20 JANEIRO 2026
20:04:20
INFORMATIVO - MATÉRIAS
13-12-2025 - CONFORME O QUE ERA MAIS PROVÁVEL, CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA SEGUIRÁ AGORA PARA O COLAPSO, DITADURA BRASILEIRA DOBRA O GOVERNO TRUMP

13-12-2025   -   CONFORME O QUE ERA MAIS PROVÁVEL, CIVILIZAÇÃO PLANETÁRIA SEGUIRÁ AGORA PARA O COLAPSO, DITADURA BRASILEIRA DOBRA O GOVERNO TRUMP

 

 

          A ditadura mais bananeira do mundo dobrou o governo Trump. Foi cancelada a inclusão de Alexandre de Moraes na OFAC/Magnitsky.

 

          Um festival de explicações sem qualquer nexo está em voga.

 

          O que provavelmente deve ter ocorrido é que a ditadura brasileira seguiu a correta estratégia na teoria dos jogos.

 

          Joesley foi aos EUA e disse para Trump: " -Somos nós que não vamos exportar mais nada para os EUA.". E disse também: " - E aí a inflação vai comer a sua maioria no Legislativo nas mid-terms de novembro de 26.", completantando: " - Depois você será cassado e preso. Baixe a bola porque você depende de voto do povo. Nós não precisamos do voto de ninguém.".

 

          Foi isso que aconteceu (também). Trump blefou, como sempre faz, mas sem ter carta na manga. Já a ditadura brasileira não depende mais de votos, pode suportar qualquer desgaste, pois os corruptos do STF estão aí para garantir a fraude eleitoral e tirar do páreo qualquer ameaça.

 

          O resto é balela, pois nenhuma promessa da ditadura brasileira em suposto "acordo" será cumprida, não há qualquer nexo nessa história de acordo a ser cumprido pelo ladrão Lula.

 

          Colocando sanções gravíssimas e depois retirando, vem a questão: por que impôs então? Isso servirá de gancho para responsabilização civil e criminal de Trump pela oposição nos EUA, pois instrumentos de ação do Estado foram utilizados por mero capricho, segundo acusarão.

 

          Outro ponto que pesou foi a nenhuma mobilização do povo brasileiro nas ruas após a prisão definitiva de Jair Bolsonaro, o que mostra um país em letargia. Em parte houve medo, pois o povo ficou intimidado pela perseguição política. Mas essa letargia já existia ainda ao tempo do governo Bolsonaro, no final de 2022.

 

          Após a fraude eleitoral de 22, 0,05% foi às ruas clamar pela intervenção militar e esses 0,05% estavam assim divididos: 0,03% eram impostores petistas infiltrados e os outros 0,02% eram de manifestantes efetivos, dos quais só 0,005% estavam totalmente esclarecidos a respeito da situação. No sofá ficou 99,95% do povo. Parte desses 0,05% se manteve nas ruas em protesto após 31/12/22 e aí os 60% de infiltrados arrastaram os 40% para a Praça dos Três Poderes para fazer a depredação em 8/1/23, para isso servir de pretexto para a perseguição política iniciada em 2019 pelos corruptos do tribunal se intensificar e gerar processos criminais fraudulentos. Isso nós fimos ao vivo, pois estivemos em manifestações pela intervenção militar ou "impeachment" de 2015 a 2022 nas ruas. O movimento pela intervenção militar já existia antes de 2015.

 

          Assim, o combate à ditadura brasileira efetivo, com poder de dano, ficou restrito às sanções. Não havia povo na rua e nem maioria parlamentar para reverter a situação.

 

          Nesse cenário, o que deveria ter sido feito era a ampliação progressiva das sanções, alcançando figuras do Legislativo, da PGR e do STF.

