrativo vinculado que contém vício e que foi depois cancelado, o que então poderá ser explorado pela oposição nos EUA como motivo para enquadramento em crime de responsabilidade ou até em crime comum. O correto no caso teria sido estender a Magnitsky ao PGR corrupto Gonet e aos demais corruptos da Turma: Zanin, Dino e Cármen Lúcia, poupando temporariamente o covarde e medroso Fux. Daí em diante os bobocas e burraldos corruptos do Congresso como Hugo Motta cagariam mole e aprovariam a "anistia" (a ser derrubada depois no STF, mas havendo ainda seis corruptos não sancionados, a maioria). Mas não, com a bola na linha do gol, chutou-se de volta para fora, fazendo tudo desmoronar no Brasil. Mas nos EUA isso agora poderá constituir foco para acusação de improbidade contra Trump ou outra figura legal existente nos EUA relativa a atos presidenciais que gerem graves danos injustificados contra terceiros. Foi uma lambança. Nesse quesito lambança jurídica Trump e Bolsonaro se equivaleram. Deixou uma arma apontada para a cabeça dele, para quem quiser vir e apertar o gatilho aproveitar. Numa analogia, é como se Collor, depois do confisco de 1990, tivesse cancelado o confisco depois de um semestre de confusão. É um prato cheio para quem quiser explorar o que seria uma falha indesculpável em que um ato administrativo vinculado foi praticado de forma discricionária, gerando gravíssimos danos. O "bagulho" é realmente "punk". Se, por acaso, for concedida extradição dos asilados e exilados políticos, aí então a situação de Trump se agravaria ainda mais no tocante a este ato de improbidade ou de gravíssima negligência, imperícia ou imprudência, para efeito disciplinar em se tratando de atos presidenciais. Tem essa também. Veremos como anda a incompetência também nos EUA: será que a criminosa oposição vai perder esta faca e esse queijo na mão para fritar Trump num ato presidencial privativo de alegável culpa por poder ser tido como irregular sob uma ótica em que se teria voluntariamente tido por indevido a ponto de ser revogado? A merda é muito fedida.

  

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DE VOLTA A 2017 => introdução para entender outro potencial lado sinistro do cancelamento da Magnitsky

 

          Em 2017 houve uma guerra entre facções corruptas dentro e fora do STF, a ala de Gilmar Mendes (o "chefe dos capangas de Mato Grosso") / Alexandre de Moraes / Marco Aurélio (o "velhaco" do "cravo e da ferradura") / Celso de Mello (o "juiz de bosta" dos eternos embargos infringentes inesquecíveis de 2013) / Temer / Aécio contra a ala de petistas sofistas corruptos (Barroso, o "boca de veludo", Fux, Cármen - da suruba de Joesley -, Fachin e Rosa) mais a ala de petistas pulando do barco (Dias Toffoli - o eterno "amigo do amigo de meu pai" das planilhas de propina da Odebrecht - e Lewandowski, o "lewan") e mais o procurador-geral da República petista sofista corrupto Janot (o "filho da puta" e "mau caráter" do fundo do bar). Era o tempo em que Joesley, com sua delação, poria o "último prego no caixão do STF". Todos sempre se esquecem dos verões passados no STF, como se os marginais de toga fossem hoje vestais, com o passado limpo.

 