 

          Sem advogados ou juristas para assessorar as pessoas nos EUA que estavam em contato com Trump, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, estes trataram a situação de modo suave, como por exemplo se fez ao elogiar Fux, que é também um corrupto. No processo fraudulento no STF, agora na reta final, o advogado Jeffrey Chiquini veio com a alegação de que a "minuta de golpe" não foi feita por Filipe Martins, que agora na reta final encontrou a "prova" de que ela foi feita por Mauro Cid. Ao defender seu cliente, cagou no pau, ferrando com todo mundo, pois até então a história é que não havia "minuta" alguma. Mais um melancia? É o fim da picada, assim realmente a coisa não vai. Não vai e não foi. Não houve minuta alguma e muito menos golpe, mas agora a própria defesa de um dos réus admite isso para salvar o cliente. E não vai salvar.

 

          A ditadura, comandada pelo terrorista Dirceu, jamais se intimidaria com sanções e seguiria firme, como seguiu, como dissemos que seria e que deveria. Com a inflação subindo nos EUA por conta da restrição na importação de alimentos, o blefe de Trump se esvaziou e se tornou uma arma contra a própria cabeça: a ditadura brasileira não depende politicamente das exportações e aí poderia então bloqueá-las de vez e para sempre, esvaziando o blefe de Trump e colocando-o contra a parede, como ficou.

 

          A história de terras raras, esforço para convencer Maduro a renunciar, etc., é balela midiática cretina. Em tese, absolutamente nada deve ter sido dado em troca pela ditadura brasileira, que inverteu o jogo, fazendo ela a chantagem: não vai ter exportação de alimentos nunca mais para os EUA e pronto. Essa é a explicação mais lógica para o que aconteceu.

 

          Se as sanções da Magnitsky fossem progressivamente estendidas, isso funcionaria como um tornique sobre os corruptos do Congresso. Isso sim funcionaria. Mas justamente quando estavam começando a funcionar (voto do corrupto Fux favorável a Bolsonaro, renúncia do corrupto Barroso, divórcio de fachada do corrupto Gilmar Mendes) foram esvaziadas, pondo tudo por terra, fazendo Drácula renascer das cinzas após ser esfaqueado no peito com uma espada de prata em plena luz do meio-dia.

 

          Conforme o caminho inicial adotado, sanções apenas a Alexandre de Moraes e esposa, a ditadura seguiria incólume, não se afetando pela pressão. Se fossem estendidas, aí o sistema começaria a ruir.

 

          Seja como for, o fracasso de Trump no seu blefe foi demonstrativo da fragilidade da situação interna, uma deterioração do apoio político já consumada e com potencial de aumentar, o que fatalmente levará a uma derrota nas "mid-terms" de novembro/26. Com a perda do apoio político de maioria parlamentar, Trump ficará sujeito a "impeachment" e depois prisão, seguindo a sina de Bolsonaro. O principal culpado disso é o próprio povo, para o qual economia é mais importante do que liberdade e democracia, esquecendo-se que sem liberdade e democracia o que se tem é escravidão e miséria. Isso nos EUA.

 

          Sobrepondo interesses a valores morais e éticos, como sempre ocorreu na história do imperialismo norte-americano (e assim, dando razão, em tese, ao discurso teórico da esquerda contra o imperialismo dos EUA e contra o capitalismo, ou seja, enchendo a bola da Esquerda), nada foi resolvido: na Ucrânia segue a guerra, no Oriente Médio a guerra teve só uma pausa e, na América Latina, agora, a atual catástrofe. Um fracasso total. O recuo com relação à Magnitsky é o mesmo que se viu com relação à Ucrânia, é a mesma vista grossa que se faz com relação à Arábia Saudita e à Síria. Da mesma forma, as tarifas canceladas ou reduzidas mantêm a desindustrialização dos EUA, que então seguirá.

 

          A visita de Joesley, aquele que ia por o último prego no caixão do STF em 2017, e o resultado subseqüente, mostraram que nos EUA Trump se enfraqueceu, justamente por conta da economia, que era a sua plataforma de ação. Transforma-se agora num pato manco já no primeiro ano de mandato. Nós apoiamos Trump aqui, mas dissemos que era porque não havia opções no tabuleiro político (não há e não haverá). Ele é o Bolsonaro dos EUA e, com os recuos atuais, acabou se transformando no Bolsonaro mesmo, terminará na mesma prisão. 