          Era uma guerra entre a facção criminosa de Lula e a facção criminosa de Temer / Aécio Neves. A corrupta Dilma Rousseff havia sido cassada e em seguida a organização criminosa petista iniciou a guerra para derrubar Temer, um golpe contra Temer, do então PMDB. Nesse golpe houve o mais que provável assassinato de Teori Zavascki (da ala de venalidade tradicional e relator da "lava-jato" no STF), da facção de Temer. Teori deveria ter sido sucedido por Alexandre de Moraes, mas um golpe dentro do STF colocou o petista sofista corrupto Fachin no lugar de Alexandre de Moraes (Fachin é da ala de venalidade seletiva). No golpe contra Temer, a delação encomendada de Joesley com benefício ilegal de imunidade foi acordada pelo petista sofista corrupto Janot da PGR e homologada pelo petista sofista corrupto Fachin (PET 7003). Durante o julgamento da PET 7074, para homologação (pelo colegiado) do acordo fraudulento (homologado monocraticamente por Fachin) de golpe contra Temer, o tribunal entrou em guerra interna. Tentaram derrubar o corrupto Temer, mas não conseguiram. Guerra entre bandidos. A delação de Joesley era válida, mas o benefício acordado para o corrupto confesso Joesley (imunidade), não, pois era uma delação encomendada/forçada (imunidade só seria possível para quem fosse o PRIMEIRO DELATOR, Joesley já havia sido delatado duas vezes, daí a ILEGALIDADE do benefício, a IMUNIDADE PROCESSUAL foi concedida para forçar a delação). O máximo benefício possível era redução de pena de até 2/3, mas não imunidade processual (o direito de não ser denunciado). Só para resumir o finalzinho sobre como isso ficou: o golpe petista contra Temer não deu certo porque em setembro de 2017 haveria troca do procurador-geral (o petista sofista corrupto Janot, o "filho da puta" do fundo do bar) foi substituído pela corrupta Raquel Dodge (indicada por Temer, a "bruxa"). Se até setembro o golpe não resultasse em "impeachment" de Temer, tudo ruiria. Joesley (o que dizem ter se encontrado com Trump para negociar a Magnitsky) então entregou só parte das provas e deixou outra parte em "stand-by", deixando avisado que se o benefício (indevido) de imunidade processual (por conta da delação) dele fosse cancelado, ele entregaria todo o tribunal. E, se o tribunal corrupto ordenasse o assassinato dele, havia material no exterior que seria divulgado contra todo o tribunal. Assim, os corruptos do STF ficaram entre a cruz e a espada: não podiam cancelar a delação de Joesley, pois ele era confesso, não podiam cancelar o benefício e manter a delação e não podiam assassiná-lo. De todas as formas o tribunal corrupto implodiria com o fracasso do golpe petista contra Temer. Mais adiante, com a ditadura sanitária e a desmobilização das manifestações nas ruas contra a corrupção no STF, a "lava-jato" foi destruída nas fraudes de 2021 no STF (HCs 193.726 e 164.493) e tudo foi cancelado, com todos os corruptos voltando incólumes à roubalheira. Joesley Batista, criminoso confesso e delator, saiu limpo e por cima, sendo agora o dito negociador que esteve com Donald Trump para tratar do cancelamento da aplicabilidade da lei Magnitsky ao corrupto e assassino Alexandre de Moraes, o violador de direitos humanos que age chancelado por todos os demais dez integrantes do STF, Supremo Tribunal Federal, TODOS CORRUPTOS.

 

Chegando em 2025...

 

          Pois bem. Novamente uma guerra no mesmo nível daquela de 2017 está em curso. A divulgação das propinas de R$ 129 milhões de Alexandre de Moraes no falido banco Master (algo incompatível com o porte de qualquer negócio com os montantes de um banco que não estava entre os dez maiores do país - a propina alcançou 2,7% do patrimônio líquido do banco em 2024, R$ 4,7 bilhões) colocou lenha e nitroglicerina num paiol de merda. O escândalo foi divulgado justamente pela Globo, que está a serviço do crime organizado petista. Jamais algo do tipo seria divulgado enfaticamente justamente pela grande mídia, que é braço do crime organizado. Isso significa que foi intencional. E se é contra Alexandre de Moraes, quem ordenou foi a organização criminosa de Lula (daí a disputa entre a ala de venalidade seletiva e a ala de venalidade tradicional no STF: na venalidade tradicional há lealdade e apenas vendas de sentença de absolvição para criminosos; na venalidade seletiva há isso e há também sacanagem dada por condenação facilitada e abreviada de corruptos que sejam adversários na divisão do butim da corrupção - as duas alas agiram juntas para condenar fraudulentamente Bolsonaro). A briga é por conta da vaga do corrupto Barroso, que renunciou por medo da Magnitsky (e aí fez uma cagada, pois tudo se reverteu agora - o corrupto Lula poderia então reconduzi-lo, já que agora tudo está liberado e permitido na orgia de abusos de poder exponencialmente crescente). O corrupto Messias (o eterno "Bessias" de 2016) da AGU é o cotado para a vaga da facção criminosa petista na cota-parte de facções criminosas dentro do STF, mas há uma briga, pois a facção criminosa de Temer/Centrão quer a vaga e era justamente Alexandre de Moraes quem fazia pressão pelo preenchimento da cota-parte pela sua facção (vaga para o corrupto Pacheco, ex-presidente do Senado e ligado ao corrupto Alcolumbre). Como não houve ajuste, iniciou-se a guerra, com a divulgação do escândalo envolvendo o falido banco Master e desdobramentos (uma falcatrua bilionária, uma nova "lava-jato" em termos de valores e envolvidos das altas castas). Até mesmo o eterno "amigo do amigo de meu pai" (apelido de Toffoli nas planilhas de propina da Odebrecht na "Lava-jato") - e que em 2017 ensaiava abandonar o barco petista - está agora sendo achincalhado no diário do crime organizado da própria máfia petista, com bandidos acusando bandidos. Isso mostra uma traição interna em andamento na máfia petista que agora está sendo vingada/abortada (no vídeo, abaixo, é dito que Toffoli se tornou bolsonarista, mas é mentira, ele apenas ensaiou aliar-se à facção criminosa rival, a do Centrão/Alexandre de Moraes, da ala de venalidade tradicional, o que indicaria que o corrupto Lula seria rifado em 2026 na próxima fraude eleitoral, dando lugar a algum corrupto escolhido pelo "centrão", a facção constituída por Temer/Kassab/Valdemar da Costa Neto e outros, a união dos antigos PL, PMDB, PR, etc.):

 

DIÁRIO DA FACÇÃO CRIMINOSA PETISTA - APÓS VIAGEM DE JATINHO, TOFFOLI PASSOU DO LIMITE DO SUPORTÁVEL, DIZ MAIEROVICH | O POVO NEWS

 

 

           Ao total, cerca de R$ 500 milhões em propinas (cerca de 10,6% do patrimônio líquido do banco Master em 2024 - ou muito mais, se considerados anos anteriores) foi gasto com suborno para advogados (advogado e cliente não se misturam, não é crime advogar para criminoso, mas a "lava-jato" mostrou que em se tratando de altas cúpulas no STF e no STJ há uma orgia de corrupção envolvendo advogados, que funcionam como intermediários e lavadores de dinheiro em vendas de sentença no STJ e no STF), numa lavagem de dinheiro para vendas de sentenças. E isso foi divulgado em primeira mão pela Globo e no diário do crime organizado petista os envolvidos foram achincalhados. Há portanto uma guerra entre facções criminosas dentro do STF. Daí o desespero do corrupto Gilmar Mendes em blindar os corruptos do STF nas ADPFs 1259 e 1260 fraudulentas, nas quais figuram como parte autora em conluio criminoso justamente a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e o Partido Solidariedade (satélite e braço da organização criminosa petista). Na blindagem, determinou-se inicialmente que só o procurador-geral da República (no caso o corrupto Gonet) poderia propor "impeachment" de ministros do STF no Senado, um completo absurdo que no fim foi revertido depois em face do excessivo abuso de poder numa flagrante decisão ilegal, aberrante e abjeta. Outra fraude foi determinar maioria de 2/3 de senadores para recebimento da denúncia (contra ministros do STF no Senado por crime de responsabilidade), quando a regra é de maioria simples (21 votos), ou, quando muito, apelando-se para alguma divergência interpretativa plausível, maioria absoluta (41 votos). E esse pedido de maioria de 2/3 foi feito pela AMB, Associação de Magistrados do Brasil, na sua ação (fraudulenta), alegando-se uma mentira para servir de pretexto ou muleta para a decisão fraudulenta de Gilmar Mendes nas ADPFs 1259 e 1260. Isso mostrou a falência da Magistratura Nacional em bloco no Brasil, representada por uma associação comandada por criminosos em conluio criminoso com os corruptos do STF, para dificultar o processo de "impeachment" de ministros do STF no Senado. A regra é maioria simples (21 votos) para recebimento da denúncia, quando muito maioria relativa (41 votos), forçando um pouco a barra na subjetiva interpretação possível e plausível das normas, mas no pedido fraudulento e julgado liminarmente procedente falava-se em 2/3 de votos do Senado (54 votos), uma mentira. A falência da Magistratura Nacional em bloco (de alto a baixo) mostra a MEXICANIZAÇÃO do Brasil. O dobramento da VENALIDADE TRADICIONAL pela VENALIDADE SELETIVA (PETISTA) é a VENEZUELIZAÇÃO brasileira que está em curso.