 

          Fica mantido então o aviso dos nossos informativos anteriores. O crime organizado retorná ao controle dos EUA nas "mid-terms" de novembro/26 e daí em diante a parte consciente do povo que restar terá de estar organizada de maneira paramilitar para se separar do país e constituir um novo Estado, para ser livre, pois o retorno do crime organizado ao poder fará nos EUA o mesmo que já ocorreu no resto do mundo inteiro: miséria e escravidão.

 

          Trump abandonou também a Europa, mas aí por uma razão coerente: a Europa se jogou fora, com a censura e a perseguição política, sem falar na falência fiscal e no êxodo massivo de empresas e também falências de empresas por conta da guerra e da armadilha de dependência de gás e de petróleo russos. A Europa acabou, está morta. É o novo Brasil.

 

          Com o colapso político dos Estados Unidos agora já desenhado, o planeta inteiro seguirá no piloto automático para o fundo do abismo e de lá nunca mais sairá, constituindo-se o colapso civilizacional apocalíptico, esteja ele previsto ou não. É o fim desta era civilizacional. Com tudo controlado pela IA e pela automação, não haverá consumidores e não haverá faturamento. Sem faturamento não haverá arrecadação tributária. E sem arrecadação será impossível sustentar os miseráveis silenciados com favores do Estado. É um colapso do arranjo social. É para isso que se caminha.

 

          Estávamos preparando um informativo de tamanho médio, mas no fim tivemos de parar para esta nota de pesar. 

 

          Todo o cenário já foi descrito e ele seguirá agora no piloto automático até o fundo do abismo. Não haverá "transição" e não haverá "guarda-chuva" para a "travessia". O mundo acabou. Para sempre.

 

          Em face do novo cenário, seguiremos aqui em férias por tempo indeterminado. Não por intimidação de corruptos ditadores filhos da puta, mas sim por conta do excessivo desgaste físico no acompanhamento e detalhamento de tanta desgraça. Muita enxaqueca, muita pressão alta, muitas noites sem dormir, muito vômito. Tornou-se muito cansativo. De resto, comprovou-se o que nós tanto falamos: o destino, quando traçado, é implacável, é imutável, não adianta lutar contra o Universo. Gastamos uma vida inteira lutando inutilmente contra o destino e estamos cansados disso já. Nós já trabalhamos muito aqui e podemos de boa dar um tiro na cabeça e ir embora, cumprimos a nossa parte, se é que existia. Chegando do outro lado, se alguém reclamar, mandaremos tomar no cu.

 

          Jair Bolsonaro seguirá na prisão e deverá morrer a qualquer momento. Rezamos aqui para que ele tenha forças para suportar com serenidade a tortura final antes do desenlace, cumprindo o seu carma. Mesmo com um cadáver ilustre, ainda assim o povo continuará dormindo. O destino é merecido. Trump lavou as mãos. Ninguém vai descer dos céus para fazer milagres para ajudar quem nada faz. Por isso a ditadura também escalou muitos pastores de araque e videntes de mentira para deixar o povo inteiro no sofá rezando em vez de ir para as cabeças.

 

         Cretinos oportunistas faziam propagandas de investimento no Brasil dizendo que a direita voltaria ao poder em 2027 e por isso a Bolsa iria subir. Como nós avisamos, a ditadura vai continuar. E agora com respaldo internacional. Será um desastre.

 

          Aqui temos só um passatempo. Eventualmente poderemos retornar com alguns assuntos. Por ora teremos de descansar um pouco. E, você, ditador corrupto: vá à merda, antes que nos esqueçamos. Encontraremo-nos do outro lado, no inferno. Os próximos lances agora serão só degraus de uma escada em que se desce rumo ao abismo. Não haverá retorno, salvação ou milagre. É para sempre. A civilização no planeta chegou ao colapso final, o ocaso de uma era. A "raça" humana chegou ao fim.

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