 

          Este cenário de guerra dentro do STF era anterior ao cancelamento da Magnitsky. A organização criminosa de Lula detém maior número de corruptos dentro do STF (com os corruptos Fachin, Fux, Cármen Lúcia, Zanin e Dias Toffoli). Já a organização criminosa de Temer/Aécio Neves/Centrão tem o segundo maior número de corruptos dentro do STF (Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, André Mendonça e Nunes Marques - as recentes desavenças de André Mendonça com Alexandre de Moraes foram só para fugir da Magnitksy - agora ele entrará na linha de novo, parando de bater de frente com outros corruptos no tribunal). Já Flávio Dino e sua barriga compõem uma facção criminosa à parte dentro do STF, por ora aliada ao corrupto Lula, mas sem lealdade canina. Com a vaga de Barroso, a organização criminosa de Lula detinha maioria absoluta dentro do STF (6 votos em 11) e por isso ocorre a briga atual entre as facções (dentro e fora do STF), para recomposição desta maioria, o que significa o controle do tribunal e a possibilidade de seu uso bolivariano, para por o Congresso corrupto de joelhos, como na Venezuela; de joelhos agora e na cadeia depois, para se formar um regime de partido único, se for conseguida a maioria petista, indicando-se Lula como vencedor na fraude eleitoral de 26. Na hipótese contrária  -  a ala de venalidade tradicional de Alexandre de Moraes conseguindo maioria no STF  -  pode-se indicar alguém da facção de Alexandre de Moraes para vencedor na fraude eleitoral de 26, escanteando-se o corrupto Lula. O vale tudo é geral agora que tudo foi liberado, não havendo mais lealdade entre as facções. Nesse caso, o que poderia ter sido supostamente negociado por Joesley nos EUA seria o descarte do corrupto Lula e a escolha de algum corrupto que se alinhe aos EUA e não à ditadura chinesa. No vale tudo, vale tudo agora, inclusive traição. Em se tratando de Joesley, tudo pode acontecer (antes em 2017 traiu Temer, agora poderia trair Lula). Mesmo que entre os envolvidos no Brasil tenha havido alguma tratativa, não há qualquer garantia de que as avenças serão cumpridas, pois não há contratos e pessoas podem ser assassinadas a qualquer momento, caso seja impossível contornar alguma desprogramação criminosa por métodos convencionais (corrupção judicial dentro de um tribunal dividido). No Brasil não há garantias com relação que possa ser avençado entre as facções criminosas e,  com relação ao que pode ter sido combinado com Trump, também não há garantias. A traição interna pode resultar em quebra da trapaça externa combinada. O corrupto Flávio Dino e sua barriga, neste cenário, seria o fiel da balança, pois é quem pode se juntar à ala de venalidade tradicional ou à ala de venalidade seletiva no STF, formando-se a maioria e então criando-se a base para determinar o vencedor na fraude eleitoral de 2026, o corrupto Lula ou outro corrupto das facções criminosas associadas em disputa. Mas tudo isso ainda depende da vaga do corrupto Barroso, a ser preenchida pelo corrupto Bessias - para aumentar a ala de venalidade seletiva no STF e formar maioria absoluta - ou pelo corrupto Pacheco, com quem a ala de venalidade tradicional consegue cinco integrantes corruptos no STF, ficando a depender da posição do corrupto Dino e sua barriga. A tudo isso se soma a ditadura chinesa, que é quem manda na ditadura brasileira agora, dificultando ou impossibilitando qualquer avença de trapaça combinada com Trump para tirar o corrupto Lula da jogada na fraude eleitoral de 2026. Haverá sangue derramado, como em 2017, como ocorreu com Teori Zavasckiou como em 2014, com Eduardo Campos. Sobre este último, nós vimos aqui com exclusividade qual foi a sabotagem que derrubou o avião: um "electrical pitch trim runaway" intermitente programado para 1700 pés, replicando problema de curto-circuito no piloto automático que levou a "recall" de 110 jatos Cessna em 2003 em obediência a uma diretiva de aeronavegabilidade. Os parâmetros para o "pitch trim runaway" (disparo de compensador) foram tirados de um incidente na Suíça em 2002 sobre o Lago de Constança em que o avião mergulhou, mas nivelou antes de impactar o solo.

 

          É simplesmente o caos. Os mesmos abusos que foram praticados de 2014 a 2021 para tentar destruir e destruir efetivamente a "lava-jato" no STF e salvar criminosos (JUSTAMENTE condenados) da cadeia e que foram praticados de 2019 até agora para perseguir, incriminar e prender inocentes INJUSTAMENTE (como no caso de Jair Bolsonaro e aliados) continuarão a ser praticados - e, aliás, já vêm sendo praticados - pelo STF na luta entre as facções criminosas, com chantagens mútuas: ameaças de prisão e condenação de políticos corruptos e estes ameaçando criar CPI contra o STF (a tal "lava-toga"); foi o que se viu contra os corruptos Eduardo Cunha e Renan Calheiros entre 2015 e 2018 e se repete agora na questão das emendas parlamentares, uma chantagem entre bandidos na qual corruptos do STF querem colacar um cabresto nos corruptos do Congresso Nacional. E essa briga já está francamente aberta como se viu no escândalo do banco Master e vários outros em curso envolvendo o PCC (Primeiro Comando da Capital) e políticos diversos. A tendência é repetir-se o visto na Venezuela, onde os corruptos tradicionais da oligarquia foram todos presos, sob aplausos do povo, restando apenas os corruptos de Esquerda, formando-se o partido único chavista na prática, a base da ditadura de Maduro. E assim é porque os corruptos tradicionais, mesmo sendo senhores de tudo, são seduzidos pelas facilidades e se deixam entorpecer, acreditando que haverá lealdade por parte de terroristas comunistas profissionais, que são corruptos de uma nova oligarquia fascista agora (uma nova extrema direita fascista, a comandada pelo assassino, ladrão, corrupto, terrorista e comunista Dirceu, a máfia de Lula), mas têm todo o "know-how" stalinista de produção de armadilhas terroristas e chantagistas para adversários idiotas. E trastes como o corrupto Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, mostram o quanto são idiotas e burros os tais "300 picaretas" do Congresso.

 

          Mendonça e Nunes Marques foram indicados por Bolsonaro, mas são corruptos, sugeridos pela ala de Gilmar Mendes. Isso ocorreu porque Bolsonaro não conseguiria aprovar no Senado alguém honesto, preferiu escolher algum corrupto que não fosse petista, um mal menor. Além disso, ele não tinha um "staff" ou assessoria que lhe possibilitasse indicar nomes de confiança e gabarito, pois ele não era do ramo jurídico. Daí então ter indicado estes dois trastes. Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo nos EUA, assessorando Trump na aplicação das sanções, não estavam cientes de todas estas nuances aqui mostradas e isso impossibilitou uma atuação chantagista adicional progressiva e cirúrgica por parte de Trump por meio de sanções, o que teria potencial de sucesso caso bem aplicado. Neste cenário há a possibilidade ainda de que a renúncia do corrupto sofista petista Barroso tenha sido forçada pela ala de venalidade tradicional, para por um cabresto em Lula. Seria uma combinação de medo da Magnitsky com pressão da ala de venalidade tradicional no STF, para reequilibrar as forças entre as facções criminosas associadas dentro do tribunal integralmente corrupto. Isso porque uma maioria petista no STF, novamente, no atual cenário, fatalmente levaria à bolivarianização total, ou seja, todos os corruptos do "centrão" seriam postos na cadeia, sobrando apenas os corruptos petistas no poder, já que Bolsonaro e bolsonaristas foram alijados da cena política pela ditadura. O cenário-base dos bastidores é todo este no mínimo, se não for algo infinitamente pior em termos de balbúrdia, chantagem e abuso. E a ele se somam pressões internacionais do imperialismo norte-americano e da ditadura chinesa, ambos em disputa pelo controle da colônia brasileira, o que coloca nitroglicerina pura neste paiol explosivo de merda. A isso se soma ainda o suborno necessário para a aprovação de qualquer nome pelo Senado, o que é outro complicador. A tendência natural é a organização criminosa petista conseguir formar a maioria, que será absoluta, passando a comandar o STF com mão de ferro, dado que os corruptos do Congresso são jumentos. A ditadura então escalará para um padrão cubano ou norte-coreano.

 

           Fora isso, havia os interesses econômicos de Trump. O resultado foi a catástrofe agora vista, a ditadura brasileira ganhou uma chancela internacional da última democracia ainda restante no mundo, como se Deus fosse revogado e o demônio tivesse assumido o controle do Universo. 

 

           Com a colocação do corrupto Pacheco na vaga do corrupto Barroso, a facção de Gilmar/Alexandre de Moraes alcança cinco membros no tribunal, passando a depender do volúvel e também corrupto Flávio Dino para compor maioria, o que seria viável, mas num cenário de estabilidade, já que ele é comunista farsante, um infiltrado da oligarquia corrupta fascista dentro do comunismo vigarista. O corrupto Dino se diz um esquerdista, mas é um mero corrupto da oligarquia tradicional, um fascista de carteirinha. Ele finge ser comunista, pois comunista-raiz (honesto e idealista), de verdade, não existe em cargo algum na atual ditadura. Com uma nova composição de maioria da facção de Temer, o tribunal corrupto conseguiria juntar preparo intelectual de primeira linha com corrupção e autoritarismo, pondo por terra o controle do tribunal pela facção criminosa de Lula, que tem preferência por escravos boçais cumpridores de ordens e sem liderança própria. Está posta a guerra. E isso se refletirá no resultado de 2026 na próxima fraude eleitoral na urna. A facção criminosa que tomar a maioria do STF definirá o próximo presidente corrupto a ser escolhido na fraude eleitoral de 26. O petista sofista corrupto Barroso fez uma cagada enorme ao sair do STF, dando o "start" para a atual guerra entre facções pelo domínio da Corte integralmente corrupta. Colocá-lo de volta, com alguma desculpa esfarrapada, já que vale tudo agora, seria uma alternativa de "pacificação" de faz de conta. O termo "pacificação" foi cunhado por Temer em 31.08.2016, logo após o "impeachment" da corrupta Dilma Rousseff, dando a entender que seria a "pacificação" do país/povo "polarizado", mas na verdade significava trégua entre as facções criminosas dentro e fora do STF (PT X PMDB/PSDB), pois a corrupta Dilma havia perdido a vez, azar dela, dir-se-ia. Ela caiu por corrupção e por causa da economia, mais por causa da economia. E a máfia petista acusou a facção de Temer de ser golpista. No fim, quem sofreu um golpe petista foi Temer, mas numa guerra entre bandidos, a qual ele venceu, pois não era um boboca, era um corrupto veterano de escol, além de constitucionalista célebre, um dos verdadeiros donos do trono que é alugado para o corrupto Lula, um locatário, para dar ar de que o povo está no poder para quem, até agora, ainda é um cretino.

 

CONTINUA NA PARTE 3/3

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